quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Coordenador da Secção do PS diz que Concellhia propôs extinção

O coordenador da Secção socialista de Caldas de S. Jorge, José Pinto da Silva, contraria a tese da presidente do PS/Feira, Margarida Gariso, segundo a qual nem a Concelhia, nem a Distrital de Aveiro tinham o objectivo de extinguir aquela estrutura da vila das Termas. “Foi público que pela Concelhia foi mandada para a Distrital a proposta de extinção da Secção e a Distrital... acatou e passou-a para a Comissão de Jurisdição” - contrapõe José Pinto da Silva,

Leia mais na edição impressa do "Terras da Feira"

In Terras da Feira Online.

Nota do Administrador do CSJ sobre a Assembleia de Freguesia.


Esta Assembleia de Freguesia, vai ficar marcada pelo retrocesso da democracia e direito de cidadania nas Caldas de S. Jorge. Pela primeira vez em muitos anos que eu tenho conhecimento do funcionamento da Junta nunca um cidadão das Caldas de S. Jorge, foi tão ignorado como fez o Sr. Martins. A atitude anti-democrática e de desprezo total para com os cidadãos desta freguesia, foi um golpe típico de que já tem o “Rei na Barriga” e não precisa do povo para nada. Devo dizer que não gostei, como acho que esta atitude arrogante, foi a maior machada que o actual presidente da junta podia dar naquilo que ele diz de “colaborar e estar sempre disponível para ouvir a população”.

Ouvir talvez ele ouça, quanto mais não seja porque é obrigado, agora responder essa é só para “gente importante” porque o cidadão anónimo leva com o desprezo.

Sr. Martins, devo dizer que não foi uma atitude sensata da sua parte, talvez tenha acordado a oposição adormecida com esta atitude de puro “Absolutismo e Ditatorial acção”, mas como pessoa adulta que é tem que assumir as consequências. A Seu tempo o povo dirá.

Dois cidadãos da freguesia ficaram sem resposta do presidente José Martins

Questões levantadas por Francisco Costa e Ângelo Cardoso ficaram sem resposta
Será um dos temas em destaque na edição da próxima segunda-feira do Correio da Feira. A Assembleia de Freguesia das Caldas de Sorge aprovou, por maioria, o plano e orçamento. Houve seis abstenções, toda a oposição, e três votos a favor, dos Independentes.
No terceiro ponto da Assembleia de Freguesia das Caldas de S. Jorge, foi dada a voz ao povo da vila termal. Inscreveram-se, apenas, Francisco Costa e Ângelo Cardoso. O primeiro alertou para a necessidade de valorizar o que as Caldas têm, antes de se pensar em novas obras "se, afinal de contas, não há dinheiro. Para quê falar da construção de um circuito de manutenção, se já temos um no Campo de futebol do Caldas Sport Clube, que precisa de ser melhorado?" interrogou. Por outro lado, acrescentou, ainda "não vi esta Junta bater o pé à Câmara da Feira em nada. Quando eram oposição, não faziam outra coisa, agora mudaram porquê?" observou.
Já Ângelo Cardoso questionou José Martins em relação a um entendimento com S. João de Ver sobre os limites entre as duas vilas. "Será que serão, apenas, as Caldas a cederem?". Perguntas que ficaram sem resposta por parte do líder do executivo da Junta de Freguesia das Caldas de S. Jorge. "Já respondi ao que foi, agora, leventado", limitou-se a dizer José Martins.
O Plano e Orçamento acabaram por ser aprovados com os votos favoráveis, três, dos Independentes, com PSD e PS, um total de seis membros, a optarem pela abstenção. Conheça os argumentos da nova Junta da vila termal, bem como das bancadas do PSD e do PS na próxima edição do Correio da Feira.
In Correio da Feira Online.

Era uma vez... uma coisa faz de conta

Há muitos, muitos anos, numa terra longínqua desta nossa constelação de estrelas, haviam uns meninos e meninas que, uma vez por ano, mais ou menos 40 dias antes da Páscoa, realizavam uma grandiosa festa pagã. Com desfiles e tudo.

Tal efeméride, estava quase a atingir a maioridade quando, por razões aparentemente explicáveis, alguém (des)apareceu e atrás de si levou outros foliões que a faziam encorpar.

Estiveram quase a dar o salto, tendo até surgido oportunidades para desfilar noutras paragens à beira mar).

Mais subsídio menos subsídio (este último em larga escala), aquela festa ia crescendo com a incansável dedicação de simples anónimos que, fizesse sol, fizesse chuva, representavam quase na perfeição os Romanos, os Egípcios, os Chineses, as Freiras, os Pinguins, os Gatos e os Ratos ou o Batatoon. Eram uma boa MALTA, TODOS eles DIFERENTES e TODOS eles IGUAIS e que, quando se juntavam, mais pareciam uma verdadeira ALA DE NAMORADOS.

Nesses tempos, havia bairrismo, mas também um sentimento comum de apego à terra; havia combate mas também lealdade; havia vontade de ser melhor, mas também reconhecimento ou sinceros desabafos do tipo “...parabéns, até pró ano que vem...”.

E havia um Júri.

Mais coisa menos coisa, vivia-se por muitas semanas, o espírito folião. “- Este vai ser o nosso ano...” - ouvia-se muitas vezes.

Pois era com base nestes pressupostos, que a “coisa” se ia aguentando e, imagine-se, melhorando ano após ano.

Mas um dia, os (míseros) apoios começaram a claudicar. Pinga atrás de pinga, eles deixaram de chegar (pelo menos no período que mais falta faziam). Mesmo de quem lhe emprestava o nome, os parcos reis apareciam tarde e a más horas.

Tudo esmoreceu.

Com outros que entretanto haviam chegado, a terra foi mantendo a tradição. Com menos brilhantismo, é certo, mas, a verdade é que continuou.

Só que, criaram depois novas regras:

- Não. Não há Júri. Essa coisa infame.

- Subsídios? Nem pensar. O mais que podem fazer é vender umas rifas sem controlo algum. Um tipo que nem goste de folias, pode muito bem, à sombra de um papel branco com a impressão de uma máscara e dois balões com a inscrição “08, passar esse fim-de-semana prolongado numa qualquer pousada de charme.

Ou então, o grupo que se revelar mais perspicaz e audaz, conseguirá, ao fim de meia dúzia de dias, arrebatar o grosso dos parcos contributos que o povo vai ofertando.

Depois...
Bom. Depois são é horas de dormir. Um dia destes a história continua.

Boa noite...

Atento73

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Hoje Assembleia de Freguesia.


Hoje às 21:00h, no salão nobre da Junta de Freguesia de Caldas de S. Jorge, vai decorrer a Assembleia de Freguesia tendo como ordem de trabalhos o plano e orçamento para 2008.

