sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Comentário ao comentário

foto : ...lebres e quase lebres.

...a propósito do comentário feito pelo nosso estimado PNCS, ao post " a rua do Bicalho"

Caro PNCS,
Começo por dizer que muito folgo em revê-lo nestas andanças. Como sabe, considero os seus comentários pertinentes, úteis e esclarecidos. Só lamento que este em particular seja, pelos motivos que indica, “excepcional”. Valeu no entanto pela destrinça que é feita entre o CCTRA e o empreendimento privado que será construído, com a abstenção do PS, na rua do Comendador Sá Couto.
Deixe-me no entanto esclarecê-lo, a si e aos leitores que nos acompanham, relativamente a algumas das matérias que aflorou no seu comentário.
É que enquanto mero colaborador convidado deste blog, não está na minha esfera de competências definir e impor o seu rumo editorial.
O Blog será sempre o que cada um de nós, os que intervimos e comentamos, quisermos que seja, e o meu “esforço”, se é que se pode dizer assim, tem ido no sentido de alimentar e permitir a sua continuidade. Admito no entanto que nem sempre da melhor maneira. Contudo é o que permite que outros intervenientes, tal como fez o meu ilustre interlocutor, possam a todo o momento dizer de sua justiça, o que de mais conveniente e elevado se lhes oferecer dizer, observando e respeitando as liberdades de cada um, o que infelizmente nem sempre acontece.
Seja como for, o objectivo é também promover neste espaço de debate, um confronto saudável de ideias, o que significa dizer que o enriquecimento desses debates depende naturalmente da envolvência de todos.
No seguimento desta linha de raciocínio, acredite que nunca foi minha intenção “conspirar” pelo menos deliberadamente contra quem ou o que quer que seja. Na realidade, os temas que proponho ou as opiniões que defendo, traduzem aquilo que em consciência considero serem algumas das fragilidades e/ou incongruências mais evidentes do nosso …chamemos-lhe sistema.
Nesse sentido, não me repugna nada, mesmo nada, a ausência de unanimismo, para utilizar uma expressão sua, em torno desses mesmos temas ou opiniões. De resto, é absolutamente normal que assim seja, e não será pelo facto de o estar aqui a enunciar que pretendo demitir-me de qualquer crítica que me possa vir a ser endereçada.
Mas ainda relativamente ao seu comentário propriamente dito e a propósito da aparente “conspiração eclética” que refere, permita-me transcrever aqui a seguinte definição de ecletismo ( ou ecleticismo) que retirei da Wiki :
Victor Cousin : (1792-1867): o objectivo desta filosofia é, segundo o seu autor, "discernir entre o verdadeiro e o falso nas diversas doutrinas e, após um processo de depuração e separação através da análise e da dialéctica, reuni-las num todo legítimo, com vista à obtenção de uma doutrina melhor e mais vasta."
Ora, esta parece-me ser inegavelmente uma boa postura intelectual. Revela um estado de lucidez positivo e construtivo. É uma postura que deveria ser adoptada pela nossa classe política que intelectualmente se está a tornar cada vez mais esquelética e cada vez menos eclética.
