domingo, 13 de maio de 2007

Dr. Carlos Ribeiro...

O Blogspot tem recebido várias mensagens sobre o Dr. Carlos Ribeiro, também recebeu uma foto do ilustre Dr. Da nossa vila que foi enviada pelo Exmo. Sr. Padre machado e recebeu umas questões pertinentes enviados pelo Sr. José P. da Silva que vamos agora publicar com o intuito de colocar em debate se deve-se fazer homenagem e que tipo de homenagem, e quem deve realizar e organizar essa mesma homenagem!!! Fica aqui expressa as questões de José P. da Silva.

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O inquérito posto à votação dos visitantes do Blogue, posta a questão como está posta,é, do meu ponto de vista muito redutora. De resto a eventualidade de um lembrar a memória do Dr. Carlos Ribeiro há muito é objecto de conversas em certas tertúlias, muito antes do aparecimento do Blogue. Que tipo de homenagem? É que há alvitre que se faça uma homenagem com a dignidade de implantação de um busto do homenageando e há quem conteste que, aquele ilustre conterrâneo, tendo deixado uma forte marca na terra, não terá deixado marca que justifique o busto.·Como se sabe, aquele jardim fronteiro/sul à casa onde viveu, na Sé, tem o nome dele e foi lá colocado um marco de granito com o nome. Há quem defenda que a homenagem poderia ser limpar o marco de granito e pedir à Câmara que torne aquele jardim numa coisa mais bonita.Não tendo uma opinião formada (estive na Comissão que pediu a atribuição do nome do Dr. Carlos ao jardim) sou de opinião que seria de colher opiniões sobre QUE TIPO DE HOMENAGEM?
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Para o "espólio" do Dr. Carlos Ribeiro, vou anexar um texto que ele escreveu e publicou na "TRADIÇÃO" de Agosto de 1936 referindo-se a S. Jorge e às Termas, suas virtudes, virtualidades e carências. Notar que em 1936 reclamava por uma estação de correios que só veio a ser implantada em 1968 e que, durante este percurso passou por muitas vicissitudes, não tendo sido fechado por diversas vezes devido a intervenções muito rápidas e oportunas. O resto do texto é delicioso na descrição desta zonabanhada pelo rio. Pena que o rio não seja como era descrito naquele tempo!

José Pinto da Silva

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