Comarca de Azeméis acaba e St.ª Maria Feira passa a sede

Oliveira de Azeméis perde tribunal de comarca para Santa Maria da Feira. Esta alteração irá acontecer no âmbito do novo modelo de modernização do mapa judiciário, estando o Ministério da Justiça, ainda, a avaliar as soluções finais. A nova divisão territorial surge após um estudo elaborado pela Associação Sindical dos Juízes Portugueses (ASJP), com o objectivo de “atacar os problemas da justiça” e “introduzir aspectos de organização, administração e gestão” nos tribunais, afirma-nos António Martins, presidente da ASJP. Contudo, o documento ainda se encontra em avaliação quer por parte do Governo, quer por parte do PSD, parceiro do executivo no Pacto da Justiça, que visa agilizar o sector. António Martins desconhece, mesmo, para quando estará agendada a discussão do documento no Parlamento, acrescentando que o projecto é “ainda uma versão aberta” a rectificações. Segundo o magistrado, a reforma no mapa judiciário tem como linhas principais “uma nova matriz territorial”, um “novo modelo de gestão” e um “novo modelo de competências”. (...)
In Jornal Regional Online.

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Publicidade de uma Empresa gozando com os Escuteiros

Não sei se já viram o anuncio à Media Market, mas é bom que o CNE e a AEP tomem uma atitude !
Agora somos usados como PARVOS!
Deviamos indicar aos 60.000 Escuteiros se ainda querem comprar algo nesta Empresa!
To: Administração da Media Markt

Para ilustrar que só os parvos não vão à MEDIA MARKT, como forma de acção publicitária, a publicidade da empresa decidiu criar um país, a Parvónia, que tem hino e tudo.
Nos spots publicitários da empresa mostra-se o efeito que provoca a loja em quatro habitantes da Parvónia na primeira vez que a visitam. Para arranjar Parvónios, ou parvos, a empresa, os iluminados, entendeu que devia vestir um dos parvónios de fato e gravata, outro de militar medalhado, uma de miss Parvónia e pasme-se um fardado de ESCUTEIRO.
Ora isto constitui uma vergonha, um ultraje, uma calúnia à maior associação de jovens do país. Para se fazer publicidade, mesmo que a insultar os que ainda não são clientes, não há necessidade objectiva de se usar um lugar comum de calúnia fácil a quem tem uma opção de vida que, a meu ver, não ofende ninguém que não seja nem queira ser ou ter sido escuteiro. Que vantagem terá a empresa ao associar um escuteiro e um parvo? Algum recalcamento?
O escutismo é o maior movimento de jovens do planeta e integra mais de 30 milhões de pessoas. Em Portugal só o Corpo Nacional de Escutas, apenas uma das três associações escutistas/guidista existentes, tem HOJE mais de setenta mil associados.
Acredito que todos os portugueses, ao longo dos últimos cem anos, têm ou já tiveram uma ligação ao escutismo, através de um familiar ou através da sua própria vivência pessoal.
Eu, ABAIXO ASSINADO, não me conformo, exijo a retirada imediata do anúncio e um pedido de desculpa.
http://www.petitiononline.com/26031979/petition.html

Ass: Paula Carvalho.

Feira preside à associação de desenvolvimento

A Câmara da Feira preside à Direcção da ADRITEM - Associação de Desenvolvimento Rural Integrado das Terras de Santa Maria, com sede em Oliveira de Azeméis.
A ADRITEM é constituída pelos municípios de Santa Maria da Feira, Oliveira de Azeméis e Gondomar, e visa «promover o desenvolvimento sócio económico do território, a valorização dos recursos endógenos, a defesa da promoção do património natural, ambiental, cultural, etnográfico e turístico, o desenvolvimento do turismo rural, a promoção e apoio à comercialização de produtos locais de qualidade, a animação do espaço rural, a promoção e realização de acções de formação profissional, entre outras acções».
Segundo o presidente da Associação de Municípios das Terras de Santa Maria, Alfredo Henriques, «as freguesias rurais dos três concelhos que integram esta associação – Santa Maria da Feira, Oliveira de Azeméis e Gondomar – têm agora a possibilidade de apresentarem candidaturas a projectos de desenvolvimento rural».
Ápio Assunção, presidente da Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis, referiu que a ADRITEM é «um bom exemplo de dinamismo e associativismo, que dará um novo impulso ao desenvolvimento sócio-económico do mundo rural, ajudando as populações a preservar aquilo que é seu».
A Assembleia-Geral da ADRITEM é presidida pelo Município de Oliveira de Azeméis, representado pelo vereador António Rosa, e tem como vice-presidente a ADReDV – Agência de Desenvolvimento Regional de Entre Douro e Vouga, representada por Sá Correia. A Fundação Terras de Santa Maria, representada por José Manuel Leão, desempenha o cargo de Secretário da Assembleia-Geral.
O Município de Santa Maria da Feira, representado pelo vereador Emídio Sousa, preside à Direcção da ADRITEM, sendo vice-presidente a Associação de Artesãos das Terras de Santa Maria, representada por Dalmo Cerqueira. A FAMOA – Federação das Associações do Município de Oliveira de Azeméis, representada por António Grifo, é o Tesoureiro, sendo o Secretário a AMICAF – Associação dos Amigos da Cultura e Ambiente de Fiães, representada por Valdemar Ribeiro, e Vogal o Centro Social da Lomba, representado por Joaquim Santos Viana.
O Conselho Fiscal da ADRITEM é presidido pelo Município de Gondomar, tendo como representante Maria Germana Rosete. São vogais a Proleite – Cooperativa Agrícola de Produtores de Leite do Centro Litoral, representada por Manuel Santos Gomes, e Cooperativa Agrícola da Feira e S. João da Madeira, representada por António da Silva Pinheiro.

Aveiro Online.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Site de fotografias de Desporto ultrapassa as 17 mil visitas num ano

www.fotobolistas.com a um passo de tornar-se órgão de comunicação social . A ideia tem alguns anos, mas só foi concretizada há sensivelmente um ano.

Manuel Azevedo, autor do site www.fotobolistas.com, está a preparar uma mostra de fotografias desportivas que estará aberta ao público este ano. “Este Verão, farei uma exposição com base nas fotos do site, realçando as equipas do concelho da Feira”, adianta o fotógrafo profissional há 25 anos. O local e a data ainda estão por definir.

Com um ano de vida online, o www.fotobolistas.com, que até ao momento tem 7.110 fotografias para visualizar, recebeu 17.396 visitas até ao dia 6 de Janeiro, dia em que registou 140 visitas – recorde de visitas ao site num só dia.

Até essa data, foram feitos 255.267 cliques. “Em Dezembro, o site recebeu 60 visitas dos Estados Unidos”. Mas também foram feitos vários cliques na Alemanha, Brasil, Polónia, França, Holanda, Suíça, Inglaterra e Bélgica. “Já para não falar da Austrália e Angola», acrescenta.

“Estou expectante e penso que o site vai sofrer uma grande explosão quando o divulgar a sério”, refere Manuel Azevedo. O que será feito este ano. O www.fotobolistas.com parece um caso único no nosso país. “Não conheço nada semelhante em Portugal, pelo menos trabalhado desta forma”, explica o autor do site. “E é uma coisa sempre dinâmica a que me dedico nas horas vaga”.

Manuel Azevedo administra ainda, juntamente com Joaquim Castro, jornalista de viagens, fotógrafo e investigador da presença dos portugueses no Oriente, um outro site. O www.lumeworld.com surgiu há cerca de dois anos e vende fotos a órgãos de comunicação social e a agências de comunicação.