Neste contexto, sou levado a declinar o epíteto de “conspirativo” aceitando ao mesmo tempo e de bom grado o de eclético.
No que respeita ao teor do Post que suscitou o seu comentário, não me parece que haja em nenhum momento alguma referência que possa ter beliscado o profissionalismo e a ética deontológica pela qual se rege o meu ilustre interlocutor.
Como é por todos sabido, o ilha-bar tornou-se efectivamente um espaço de referência a vários níveis, inclusivamente no que concerne à sua arquitectura.
As loas foram tecidas em devido tempo e eu subscrevo-as inteirinhas. Não há com o ilha, como transparece do seu comentário, nenhum problema ( excepto o molho da francesinha ) e portanto, tudo quanto é referido no post não contradiz em nada esta evidência.
O que pretendi salientar não tem portanto que ver com isso, tem sim a ver com a tentativa por parte do presidente Alfredo Henriques, de utilizar esta obra das Caldas de S. Jorge como arma de arremesso político para justificar o tal “monstro arquitectónico” a ser construído na Feira, esgrimindo para isso argumentos, que não estou absolutamente seguro de que sejam os melhores e os mais correctos.
Mas vamos à matéria de facto que é como quem diz, vamos pôr as lebres a correr no prado.
Para isso coloquemo-nos as seguintes perguntas :
- Será que houve mesmo alguém que tivesse votado contra a edificação do Ilha? …Quem ?
- Será que houve mesmo críticas enormes à sua reconstrução ? …Por parte de quem ?
- Será que num dado momento a edificação do ilha não chegou a estar suspensa por falta de licenciamento da CCDR(N), indiciando falhas processuais ?
- Será que a ADRITEM, de cuja direcção faz parte o vereador Emídio Sousa, não financiou ( de forma legal, obviamente) uma parte significativa do respectivo caderno de encargos?
- Será que o pelouro que promoveu o concurso público de concessão não é tutelado pelo mesmo vereador Sr. Emídio Sousa?
- Será que a Junta de Freguesia de Caldas de S. Jorge, teve, tem ou terá algum benefício pecuniário (ou outro) no decurso da exploração do Ilha?
Acredite meu caro que poderia continuar, como de resto muito bem sabe, nesta lógica “conspirativa” de intermináveis “serás” e só não o faço porque afinal de contas e vindos de quem vem, estes “serás”valem o que valem. Conforme disse inicialmente, tento expor as fragilidades e incongruências do sistema.
Há um ponto em particular em que estou de acordo com o seu discurso.
A afirmação que faz a respeito do ilha e passo a citar : - ”… é uma realidade, ( não é só um conjunto de palavras) e isso é que importa".
Por outro lado, discordo totalmente quando diz: - "…a bola não se chuta apenas para a frente”.
É que é por essas e por outras, que alguns clubes da Liga estão onde estão, e já agora se me permite, aqui nas Caldas não há sequer quem reponha a bola em jogo a não ser o nosso estimado ATM, que pela sua natural e louvável dinâmica, faz de quando em quando uns arremessos pela linha lateral.
Finalizo, retribuindo os cumprimentos que me endereçou e fazendo votos sinceros de que nos possa continuar a honrar com a sua presença neste blog que como muito bem sabe, não é meu mas sim  ...de todos nós.

