sábado, 24 de novembro de 2007

Vamos Votar


VAMOS VOTAR….

Os mais de dois mil eleitores caldenses estão a viver um período eleitoral que antecede e prepara a escolha do futuro presidente da Junta. É momento para que a cidadania conheça os projectos e as propostas que os vários candidatos defendem como alternativas para organizar a vida pública da nossa Vila. É momento em que cada eleitor é convocado a exercer a cidadania pelo voto. É momento de exercer o poder, com liberdade e consciência. Afinal, o voto é um direito fundamental, é poder, é exercício de cidadania.

Nas eleições autárquicas está em jogo a criação de condições para que a cidadania possa dizer o que quer e como quer organizar a autarquia, o mais próximo espaço colectivo de convivência e de exercício da cidadania. Não se trata apenas de escolher este ou aquele candidato a presidente. Trata-se de escolher Lista e Homens que efectivamente demonstrem respeito à comunidade e compromisso com a implementação de políticas públicas que venham para atender às necessidades da população.

A escolha de cada eleitor precisa ser livre e cidadã. Para isso, é necessário basear o voto em convicções e em argumentos. Não basta votar por qualquer motivo. É preciso que cada eleitor tenha bons motivos para votar. Receber algum favor pessoal, promessas vazias ou de boa vontade, uns metros de brita ou areia, alguns tijolos e até dinheiro não são, definitivamente, bons motivos para votar. Aliás, são motivos muito contraditórios. São exactamente motivos para não votar nesse candidato que os apresentar ou propuser. Votar dessa forma é deixar de ser livre e fazer do voto um produto de compra e venda.

AMIGOS VOTEMOS EM CONSCIENCIA. POIS ESTA É A BASE DA RAZÃO….

ÀGUIA ATENTA

1 comentário:

Charizard disse...

Normalmente aprecio bastante os Post do Águia Atenta,mas desta vez penso que não foi muito bem sucedido.
Muito mastigado, confuso, enfim, muita fruta para tão pouco sumo
Ó meu caro! - o voto é livre e secreto!
Cada um exerce (ou não), o seu direito de voto como bem entende.
Não é preciso tanto aconselhamento moral.

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