As imagens disponíveis são registadas em diversos eventos da região do Entre Douro e Vouga e não só – iniciativas desportivas, musicais, artísticas, entre outras – fotos da actualidade, bem como de paisagens e pessoas do Oriente, entre outras modalidades.

A 15 de Dezembro de 2007, o www.fotobolistas.com completou um ano de vida online. Um site de fotografias de várias modalidades desportivas, com incidência no concelho de Santa Maria da Feira. Imagens captadas no futebol de todos os escalões etários mais futebol feminino, além do futsal, basquetebol, hóquei em patins, voleibol e andebol.

Manuel Azevedo, fotógrafo há 25 anos e fotojornalista freelancer há 18, colaborador dos jornais Record, Jornal de Notícias e Terras da Feira, concebeu o site que está prestes a seguir um rumo ligeiramente diferente do inicialmente traçado. “O conceito assentou no facto de andar a tirar fotografias, a registar um pouco do que ia acontecendo, pelos campos onde os jovens praticam desporto com bola”, conta.

“Neste momento, tenho disponível espaço para publicidade e quero fazer do site uma espécie de órgão de comunicação social online que valoriza a fotografia”, revela o fotógrafo natural de Caldas de São Jorge.

Nesse sentido, o registo no Instituto da Comunicação Social está já a ser tratado. E, em breve, Manuel Azevedo tenciona colocar no site os resultados e classificações dos campeonatos das diversas modalidades. Uma secção destinada a memórias do desporto e outra de curiosidades também fazem parte dos seus planos.

Tudo começou com a colocação das fotografias online para vender. Havia uma tentativa de despertar o negócio da venda das imagens. “O resultado das vendas ficou muito longe das expectativas criadas, mas o interesse pelo site excedeu a minha própria expectativa. Parece uma contradição, mas não é”, sublinha.

O crescente número de visitas também ajuda a explicar a mudança de rota. O site é de acesso livre, só quem quer comprar uma foto é que se tem de registar. Os preços variam entre os dois e os oito euros.
In Terras da feira Online.

Carta Aberta à Junta de Freguesia de Caldas de S. Jorge.

Estava estes dias num café de Caldas de S. Jorge, e ouvi um elemento da junta que falava em tom elevado “Tudo o que aparecer no Blog das Caldas a alertar a Junta de Freguesia, esta vai fazer tudo ao contrário”.

Agora pergunto eu, qual é a ideia desta arrogância perante o Blog das Caldas?

Será que as chamadas de atenção são assim tão más?

Ou será que as verdades são inconvenientes?

Lamento esta atitude por parte da autarquia local, pois não nos calará, muito pelo contrário será um tónico para continuar-mos mais e melhor, sem que sejamos pressionados a deixar de criticar, de alertar, bem como elogiar quando deve ser feito.

Uma coisa é certa, com atitudes de arrogância política, esta junta demonstra o que verdadeiramente quer para a freguesia, e é bom que não se esqueça que as eleições estão mais perto do que parece, e esta atitude mais uma vez demonstrará que o “ABSOLUTISMO” E “REPRESSÃO” para com a comunicação social e para com os cidadãos serão uma má aposta.

Espero sinceramente que a autarquia local, colabore com quem colabora com a freguesia e se acha que de facto estamos a prestar um mau serviço à freguesia sugiro que retire do site da Junta o link que encaminha para o Blog das Caldas.

Para terminar, espero bem que este desabafo, tenha sido apenas isso mesmo um desabafo...

O Administrador do Caldas de S. Jorge Blogspot.

Junta “independente” apresenta Plano e Orçamento

Empossada em Dezembro último, na sequência de eleições intercalares, a Junta de Freguesia de Caldas de S. Jorge, constituída por independentes, tem, esta quarta-feira, o seu primeiro grande teste no exercício de funções, com a apresentação do Plano de Actividades e Orçamento para o ano de 2008. Os dois documentos que orientarão a actividade do executivo ao longo deste ano são submetidos à apreciação da Assembleia de Freguesia, na sessão marcada para depois de amanhã, às 21h00, no salão nobre da Junta.

Leia mais na edição impressa do "Terras da Feira"

In Terras da Feira Online.

Nota:

" Acho que já era tempo de estar publicado no site da junta o plano e orçamento.

Será que estão com receio que seja debatido os pontos no blog???"

Administrador do CSJ Blogspot.

Época termal principia a 11 de Fevereiro

As Termas de Caldas de S. Jorge iniciam a nova época a 11 de Fevereiro, promovendo uma campanha de descontos nas inscrições até ao final de Março, mas nos últimos dias têm estado em foco em várias frentes. Na televisão e na principal feira de turismo que se realiza em Portugal.

O director clínico das Termas, Pedro Cantista, foi entrevistado a partir da estância termal, no programa da RTP-1 “Portugal no Coração”. A dor era o tema do programa das tardes daquele canal e o director clínico aproveitou para realçar as propriedades terapêuticas da água mineral natural, capazes de atenuar a dor física, melhorar a recuperação de diferentes patologias e proporcionar efeitos positivos a nível psíquico.

Dias antes, como noticiámos na altura, as Termas tinham-se mostrado na Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL), integradas no stand da Grande Área Metropolitana do Porto, onde proporcionaram experiências termais aos visitantes, nomeadamente massagens corporais ou faciais.

A época termal que decorre até 13 de Dezembro, arranca no dia 11 e, no seu sítio de internet, é anunciada uma campanha de descontos de 50 por cento na inscrição até 31 de Março, na realização de 14 dias de tratamento.
In Terras da Feira Online.

"Venham todos dia 5 de Fevereiro. Desfile sai às 15h, junto ao Ginásio Boa Forma"

Não haverá classificações, nem júri, mas o grande público é chamado pela surpresa, pelo encanto e sedução dos grupos participantes. O desfile começa às 15h, junto ao Ginásio Boa Forma, um pouco antes da Bebecar, empresa que é líder do mercado da indústria da Puericultura.

Festa, tradição, o envolvimento dos diversos lugares da vila termal e até de freguesias vizinhas, a força do povo caldense e a folia de um desfile que "é curto, mas intenso. Poderá não ter a sátira de outros Carnavais, mas tem qualidade e uma apresentação de cada grupo, que faz toda a diferença. Venham todos às Caldas de S. Jorge. Quem já passou por cá, sabe que não se arrepende e volta, todos os anos". A convicção é manifestada por João Pedro, parte integrante da Comissão Organizadora do Carnaval das Termas de S. Jorge.
A passagem pela princesa da freguesia, as Termas de S. Jorge é referência obrigatória no roteiro da folia. São milhares os visitantes que percorrem cada artéria da vila termal, no dia de 5 de Fevereiro próximo.
O grupo organizador conta com o apoio "da Junta de Freguesia das Caldas. Temos muita gente nova que nos procura, para ajudar. Tem sido fantástico, um entusiasmo crescente, que nos deixa um orgulho grande, porque assim a tradição continua", revela João Pedro. Leia mais na edição em papel do Correio da Feira.

In Correio da Feira Online.

FOTOS DO CARNAVAL 2007...

domingo, 27 de janeiro de 2008

Rastreio Auditivo...