Termino pois este post, lançando-lhe um repto que estou certo irá considerar nas suas cogitações.

- Qual a sua opinião relativamente às propostas apresentadas pelo nosso estimado ATM para o desenvolvimento das Caldas de S. Jorge ?

Até Já.

bettencourt

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

...a rua do Bicalho.

foto: ...sem comentários.

O presidente Alfredo Henriques, disse ao Correio da Feira, no seguimento de algumas críticas feitas à construção do futuro Centro de Artes de Rua o seguinte: 
…"Cada um usa os termos que entende. A grande satisfação que tenho, em situações como esta, é que vejo estas críticas e fazem-me lembrar as críticas enormes que houve à construção do Ilha Bar, nas Caldas de S. Jorge. Também nesse processo, foram vários os reparos, pessoas a votarem contra e, hoje, não há ninguém que não passe pelo local e diga: está aqui uma obra digna de quem a fez e quem a projectou. Estou convencido que vai suceder o mesmo agora em toda a zona envolvente do Centro de Artes de Rua".

O meu reparo, é que apesar de politicamente correcta, porque visa um objectivo político específico, esta comparação pretende na realidade, fazer calar por força do argumento, qualquer voz mais discordante e eventualmente mais incómoda que se possa insurgir contra a anunciada edificação do Centro de Artes de Rua.
No meu ponto de vista, trata-se do recurso a um silogismo cujas premissas foram habilmente distorcidas, resultando na óbvia falácia de se pretender comparar David a Golias, que de comum apenas tinham o facto de serem assexuados. Cada um à sua maneira.
Na realidade, esta comparação menos feliz, entre a (re)construção do ilha – bar, vulgo ZIP ZIP em Caldas de S. Jorge, e o suposto "monstro" arquitectónico que a autarquia pretende erguer no centro da Feira, incide sobre “volumetrias” que não são, nem podem ser comparáveis.
Desde logo, pelo “volume” de investimento necessário à execução de cada uma delas.
Depois, pela diferença abismal que existe entre as áreas de implantação das respectivas edificações, e por fim, mas mais substancialmente ainda, pelas acentuadas diferenças ao nível das repercussões sócio-económicas que cada um destes empreendimentos obrigatoriamente arrasta para a comunidade em que se insere.
Com toda a sinceridade, não me parece que tenha havido criticas enormes à (re)construção do ilha bar, bem pelo contrário. A avaliar pelas declarações do Presidente Alfredo Henriques, devo mesmo dizer que fiquei curioso em saber qual, ou quais as pessoas que votaram contra esta obra.
Depreendo que, por se tratar de um homem com visão política, se esteja a referir ás críticas (que na realidade foram mais chamadas de atenção, do que críticas) para algumas ilegalidades processuais que na ocasião vinham sendo cometidas, como aquela célebre história do parecer (inexistente na altura) da CCDR(N) relativamente à ocupação do leito de cheias.
Mas valha-me Deus, não foi nada de tão grave assim. Nada que umas viagens ao Porto do vereador do Urbanismo não pudessem resolver, como de resto resolveram.
Recordo os leitores que no caso concreto do ilha-bar, logo após a atribuição da concessão por parte da Câmara, este projecto viria a ser financiado em grande parte, senão mesmo na totalidade (segundo algumas vozes da freguesia), pela ADRITEM - Associação de Desenvolvimento Rural Integrado de Terras de Santa Maria.
Associação esta que foi criada no âmbito do PRODER e de cuja direcção faz parte o Sr. Vereador Emídio Sousa, que como é público, é também o vereador responsável pelo pelouro que arquitectou e promoveu o já aludido concurso de concessão do espaço Ilha. Tudo isto, com o natural envolvimento do executivo da Junta de freguesia de Caldas de S. Jorge e com total transparência.
Quero com isto dizer que todo o processo de concessão do ilha se desenrolou de forma absolutamente legal, banal e bananal.
Pena, isso sim, que a freguesia de Caldas de S. Jorge, não possa ter retirado para si nenhum outro dividendo do projecto excepto no que respeita à requalificação, bem conseguida diga-se de passagem, de uma parte significativa da envolvente termal.
Não se confunda portanto críticas, com chamadas de atenção para determinados procedimentos pontuais que foram aligeirados pelo gabinete de Urbanismo da Câmara e que, em devido tempo, acabariam por ser corrigidos, nomeadamente como já referi, aquela questão que se prendia com a definição do leito de cheias e que ainda hoje, apesar de tudo, não está totalmente clara.
Mas o que lá vai, lá vai.

Relativamente ao tal “monstro” arquitectónico, estou de acordo que se deva maximizar e potenciar a sua área de implantação.
À oposição compete aplaudir (baixinho) e zelar para que tudo se faça de forma legal e banal. Só.
E já agora, meus amigos, rezem. Rezem muito para que este mega empreendimento no coração da cidade, não venha a render muitos votos nas próximas eleições autárquicas.
No que diz respeito às Caldas, esta questão nem aquece nem arrefece.
As nossas necessidades são outras e sobejamente conhecidas. Até que sejam satisfeitas, continuaremos a ensaiar “artes de rua” no mesmo sítio de sempre.
Na rua do Bicalho.

Até já

bettencourt

Preocupem-se...muito !