No dia 6 de Fevereiro do corrente ano, vai-se realizar no Salão Nobre da Junta de Freguesia de Caldas de S. Jorge, um rastreio auditivo inteiramente grátis.
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Aconselha-se a todas as pessoas que nesse dia se desloquem à Junta de Freguesia para efectuar gratuitamente esse rastreio.
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Mais vale prevenir que remediar...

CARNAVAL 2008...

O Carnaval das Termas realiza-se no dia 5 de Fevereiro, tendo incio pelas 15 horas.

Os Grupos Participantes:*
Os Desalinhados
Os Associados
Mil e Uma Noites
Os Nevadas
Teens
Krenotrapicos
Os Foliões
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* Ainda se considera a entrada de outros grupos.

Nesta edição do Carnaval das Termas os grupos participantes não estão sujeitos a avaliação nem serão classificados.

No final do corso, realizar-se-á um convivio no salão paroquial aberto á comunidade.

sábado, 26 de janeiro de 2008

Nota do Administrador para a Autarquia Local...



Acho que esta junta de freguesia, está a ter um papel importante para colocar o site oficial da freguesia actualizado. Tem-se vindo a verificar a cópia de todos os documentos oficiais, bem como actividades promovidas pelas entidades oficias a serem antecipadamente publicadas. No meu entender, é um passo importante para a divulgação e credibilidade da instituição.

Por esse motivo, eu dirigi-me ao site da junta de freguesia a fim de consultar o plano e orçamento para 2008, qual o meu espanto de não estar acessível ao cidadão comum. Razão pela qual, venho alertar a Junta de Freguesia, logo após a calendarização da data de Assembleia de Freguesia, devia ter sido exposto o plano e orçamento, pois acho que só desta forma demonstra que a instituição não camufla as promessas eleitorais, bem como os verdadeiros objectivos para este ano.

Eu compreendo que a lei, só obriga a divulgação para os elementos da Assembleia de Freguesia, mas acho que a transposição dos dados também para o cidadão anónimo, faz com que as instituições não obstante de serem sérias o façam por parecer...

Para os "deficientes do Orfeão"!!!

Esta de andarem sempre a pedinchar no meio da estrada, já não é novidade...

Usarem o nome do Orfeão da Feira para pedincharem, também não é novidade...

Qual o meu espanto, quando esta manha ia para os lados da Mealhada, numa rotunda, em Albergaria, deparo-me com os famosos “pedintes” do Orfeão da Feira. Numa tentativa de quase suicido, colocam-se à frente do meu “Mercedes”, e pedem-me para comprar umas rifas para ajudar “OS DEFICIENTES DO ORFEÃO”. Mas como eu estava com muita pressa para ir ter com um cliente, pois tinha marcado ao meio-dia num restaurante da Mealhada, não pude alargar a conversa, com muita pena minha.

Á vinda para Caldas de S. Jorge, optei por vir na nova auto-estrada que passa por Ovar, Qual não é a minha surpresa, lá estavam desta vez em Ovar os pedintes do Orfeão. É nestas alturas que eu pergunto se eles não têm uma “máquina do tempo”, já não basta serem suicidas, chatos, ainda por cima estão em todo lado, são piores que melgas, não existem “mafu” que os elimine.

Para terminar pergunto eu, mas que raio de DEFICIENTES, existe no Orfeão???

Fotos tiradas na rotunda em Albergaria...

Como é difícil ser-se Licenciado em Psicologia no Concelho da Feira

Neste início de 2008 e após completar um ano desde que concluí a Licenciatura em Psicologia, pela Universidade do Porto - Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação, decidi fazer um balanço sobre o que é ser licenciada em Psicologia no concelho de Santa Maria da Feira. Um balanço que não é de todo positivo, mesmo com todo o esforço, persistência e procura ainda não me encontro empregada. Após a Licenciatura de 5 anos, fiz uma Pós-Graduação em "Psicologia nos Centros de Saúde" e ainda, dois cursos de Formação Contínua intitulados "Recrutamento e Selecção de Pessoal" e "Intervenção Psicológica na Oncologia".

Os nove meses de estágio curricular no Hospital de São Sebastião, realizado com toda a minha dedicação e empenho profissional e pessoal foram a minha primeira experiência de contacto, como profissional, com as instituições feirenses. Neste contexto pude constatar a dificuldade de acesso da comunidade feirense aos serviços de saúde mental, sendo o HSS quase exclusivamente a única oferta pública destes serviços.

Enquanto estudava não imaginava que o panorama da (não) empregabilidade na área da Psicologia estivesse caótico, como de facto está. Desde a conclusão da licenciatura enviei cerca de 250 candidaturas espontâneas, das quais mais de 50 para instituições do concelho de Santa Maria da Feira*; já foram mais de 600 euros nos CTT - pelo menos alguém ganha com o desemprego de outros!
Em Janeiro de 2007 surgiu uma luz ao fundo do túnel, o programa de estágios profissionais na administração pública local (PEPAL), no entanto, todos os autarcas "conhecem", pelo menos, uma psicóloga, mas eu não "conheço" nenhum autarca… Todos os concursos se revelaram ilusórios/fictícios e, por vezes, uma mera formalidade para integrar psicólogos já pertencentes à instituição!

Este testemunho, além de ser um balanço pessoal, serve também para que toda a Comunidade Feirense tenha conhecimento que os Psicólogos, de que tanto necessitam, - ouço todos os dias: "Os psicólogos são tão precisos", "A escola do meu filho não tem psicólogo", "Espero tanto tempo por uma consulta de psicologia"- existem e que estão dispostos a trabalhar, no entanto as instituições do concelho de Santa Maria da Feira devem ter outras prioridades, que não a Saúde Mental… Actualmente existe um défice no que diz respeito ao acesso da Comunidade Feirense a serviços de Psicologia e isso acontece nos grupos mais vulneráveis, as crianças e os idosos. Gostava, sinceramente, que os órgãos competentes vissem a Saúde Mental como uma prioridade na intervenção no Concelho da Feira, a vanguarda tão pretendida passa também por não descurar este aspecto.

Saliento o excelente trabalho das I.P.S.S. do concelho da Feira, integrando na sua maioria, técnicos de Saúde Mental, sendo apenas de lamentar que se tratem de "empresas familiares e/ou partidárias".

Face a este cenário, pondero a possibilidade de emigrar, uma vez que o meu Concelho, o meu Pais, não precisa de mim e das minhas competências enquanto Psicóloga. Não posso esperar mais de um país que não valoriza a Saúde Mental e os seus profissionais...

É com mágoa que concluo dizendo que na área da Saúde Mental continuamos a ser o "Portugal dos Pequenitos"…

Susana Paiva

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Debate Público em Defesa do SNS

"Exmo. Sr. Administrador do C.S.J.
:A Comissão Coordenadora Concelhia do Bloco de Esquerda, vem por este meio, reconhecer o esforço, trabalho, dedicação e imparcialidade com que têm pautado o vosso trabalho, em defesa das populações.
Deste modo, vem pedir a vossa colaboração na divulgação de uma iniciativa que vai promover no próximo Sábado, 26 de Janeiro de 2008, pelas 21.30 H, no auditório da J.F. de Santa Maria da Feira (Junto ao Complexo das Piscinas).
Esta iniciativa apesar de ser patrocinada pelo Bloco de Esquerda, é transversal a toda a sociedade, pelo que, não tem um carácter iminentemente partidarizado.
A iniciativa consiste num debate público, em defesa do Serviço Nacional de Saúde, aberto a toda a população e que tem como oradores o Dr. João Semedo (Deputado) e o Dr. Strech Monteiro (Médico).
Para facilitar a vossa publicação, em anexo é enviado o folheto da iniciativa, bem como o texto promocional.
Gratos pela vossa atenção e com votos reforçados de continuidade do vosso bom trabalho.
A C.C.C. do Bloco de Esquerda de Santa Maria da Feira"


O Bloco de Esquerda convida todos os Feirenses, a estarem presentes, no próximo Sábado, 26 de Janeiro de 2008, pelas 21,30h, no Auditório da Junta de Freguesia de Santa Ma
ria da Feira.

Grande Debate em defesa do Serviço Nacional de Saúde com João Semedo (Deputado) e Strech Monteiro (Médico).

O Propósito de defesa do Serviço Nacional de Saúde é um sentimento que atravessa toda a sociedade Portuguesa.
Porque todos os cidadãos têm direito a ter acesso a cuidados básicos de saúde, e porque o estado Português tem a obrigação de promover e facilitar esse acesso.

Todos por um Serviço Nacional de Saúde, Geral, Universal e Gratuito.


MAIS SUCATA ... TUDO PARA O PERM....

Capacidade chegou ao limite. PSP de S. João da Madeira tem 160 viaturas apreendidas, das quais 120 estão já guardadas num sucateiro em Santa Maria da Feira.

Veículos enferrujados e motas envelhecidas fazem das traseiras da PSP de S. João da Madeira um autêntico cemitério de sucata. Sem espaço livre para colocar mais viaturas apreendidas, a esquadra sanjoanense é forçada a enviar os carros para outras paragens, revela o comandante, Carlos Duarte.


Dos 160 veículos capturados, 40 foram suficientes para atingir a capacidade máxima da PSP, que utiliza um parque cedido pela câmara municipal, nas traseiras da esquadra. Por falta de espaço, as restantes 120 viaturas tiveram que ser colocadas no “’Sucateiro Brandão’, em Santa Maria da Feira”, afirma o responsável pela PSP sanjoanense.


Esta sobrelotação do parque com viaturas vindas de processos judiciais não só cria uma imagem degradante em torno do local como prejudica a própria gestão interna, sublinha Carlos Duarte. “Há carros na rua e na parada interna, o que dificulta a gestão da frota interna”, vinca.


Para tentar contornar o problema, o comandante conta que, neste momento, “está a ser dada prioridade aos veículos em fim de vida”. E concretiza: “Uma viatura nestas circunstâncias não pode ficar mais de 48 horas na via pública. Notificamos logo os proprietários para remover o veículo. Se não o fizerem, o automóvel é enviado para o centro de desmantelamento de carros em fim de vida, situado em Rio Meão”.


Mas a escassez de espaço, para guardar viaturas oriundas de intervenções policiais, não é uma situação exclusiva da PSP de S. João da Madeira. As esquadras dos outros 13 municípios da Área Metropolitana do Porto (AMP) debatem-se com a mesma dificuldade. Completamente entupidas de motas e carros apreendidos, aguardam por uma resposta que venha solucionar o problema.


Parque na Feira pode ser solução
Neste sentido, a AMP gizou um plano que poderá ser a tábua de salvação para as autoridades policiais dos 14 concelhos que a sua área abrange. O projecto arrancou no ano passado e prevê a instalação de um Parque Empresarial de Reciclagem de Materiais, em Santa Maria da Feira. Para evitar a contaminação do solo com o derrame de óleos, o parque será construído em dois terrenos devolutos impermeabilizados.


Esse equipamento deverá albergar os veículos apreendidos pelos agentes da PSP da AMP, onde se insere a esquadra de S. João da Madeira. O comandante da PSP sanjoanense aplaude a iniciativa e anseia pela sua rápida concretização: “Seria óptimo! Estamos mesmo a precisar!”.


Mas o processo “ainda está no início”, como adiantou ao “LABOR”, Albano Carneiro, assessor para o Ambiente e Transportes da AMP. Neste momento, “está a decorrer a avaliação do número de viaturas que deverão ir para o futuro parque”. Segundo este engenheiro, “a ideia nasceu em 2007, para tentar resolver um problema que não só dá muito mau aspecto às esquadras e cidades como também dificulta a gestão do espaço”.


Para já, “não é possível avançar com datas do início da obra nem com o investimento previsto para o parque”, sabendo-se apenas que está em curso a fase de recolha e análise da informação, salienta Albano Carneiro.


A realização do estudo prévio mereceu já um pequeno financiamento comunitário e estima-se que a construção possa ser contemplada com fundos do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), refere ainda o “Jornal de Notícias”.


In Labor Online.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Candidatura ao cabaz

Não concorda aquele presidente de instituição que se dê, de mão beijada, subsídios de centenas de euros a pessoas novas e saudáveis, sem se lhes exigir algumas horas de contributo à sociedade que suporta a inactividade.

Já não havia fila. Quase todos tinham sido inscritos e empiricamente avaliados. Era a antepenúltima. Relativamente jovem, na casa dos trinta, bom aspecto, bem aperaltada, mãos finas e tratadas, dedos anelados, sinal de não trabalho, pelo menos duro, telemóvel de boa gama bem à vista, fixou, altaneira, a escriturária. Estava presente o presidente da instituição. Por mero acaso.

Diga-me, então, o seu nome:- Fulana de tal de Pinho. Idade: - Trinta e tantos anos. Agregado familiar: - Sou eu, mai-lo meu homem e os dois pequenos. Profissão: - Não temos. Qual o seu rendimento: - Quinhentos e quê euros que recebemos do rendimento mínimo. E como passam o tempo: - Eu ando por aí e levo os pequenos à escola e o meu homem dá por aí umas voltas, na freguesia e pelas vizinhas e recolhe umas sucatas. E isso rende alguma coisa: - Sim, dá sempre uns trocados p’ros copos dele e tem semanas que chega a tirar uma pequena féria. Onde mora: - Ali no bairro social, desde há pouco tempo. Eu antes morava numa freguesia não muito longe daqui. Quanto paga de renda: - Está na casa dos dez euros.

Todo este questionário na secretaria de uma instituição pública que deliberou atribuir um cabaz de Natal às famílias mais precisadas da freguesia, para evitar dar o modesto, mas mesmo assim significativo, bodo a quem o desmerecesse, por ter receita familiar média que lhe permitisse, se gerida, manter certa qualidade de vida.