Ricardo, 11º ano: "O sonho é sair daqui, ir embora de Portugal",
Por Clara Viana

Ontem não pararam por sua iniciativa, mas até pensam que provavelmente o deveriam ter feito. "Fazia muito mais sentido do que ter uma manifestação contra os exames nacionais, como aconteceu na semana passada", argumenta Inês Tristão, aluna do 12º ano da Escola Secundária José Gomes Ferreira, em Lisboa.
A manifestação foi convocada pela Delegação Nacional de Associações de Estudantes do Ensino Secundário e Básico e a reivindicação apresentada não convence Inês: "É um disparate." Está com quatro amigos à porta da escola - já foram informados que não terão pelo menos as primeiras aulas -, têm entre 16 e 18 anos, são unânimes no diagnóstico: estão num país sem futuro para eles. "Há milhões de oportunidades por aí", ironiza João Bastos. Ricardo Paulino não está para brincadeiras. Tem um projecto de vida, que resume assim: "O sonho é sair daqui, ir embora de Portugal, e esse é geral a muitos de nós."
Aplaudem as razões que levaram à paralisação, mas duvidam que algo acabe por mudar. E não só por culpa do Governo ou dos partidos políticos, mas também pelo que pressentem ser uma espécie de característica nacional - um estado de acomodação, que Henrique Cunha apresenta deste modo: "O povo português é cão que ladra e não morde."
Escolas encerradas
Ao final do dia, os dados divulgados pelo Ministério da Educação dão conta que a adesão do pessoal não docente ultrapassou a dos professores. Segundo a tutela, entre os funcionários foram 38 por cento os que pararam, uma percentagem que no pessoal docente se ficou pelos 23 por cento. Já a Federação Nacional de Professores situou a adesão dos docentes nos 75 por cento.
Segundo a tutela, estiveram encerradas 32 por cento das cerca de cinco mil escolas públicas existentes. A Fenprof indicou que esta situação abrangeu 80 por cento dos estabelecimentos. Nas estatísticas oficiais da greve não são contabilizados os professores que leccionam nas escolas que ontem estiveram encerradas. Os sindicatos, pelo contrário, contam-nos e a Fenprof diz que foi nestes estabelecimentos que se registou uma maior adesão. O Governo justifica a sua opção, afirmando que o encerramento foi determinado pela ausência de funcionários.
Sem a presença destes, as salas de aulas não abrem e a segurança nas instalações não fica assegurada. Maria integra o pessoal não docente da Secundária Filipa de Lencastre, em Lisboa. De manhã, as aulas estão suspensas, porque a maioria das suas colegas fez greve. Ela está a trabalhar: "Não é por achar que não haja razões para fazer greve. Só que não ia aguentar o encargo de ter menos um dia de salário." À volta da Gomes Ferreira, ainda há movimento. Os alunos já foram informados que terão que voltar a meio da manhã para saber se irão ter alguma aula. Para os pais dos mais novos isso significa voltar ali uma segunda vez. Profissional liberal, Cláudia, que é advogada, não está em greve, mas também não irá ao escritório de modo a acautelar o dia do filho. Não se queixa. "Compreendo as razões. As dificuldades vão ser muitas para todos nós."
"São medidas necessárias para reduzir o défice", argumenta uma aluna da Escola Secundária Virgílio Ferreira, também na capital. A maioria das aulas está a decorrer, mas ela só deverá ter a última da manhã. Ficou à espera. Em dia de greve, quando há aulas, os alunos têm falta, se não comparecerem.

in PUBLICO

até já

terça-feira, 23 de novembro de 2010

...Políticos & políticos

Cantinas dão comida todo o dia


- Câmara de Gaia garante quatro refeições diárias às 14 mil crianças do concelho inscritas desde os ATL às primárias
por: Hermana Cruz

A Câmara de Gaia vai garantir, a partir de Janeiro, que todas as crianças do concelho inscritas desde os ATL até às primárias comam quatro refeições diárias nas escolas. A medida abrange 14 mil miúdos, dos quais sete mil não pagarão qualquer preço pelo reforço.
As escolas básicas do Marco, Praia e Serra do Pilar já oferecem um reforço alimentar a meio da manhã, além do habitual almoço. A Câmara de Gaia quer agora estender essa medida a todas as escolas do concelho, desde os ATL às primárias, frequentadas por um total de 14 376 crianças. Mas pretende ir mais além do que já acontece naquelas três escolas da freguesia de Santa Marinha.
A ideia é que, a partir do início do ano, essas 14 mil crianças passem a ter acesso a quatro refeições diárias nas escolas. "Terão uma primeira refeição às 10 horas, depois o almoço, a meio da tarde o lanche e, antes do fim das aulas, haverá um reforço para as crianças dos ATL", explicou, ao JN, o vice-presidente da Câmara de Gaia, Marco António Costa.
Essas quatro refeições diárias serão servidas em todas as escolas sob a alçada da Câmara de Gaia, todos os dias, sem qualquer custo para as "famílias escalonadas", ou seja, para quem já receba apoios sociais. Segundo o autarca social-democrata, estarão sete mil crianças nessas condições.
As restantes sete mil pagarão um preço simbólico, cerca de dez euros mensais. Um valor que a Federação das Associações de Pais de Gaia (FEDAPAGAIA) considera "aceitável". "É uma medida que vemos com bons olhos, porque traz diversas vantagens", referiu o vice-presidente da FEDAPAGAIA, Amadeus Campos, referindo-se, por exemplo, à garantia de que as crianças terão uma alimentação saudável.
O reforço da alimentação foi acertado numa reunião, realizada na passada quinta-feira, entre Marco António Costa e representantes dos 15 agrupamentos escolares do concelho, da FEDAPAGAIA, além do presidente da Assembleia Municipal (César Oliveira) e dos vereador com os pelouro da Educação (Firmino Pereira) e da Acção Social (Amélia Traça).
Isto com base num estudo do departamento de Educação, que apontava a necessidade de se reforçar a alimentação escolar. "Temos a noção de que a situação social do país se vai agravar e que existe necessidade de uma resposta preventiva", justificou Marco António Costa, enaltecendo o facto da medida contribuir igualmente para um crescimento mais saudável das crianças.
O projecto vai custar cerca de um milhão de euros à Autarquia e vai obrigar a cortes noutros tipos de investimentos. "Vai levar a que haja menos uma ou duas ruas pavimentadas, menos um ou dois prédios a ser construído, mas vai contribuir muito mais para o bem-estar da comunidade", vinca o autarca, pedindo ao Ministério da Educação que adopte o exemplo de Gaia em todas as EB2,3 e escolas secundárias do país.

in JN


Até jà

domingo, 21 de novembro de 2010

...ni se importan, ni se estorban

delegação de competências.

Foto - ...execução de protocolo

De acordo com o CPA, ( Código de Procedimento Administrativo), aprovado pelo Decreto Lei nº 442/91, de 15 de Novembro, com as alterações introduzidas (…), A Câmara da Feira estabeleceu um protocolo com as Juntas de Freguesia cujo teor a seguir se indica :
Tendo em vista o integral cumprimento da Lei e uma rigorosa e correcta definição das competências e atribuições, bem como uma melhor agilização dos procedimentos, a Câmara Municipal e a Junta de Freguesia acordam celebrar o presente protocolo de delegação de competências que se regerá pelas cláusulas seguintes:
Celebram o presente protocolo nos termos e condições seguintes:

1 – O presente protocolo, vigorará pelo período de todo o mandato (2009-2013), com excepção do mapa das verbas a transferir para as Juntas de Freguesia, que será aprovado ano a ano, pela Câmara Municipal.

2- O presente protocolo, será objecto de aprovação quer pela Assembleia Municipal, quer pela Assembleia de Freguesia.

3 – O quadro geral de tarefas e competências a transferir para a Junta de Freguesia é o seguinte:

3.1 – Limpeza de toda a rede viária, incluindo conservação e limpeza de valetas e bermas com excepção das E.N.

3.2 – Conservação, calcetamento e reposição de pavimentos em toda a rede viária, incluindo arruamentos e passeios, com excepção não só das E.N., mas também das vias municipais consideradas eixos de ligação entre freguesias que ficam expressamente da responsabilidade da Câmara;

3.3- Conservação e manutenção de Jardins, Praças e todos os outros espaços ajardinados de interesse colectivo;

3.4- Tratamento e ajardinamento dos recreios das Escolas EB1 e do ensino pré-escolar;

3.5 – Pequenas reparações nas Escolas EB1 e do ensino pré-escolar ( por exemplo: fechaduras;vidros;Torneiras;telhas;…)

3.6- Limpeza e manutenção dos Fontanários e Lavadouros, incluindo o controlo da qualidade da água, devendo ser dado conhecimento à população do resultado das análises efectuadas;

3.7- Cobrança das receitas devidas por taxas de mercados e feiras e ocupação de via pública com esplanadas;

3.8- Gestão, conservação, reparação e limpeza de mercados retalhistas e de mercados e feiras de levante;

3.9- Proposta de medidas reguladoras do trânsito e colocação de sinais;

3.10- Colocação de placas toponímicas e proposta de denominação de ruas;

4 – A Câmara Municipal, dotará a Junta de Freguesia dos meios financeiros e do acompanhamento técnico necessário em cada projecto.