Oh senhora! Então com o rendimento que tem, a viver numa casa de renda social, acha que deve ter direito a esta pequena oferta da instituição? - Ora, disseram-me que havia inscrições para uma consoada e eu acho que tenho também direito. Faz-me lembrar o desabafo de um político logo que, nos anos 70, foi instituído o SNS (Serviço Nacional de Saúde). Logo que instituído, começaram a aparecer montes e montes de pessoas nos Hospitais e Centros de Saúde. E ouvia-se de muitas vozes: “Eu venho aqui porque tenho direito”. Mas que doença tens, afinal? “Nenhuma, mas quero ser visto pelo médico, porque tenho direito”. Retoma-se o diálogo. Olhe, minha senhora, nem sequer assentamos o seu nome, porque temos a certeza de que a vai comprar um cabaz bem melhor do que o que vamos dar aos mais pobres, aos que realmente precisam, porque têm menos rendimento e mesmo esse é ganho a trabalhar, a fazer alguma coisa de útil.

Este é o relato de caso real que nos foi passado pelo presidente aludido no primeiro parágrafo, pessoa também com experiência nas lides executivas autárquicas e que foi desbobinando o que sentia perante amigos da sua roda, manifestando o seu desacordo com a displicência com que se atribuem subsídios, sem ao menos uma consulta, mesmo que não vinculativa, à autarquia. A Junta de Freguesia é quem conhece toda a gente e, em situação de alguma dúvida, conhece os que estão mais na proximidade e que podem informar, ou, se for caso disso, garantirem qualquer declaração com o seu testemunho.

Mas ele ia mesmo mais longe nas suas exigências. Que as juntas de freguesia fossem parte na elaboração e validação dos processos de candidatura aos subsídios sociais e, mesmo depois de aprovados, deveriam levar despacho quanto à inserção no mundo do trabalho e na sua adequação ao meio, se morando em complexos sociais.

Não concorda aquele presidente de instituição que se dê, de mão beijada, subsídios de centenas de euros a pessoas novas e saudáveis, sem se lhes exigir algumas horas de contributo à sociedade que suporta a inactividade. E diz conhecer, na terra dele, várias pessoas que não trabalham porque… é melhor andar ao alto, tendo quem lhes mantenha o canastro.
Na altura em que foi instituído o rendimento mínimo garantido (agora mudado de nome) falava-se muito no mercado social de emprego e que constava exactamente da prestação de alguns serviços à comunidade, desde apoio a idosos (com a preparação prévia, claro) até à limpeza de matas e valetas e ribeiras e até à vigilância de florestas na época de fogos. E quem recebe os subsídios só porque os requereu, se saudável e em idade activa, não deveria ter implícito no eventual deferimento a dada de algumas horas de trabalho a quem lhe alimenta a ociosidade? Eu estou com o meu interlocutor do primeiro parágrafo. E lembro aquele ditado bem antigo: A ociosidade é a mãe de todos os vícios.

♦ José Pinto da Silva
In Terras da Feira Online.

Assembleia de Freguesia de Caldas de S. Jorge...


Na próxima quarta-feira, dia 30 de Janeiro 2008, pelas 21:00h realiza-se a primeira Assembleia de Freguesia do novo executivo, tendo como ordem de trabalhos;

- A discussão e aprovação das opções do plano e propostas de orçamento para o ano de 2008.

Nota:
Diga-se que no ofício apresentado, diz “discussão e aprovação”, pessoalmente acho que está errado, pois o plano pode não ser aprovado, logo deveria dizer “e votação”, mas julgo que haverá pessoas mais indicadas para dizerem de sua justiça.

Termas de S. Jorge em todo o mundo, via RTP 1

Pedro Cantista é o director clínico das Termas de S. Jorge e teve oportunidade de abordar a oferta do espaço, da vila caldense, para além de outros espaços, no norte e centro do País, no programa Portugal no Coração, da RTP 1.


Nada melhor do que as termas para acabar com a dor. Em cada tratamento, os aquistas encontram a resposta mais eficaz para terminarem com o sofrimento. Pedro Cantista é o director clínico das Termas de S. Jorge e teve oportunidade de abordar a oferta do espaço, da vila caldense, para além de outros espaços, no norte e centro do País, no programa Portugal no Coração, da RTP 1. Foram cerca de dez minutos, em directo, do concelho de Santa Maria da Feira, que garantiram visibilidade internacional às Termas de S. Jorge. "Fica o desafio para que venham às Caldas de S. Jorge, é uma forma excelente de contrariar o stress de uma vida intensa, de trabalho e de muitas preocupações. Quem vem aqui uma vez, aprecia a experiência", revelou Pedro Cantista, na intervenção efectuado no referido programa televisivo, que é visto por milhares de emigrantes, nos quatro cantos do mundo.Tendo a água da vila termal como bem essencial, as Termas de S. Jorge estiveram bem representadas, recentemente, na BTL de Lisboa, a Feira Internacional de Turismo, visitada por mais de 70 mil pessoas. Um evento que juntou 55 países. O concelho feirense recebeu uma menção honrosa, pela força da Viagem Medieval de Terra de Santa Maria. Espaços como o Museu do Papel das Terras de Santa Maria, em Paços de Brandão, o Laboratorium do Visionarium, em Espargo, o Parque Ornitológico da cidade de Lourosa estiveram, igualmente, representados na BTL, sem esquecer o evento Imaginarius, Festival Internacional de Teatro de Rua, também ele divulgado.
In Correio da Feira Online.

"Castelo da Feira é um exemplo para o País"

"O Castelo da Feira é um monumento emblemático de Portugal e esteve na génese da nação do País. Aos mostrarmos o nosso património, estamos a ganhar o presente e a conquistar o futuro". Foi desta forma que Cavaco Silva elogiou a maior referência das Terras de Santa Maria, o imponente Castelo feirense.

Escolheu monumentos ligados à fundação de Portugal. Não foi por acaso que Cavaco Silva, presidente da República, escolheu o Castelo de Santa Maria da Feira. "Este é o lugar certo para concluir as II Jornadas do Roteiro para o Património, para defesa, valorização e promoção do património português", realçou na cidade de Santa Maria da Feira, no Salão Nobre do ex-libris da região. O chefe de estado não se coibiu de elogiar a Comissão de Vigilância do Castelo, a caminho dos 100 anos de existência. "Foram 8, 9 anos na recuperação do Castelo, mas o resultado final é digno de ser apreciado", afiançou o presidente da República.

O último dia de Cavaco, nestas jornadas, começou, cedo, em Arouca. Do programa constou a visita ao Mosteiro de Arouca, aos Claustros e Igreja e ao Museu de Arte Sacra da Real Irmandade da Rainha Santa Mafalda. Cavaco Silva chegou ao Castelo da Feira ainda antes do meio dia. À sua espera estavam jovens de Jardim-de-Infância do Montinho, da cidade da Feira, para além de três meninas fogaceiras, que ofereceram a fogaça ao "presidente".

Após uma visita ao ex-libris das Terras de Santa Maria, o presidente da República participou na Apresentação do livro "Terra de Santa Maria: Terra Mãe do Primeiro Portugal". O Chefe de Estado foi acompanhado pela ministra da Cultura, Isabel Pires de Lima, por Ludgero Marques , presidente da Comissão de Vigilância do Castelo, Alfredo Henriques, presidente da Câmara da Feira, para além de muitas outras instituições do concelho e da região.