Verbas atribuidas à Junta de Freguesia de Caldas de S. Jorge no âmbito do presente protocolo:

Ano Financeiro 2010 ( valores em Euros )

A - Transferência de Capital : 34631,24
B- Cantoneiros : 21363,07
      Jardins : 4987,98
C - Pequenas Obras e reparações salas de aulas . 2194,72
D - Limpeza e expediente : 1100
E - Limpeza e expediente de refeitórios : 600

Legenda :    A – Distribuição tem por base a área e a população da freguesia
              B – O Valor tem por base: por cada 15 Kms de estrada municipal, um cantoneiro ou 500€ x 14 meses.
              C – o valor é de 199,52€ por sala de aulas
              D – o valor é de 100 € por turma
               E – o valor é de 200€ por ano/ refeitório

O plano da Câmara de transferências correntes:

Ano de 2010 – 28633,72
Ano de 2011 – 12191,71
obs: Inclui as verbas já atribuidas e as transferências relativas a 2010

O plano da Câmara de transferências Capital

Ano de 2010 – 54281,59
Ano de 2011 – 30543,75
obs: Inclui as verbas já atribuidas e as transferências relativas a 2010


até já

Bettencourt

...Homenagem

sábado, 20 de novembro de 2010

Observatório...Político

foto: ...não tem nada a ver

Segundo informação veiculada pelo Terras da Feira esta semana, a freguesia de S. João de Ver, recebeu nos últimos quatro anos, “mais de 10 milhões de euros de investimento público.

Água e saneamento com um investimento “superior a cinco milhões”, a via do Parque Empresarial da Cortiça e requalificação da Avenida Sá Carneiro (“2,5 milhões”), centro escolar de S. João de Ver (2,5 milhões), apoio “superior a 200 mil euros” para a requalificação do adro da igreja, balneários do polidesportivo das Airas (“cerca de 40 mil euros de despesa totalmente suportados pela Câmara, apesar do equipamento pertencer à Junta”)

Ainda segundo a mesma fonte, acresce a esta lista, os parques empresariais de âmbito municipal, como o projectado PEC e o FeiraPark, ruas da Silveirinha (em curso, “mais de 100 mil”), e Albarrada (100 mil), apoio de 20 mil euros para o polidesportivo da Quinta do Areeiro, comparticipação de 65 por cento na pavimentação de vários arruamentos e apoio à intervenção no cemitério.

Por outro lado, e em igual período, Caldas de S. Jorge recebeu a título de compensação e por várias vezes a visita do Exmo Presidente da Câmara da Feira, Alfredo Henriques, bem como de alguns elementos da sua vereação que foram manifestando em cada uma dessas ocasiões total empenho e disponibilidade para apoiarem o desenvolvimento desta Vila Termal.
Naturalmente este(s) acto(s) simbólico(s), mereceram por parte dos habitantes locais efusivos aplausos, não só pela generosidade política que foi demonstrada, mas sobretudo por ter ficado claro que apesar de tudo, estes autarcas ainda sabem onde fica Caldas de S. Jorge.

Espera-se que doravante optem por visitar mais vezes a freguesia de S. João de Ver e que, em contrapartida, compensem as Caldas com um bocadinho mais de investimento público.

Digo, eu.

Até Já

Bettencourt

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Ainda a Futura Associação Para o Desenvolvimento… Tem pernas para andar!!! Faço um desenho para Incréus!!!

 
Ainda a Futura Associação  Para o Desenvolvimento… Faço um desenho para Incréus!!!
A Associação tem pernas para andar.
Então peguem no lápis e um pouco de massa cinzenta.
Cativação e Custeamento das 3 áreas necessárias para a Ampliação do Cemitério, Espaço Social e Estacionamento: 200.000.00 €.
Cativação Custeamento das áreas do Quintal do Passal, Hortas do Passal e Área Particular ao fundo do Passal: 150.000.00 €.
Cativação e Custeamento de outras áreas: 100.000.00 €
Num total de 450.000.00 €
Atribuição e aquisição de 100 Jazigos geminados a 5.000.00 € cada resultará:500.000.00 €
Cotas dos 100 Sócios Fundadores com jóia de cada de 2.500.00 € totaliza 250.000.00 €
Cotas de novos1.000 associados a 50.00 € cada resulta 50.000.00 €.
Todos associados serão ressarcidos depois da Associação cumprir a sua finalidade com a sua cota inicial.
Cada Sócio Fundador receberá 2 jazigos geminados entregando a mais 2.500.00€
e assim saldará a sua situação de Sócio Fundador
e ainda podem do continuar como Sócio e Sócio Fundador.
O Estudos Arquitectónicos,
Ambientais,
Paisagísticos
e Urbanismo
estará ao cuidado da Autarquia Local da Vila Termal
e da Câmara Municipal.
As Sociedades de Construção Civil:
Irmãos Cavaco,
Irmãos Patrícios,
Contralex
 e outras conceituadas da Vila Termal
e Redondezas são Convidadas de Honra desta Iniciativa.
O BES local que não está só para explorar
e cativar as Economias dos São-Jorgenses
dará a sua valiosa mão e contributo.
Bem como todas as Empresas,
Indústrias,
Restaurações,
Associações
 Comércios Locais
 e Amigos Vizinhos de perto
e de longe
 nomeadamente dos Países de Emigração.
Os recursos aos programas da CEE ( tipo do QREN, PARES, PRODEP, etc não estão excluídos),
Nacionais,
Institucionais
 e de Fundações também não estão excluídos.
A Residência Nova Paroquial Nova e Moderna é resultado de toda esta Renovação-Melhoramento e Mais Valia
 e Mudança de Aspecto
e Desenho Ambiental da Nova Zona Envolvente à Igreja Matriz,
Cemitério,
Centro Social Paroquial,
Arraial e Residência Paroquial.
Claro que o tráfego pedonal da Zona,
Refundamento da Rua em frente à Igreja Matriz
e as outras obras consignadas nos Projectos e Planos da Novel Associação
são evidentemente recorrentes.
Cumpridas as Missões
e Finalidades da Associação pode ser vendida a sua Sede
revertendo as suas verbas para todos os associados
na percentagem das suas jóias, cotas e  contribuições.
ATM disse

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Ainda sobre o …Tudo leva a crer ser inevitável uma Nova Associação Para o Desenvolvimento da Vila Termal de Caldas de São Jorge!!!

Ainda sobre o …Tudo leva a crer ser inevitável uma Nova Associação Para o Desenvolvimento da Vila Termal de Caldas de São Jorge!!!

É espantoso que o ATM tenha pulicado um simples post sobre uma Nova Associação e tenha despoletado tanta polémica retrógrada, reaccionária e lhe tenham atiçado todos os mabecos, hienas, rafeiros locais e animais ferozes.
Salvo as honrosas participações dos Senhores Bettencour e Elísio da Silva.
De resto abertos os comentário escancarou-se o jardim zoológico!!
Sinceramente acho descabido

Razões do aparecimento desta Nova Associação:

Considerando:
1. A estagnação desenvolvimental da Vila Termal de Caldas de São Jorge desde que o passou a ser a 13 de Maio de 1999 até ao presente são passados 11 anos!
2. Não têm aparecido obras e iniciativas de vulto a nível da Vila Termal.
3. Salvo o aparecimento de construções de imóveis para habitação de carácter pessoal, social e apartamenta de empresários locais e de fora.
4. As obras realizadas aconteceram a nível da Comunidade Paroquial: Centro Social Paroquial, Restauro da Igreja Matriz,etc.
5. O Restauro do Calvário. Inacabado.É preciso acabá-lo!
6. Mais recentemente o ZIP ZIP Ilha Bar.
7. Ficando-se por outras Iniciativas e Obras em promessa
e ainda no papel e em conjecturas.