Foi a segunda passagem de Cavaco Silva ao concelho. Esteve, recentemente, na vila de Santa Maria de Lamas, na Associação Portuguesa da Cortiça. Agorsa, passou pelo centro histórico da Feira, em visita ao Castelo, a maior referência das Terras de Santa Maria.

Texto de Ângelo Pedrosa e Manuel Rodrigues
In Correio da Feira Online.

Sean Riley and the Slowriders em Santa Maria da Feira

Sean Riley and the Slowriders (na foto), Nina Nastasia e Terry Lee Hale são as novas confirmações do cartaz do Festival para Gente Sentada, a decorrer no Cine-Teatro António Lamoso, em Santa Maria da Feira.

A banda portuguesa, que continua a apresentar o álbum de estreia "Farewell", sobe a palco no dia 22 de Fevereiro, o mesmo dia da nova iorquina Nina Nastasia e o guitarrista Terry Lee Hale.

O nosso site falou recentemente com o mentor do projecto de Coimbra, numa entrevista que pode ouvir aqui.

O Festival para Gente Sentada decorre também na noite de 23 de Fevereiro, com os concertos de Richard Hawley, Joe Henry e Norberto Lobo.

Os preços dos ingressos variam entre os 15 (um dia) e os 20 euros (dois dias), se comprados antecipadamente, e entre os 18 (um dia) e os 25 euros(dois dias), caso sejam adquiridos no dia do espectáculo.
In Cotonete

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Câmara Municipal Poda Árvores…

Estes dias os funcionários da Câmara Municipal tem procedido à poda de várias árvores da freguesia, nomeadamente em frente á junta de freguesia e na rua de Arcozelo.
Acho que também já é tempo de as entidades oficiais procederem à poda de todas as árvores do parque termal, pois a ausência da mesma durante vários anos, está a por em causa a própria segurança de todas as pessoas que por lá andem. Espero que a Junta entenda este alerta como um aviso e não como acto arrogante de quem alerta.

BLOCO DE ESQUERDA...

DEBATE PÚBLICO
Serviço Nacional De Saúde
Sábado, 26 de Janeiro pelas 21:30h
Auditório da Junta de Freguesia de Santa Maria da Feira.
Com:
João Semedo - Deputado
Strech Monteiro - Médico

Castelo quer quinta...

O castelo de Santa Maria da Feira pretende afirmar-se , cada vez mais, como "pólo de desenvolvimento cultural , escolar e artístico", dizem os responsáveis.
A Comissão de Vigilância do Castelo, que completa 100 anos de existência no próximo ano, tem projectos para crescer , também, no aspecto turístico.
Mas, para isso, precisa de incorporar a Quinta do Castelo, uma área de 17 hectares contígua ao castelo, propriedade da Segurança Social, cuja cedência, segundo o que o JN apurou, está nas mãos do ministro da tutela.

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

In Certas Confidencias...Online.


Há dias, um amigo de longa data, lançou-me o desafio de escrever qualquer coisa sobre o Associativismo e o seu papel no desenvolvimento de uma terra ou região. Como tenho algumas dificuldades em negar esses “desafios”, decidi então, aceder. Fraca hora...
Não foi preciso muito tempo, para perceber, o quão difícil é “dissertar” sobre esses movimentos que constróem e defendem a democracia participativa, que reforçam a intervenção dos jovens na vida social, numa simbiose entre a experiência dos mais velhos e a perspectiva dos mais novos na luta por uma mais ampla consciência socio-cultural.
E ainda mais difícil se torna a partir do momento em que o tal desafio nos é colocado por pessoas que, sendo participantes activos e activistas dos mais diversos movimentos associativos, tanto têm dado da sua vida pessoal em favor do progresso social e do desenvolvimento da sua terra. Não pretendo, de forma alguma, questionar os métodos de dinamizar as diferentes associações, na medida em que, cada caso é um caso, e cada caso é, seguramente, merecedor do mais profundo respeito.No entanto, arrisco “opinar” e apresentar a minha visão (oficial) sobre o papel que poderá desempenhar uma associação ou o movimento associativo em geral, na (re)introdução de dinâmicas de desenvolvimento e de inclusão neste nosso território.
Nos mais diferentes níveis de acção, as Associações podem, efectivamente, desempenhar um papel importantíssimo no desenvolvimento socio-cultural, como base estratégica do desenvolvimento de cada região. Como tenho defendido regularmente, existe um caminho importante para (re)descobrir: o investimento voluntarista na reconstituição do tecido social de solidariedade. Falo, por exemplo, do envolvimento da população e dos grupos de cidadãos na valorização dos serviços de proximidade, nas formas de economia social, no envolvimento de todos na promoção de cada terra. No entanto, para que isso aconteça, será necessário que as associações se “abram” cada vez mais à sociedade e que promovam as inter-relações entre os diversos grupos de cada freguesia ou terra. Acima de tudo porque, com é normalmente aceite, as coisas podem representar um valor mais acrescentado se resultarem de uma dinâmica colectiva forte, através de uma conjugação de esforços...Normalmente, e salvo as devidas excepções, cada associação vive mais ou menos na expectativa da construção do respectivo e “imprescindível” edifício sede. Mas isso será assim tão fundamental? Cada vez que um elenco directivo qualquer se lembra em perpetuar para todo o sempre a sua passagem pela associação, terá necessariamente de ser através da construção de um edifício sede?
A que custo?
Quem paga?
Qual é o resultado do binómio custo/benefício?
Haverá, isoladamente, uma rentabilização efectiva do espaço?
Penso que não.Então qual é a solução?- Evidentemente que uma associação necessita de ter um espaço. Um espaço digno e um espaço onde seja possível o grupo desenvolver as suas actividades. Mas, talvez seja mais viável a conjugação de esforços no sentido da partilha e da comunhão dos espaços. E então, numa lógica em que as associações promovam actividades que ajudem ao desenvolvimento social da comunidade onde estão inseridas, nada melhor do que a existência de um espaço comum de reunião e acção/actividade, o qual pode ser dinamizado permanentemente, diariamente e com uma maior e melhor diversidade. Tipo um “Fórum Associativo e Cultural”: um espaço multicultural, onde qualquer cidadão, seja qual for a sua origem, cor, estrato social ou credo, possa, eventualmente, “sentir-se útil” e “sentir-se em casa”. Um espaço que combata “as solidões” de muitas pessoas que, por vezes, teimamos em não querer ver.
Por outro lado, talvez esse sentido de partilha do espaço permitisse ainda um maior desenvolvimento de um trabalho comunitário, solidário, despretensioso e impregnado de paixão e dedicação. Obviamente que cada um dos grupos associativos possuiria uma pequena área devidamente delimitada de introspecção, mas depois... Bom, depois, todo o “núcleo central” do “edifício” seria de uma vivência tal que resultaria numa simbiose (quase) perfeita das diferentes e diversas formas de trabalhar para a comunidade. Sem sobreposições... Cada associação com a sua especificidade. Cada grupo com a sua independência. Mas todos os grupos com um desígnio: uma melhor terra para viver...Porque fazer parte de uma associação é “...dar, sem nada estar à espera de receber...”
.Será utopia?

MORREU O "SILVINHA"

No início da tarde, vitima de acidente de viação (atropelamento ao que se crê) faleceu o António Alves da Silva, que S. Jorge conhecia como "Silvinha" ouTòninha do Barbeito".
Não disponho de pormenores, mas tratando-se de figura que se tornou de relevo, nem sempre pelos melhores motivos, merece a comunicação.
Talvez o blogue consiga mais detalhadas informações sobre o acidente.

José Pinto da Silva
***
"Pelo que o Blog consegui apurar, o “Silvinha” foi vítima de atropelamento, por uma viatura conduzida por uma Sra. que vinha de Louredo. Esse acidente pelo que apuramos ocorreu nas “três estradas” na Freguesia de Guisande perto do restaurante Algarvio.
É um fim trágico de uma pessoa emblemática, que muitas saudades deixa, principalmente inúmeras histórias, nomeadamente das suas famosas pinturas quer nos cafés, quer nas paredes do nosso parque desportivo.
Desde já o Caldas S. Jorge Blogspot lamenta esta perda de uma grande figura carismática.

O Administrador do CSJ Blogspot."

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Anti-tabaco ou fumadores?

Não há dúvida que a lei foi engendrada por um fanático a quem mostraram estatísticas de mortes e doenças originadas pelo vício de fumar e virou toda a artilharia contra os dependentes do cigarro.

Há quantos anos ocorreu este episódio! Eu ainda fumava e já larguei a habituação tabágica (a palavra bonita para dizer vício de fumar) há mais de vinte anos.

Passou-se uma época, de várias semanas, de grande carestia de tabaco, tendo os pontos de venda ficado totalmente exauridos, ao ponto de não terem nem para vender avulso. Eu, porque tinha certas afinidades junto de distribuidores, sempre ia sacando tabaco que saciasse a minha gulodice aspiradora e mesmo para suprir a falta a algum amigo.

Estava, a dada altura, num café da terra e entrou lá o ti Aventino do Gorro, homem já muito idoso e muito debilitado e de cara a espelhar tristeza. Foi ao balcão e pediu ao atendedor que, pelas almas de quem lá tinha, lhe arranjasse um maço de cigarros. Não tenho, senhor Aventino. Dispense-me ao menos um cigarrito que já não fumo há dois dias. Não aguento mais. Era mesmo de partir a alma ouvir o desespero daquele ancião que só saiu de casa, arrastando-se com muita dificuldade, pelo cigarro.

Ouvi a conversa e, do bolso falso baixo esquerdo do casaco tirei o maço que lá tinha, com bastantes cigarros ainda. Risquei o fósforo para lhe acender o primeiro e disse-lhe que levasse o resto, que lhos oferecia eu. E poupe isso que as coisas estão ruins, acrescentei à guisa de conselho. Ainda hoje me não fogem da memória os olhos de felicidade e de gratidão daquele homem.

Assisti também ao pedido angustiado, em pleno quarto de hospital, de um doente, muito doente que morreria poucos dias depois, de um cigarro. Dá-me um cigarro, fulano! Não trouxe cigarros e você sabe que não pode fumar. Dá lá tu, oh Sicrano! Eu já sabia p'ró que vinha e deixei o tabaco no carro e você sabe que o cigarro o prejudica. Porra, deixai-me fumar um cigarro que eu não me importo de morrer a seguir. Por consenso dos presentes foi-lhe dado um cigarro que ele aspirou, deixando fugir pelos olhos o prazer e a alegria inerente. A gente como estes, que se não podem deslocar, eventualmente internados em estabelecimentos de idosos, que tratamento se dar? É legítimo roubar-lhes estes últimos e simples prazeres, onde quer que estejam?

Eu não sou fumador. Agora. Fumei desalmadamente durante muitos anos e deixei quando entendi que devia deixar, sem que ninguém mo impusesse e sem recorrer a qualquer terapia de conforto. Jurei a mim mesmo que não fumaria mais e, sinceramente, não foi tão difícil assim. O último maço esteve comigo na mesinha durante 6 anos em pose de desafio, bem ao lado do isqueiro.

Entrou em vigor a Lei 37/2007, conhecida como a Lei anti tabaco, mas que designo como LEI ANTI FUMADORES, que, ao invés de serem considerados doentes dependentes, são olhados como quase assassinos e a quem, um destes dias vão obrigar a usarem chocalho para serem evitados. Como os leprosos nos idos tempos. Para a lei, mesmo que se consuma o dobro dos cigarros, não faz mal. É preciso é que se fumem onde o parteiro/pai da lei entende e nas condições que ele quis impor.

Se me dizem, ou eu sei, que determinado espaço não oferece segurança que baste, por precaução e para minha defesa, não entro, ou decido assumir o mesmo risco dos que já lá estão. Em qualquer espaço público onde haja o risco ou certeza de haver fumo (de cigarro ou outro), se receio sentir-me mal, não entro e procuro outro local. É esse o conceito que tenho da liberdade de escolha. Se no café onde costumo ir se começar a, todos os dias, discutir em altos berros seja que tema for e o barulho me incomodar, eu deixo de lá entrar. Ou suporto os berros e até entro na discussão.

Parece não restar dúvida de que esta lei, confusa e de interpretações difusas ao ponto de, depois de aprovada pelos deputados, irem ocorrer debates, no parlamento, guiados pelos seus fautores, para explicar aos deputados (que já aprovaram o que não leram ou não entenderam) o sentido e suporte da lei. Todos a deviam ler, para verem a dimensão da confusão.

Amos Oz, o grande escritor israelita, Nobel da Literatura e grande lutador pela paz entre Israel e Palestina, num livrinho titulado "Contra o Fanatismo" (ed. Asa) diz a certo ponto: "…o fanatismo está em todo o lado. Com modos silenciosos, civilizados (às vezes, acrescento eu). Está presente à nossa volta e talvez também dentro de nós. Conheço bastantes não fumadores que o (a você) queimariam vivo por acender um cigarro ao pé deles. Conheço pacifistas, alguns dos meus colegas do Movimento da Paz Israelita, desejosos de dispararem directamente à minha cabeça por eu defender uma estratégia ligeiramente diferente da sua (deles, pacifistas) para conseguir a paz com os Palestinianos". O ex-padre Nuno Higino (não fumador) disse, há dias, em entrevista que "A esquizofrenia em relação ao tabaco é um exemplo de Estado repressivo".

Não há dúvida que a lei foi engendrada por um fanático a quem mostraram estatísticas de mortes e doenças originadas pelo vício de fumar e virou toda a artilharia contra os dependentes do cigarro. Porque se não lembrou de propor, e mereceria o meu aplauso, que fosse proibida a comercialização de tabaco em todo o país? Como é com o haxixe e outras ervas. Sabe-se que se fuma, mas é proibido o comércio.

Porque se não deixa que existam estabelecimentos (cafés, pastelarias, restaurantes, bares, dancings, salas de jogo, etc. etc. etc.) onde possa fumar e outros onde o fumo seja interdito? O cliente entra, ou não, consoante aceita ou suporta o fumo. Já agora uma pergunta ingénua. Em lugar destinado a fumadores, é permitido que um não fumador lá esteja?

♦ José Pinto da Silva

In Terras da Feira Online.

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