Propõe-se a futura Associação levar a efeito a curto e a médio prazo:
1. Criar a envolvência à Igreja Matriz concretizando tráfego pedonal.
2. Ampliar o Cemitério local para Nascente Norte, urbanizando e conferindo jazigos condignos e zelar pelo estacionamento, espaços sociais, estéticos e outras infra-estruturas.
3. Com a consequente aquisição dos prédios que oneram as iniciativas e obras acima referidas
4. O alargamento avantajado da Avenida da Igreja em todo o trajecto que possa ser desde a Sede da Junta à Rua Padre António Guimarães.
5. Uma vez que a ampliação da Avenida da Igreja onera a área das hortas da Residência, propõe-se a construção de uma Nova Residência Moderna e Funcional.
6. Ao Fundo do Passal na área que conduz à Rua Padre António Guimarães propõe-se também a construção de raiz da Sede da Associação podendo ser provida de Bar e Restauração e outros espaços sociais e de convívio.
7. O inevitável refundamento da via fronteira à Igreja Matriz e a aquisição de mais espaço na área vizinha.
8. A aquisição da Área do Dr.Raul para a construção de uma obra Social em benefício da Vila Termal onde não está excluída uma Unidade de Saúde ou uma Unidade para Cuidados Intensivos de Doentes de quem o Hospital se liberta e as famílias se escusam porque não podem ou não querem.
9. Ou ainda um Gimnodesportivo,
Polivalente
ou Piscina coberta.
11 Comentários:

José Pinto da Silva disse...

Sem prejuizo de uma abordagem mais detalhada, dir-se-á que tratando-se no geral de propostas de obras não privadas, poder-se-ia que a "Comissão" mais indicada seria a JUnta de Freguesia. Estranha-se que em toda a panóplia de obras "insinuadas" não conste o CENTRO ESCOLAR, obra inscrita na Carta Educativa Concelhia. Ou será que não interessa?
Sobre outras há-de dizer-se algo.
José Pinto da Silva

12 Novembro, 2010 11:05

ATM disse...

No apontamento para a
“Inevitável Associação Para o Desenvolvimento
da Vila Termal de Caldas de São Jorge”
de facto não consta “ O Centro Escolar”.
Não se pode lembrar tudo
mesmo o que é importantíssimo: A ESCOLA E A EDUCAÇÃO”.
Mas inclui-se generosamente neste
plano de intenções esta Grandiosa Obra
e Muitas Mais!
Não pretende substituir nem pôr de parte
a Excelentíssima Junta de Freguesia!
Mas são de todos conhecidos os obstáculos que Ela,
Junta, tem encontrado no exercício das suas legítimas funções…
Queira o Senhor Pinto da Silva desculpar
que na minha opinião as Autarquias
( Câmaras e Juntas) NÃO SÃO OBRIGADAS A FAZER NADA!!
Devem sim orientar,
administrar as vontades,
Intenções,
Projectos,
Iniciativas
e Obras das personalidades Privadas,
Públicas
e das Associações Locais.
Sem estasPersonalidades as Direcções Autárquicas
são Carne para Canhão
e carne “Picada” para salsichas
e enchidos.

12 Novembro, 2010 17:33

bettencourt disse...
Excelente post, caro ATM.
Antes de mais, uma chamada de atenção para a apatia em que nos encontramos e ao mesmo tempo um apelo forte e legítimo para rompermos com este estado de letargia.
Merece a nossa profunda reflexão, bem como a reflexão daqueles que nesta matéria tem responsabilidades políticas.
Se uma nova Associação puder alavancar o desenvolvimento das Caldas, eu gostaria de poder estar na primeira linha.

bettencourt

13 Novembro, 2010 11:30

José Pinto da Silva disse...

Em quase todas as obras insinuadas no "post" é inevitável a intervenção da autarquia porque bule com espaços públicos e, nalguns casos, à autarquia impõe-se o parecer favorável, desfavorável ou condicionado. A Junta poderia muito bem ser a locomotiva e "atrelava" pessoas da dita sociedade civil para dar colaboração e apoio. Sem prejuizo de algum(ns) elemento(s) mais dinámico(s) poder(em) empurrar a locomotiva se ele fosse demasiado lenta. Mexer em ruas, espaços públicos força a intervenção autárquica.
Contrariamente ao que diz, as autarquias SÃO OBRIGADAS A FAZER muitas coisas e, se não fazem, não cumprem com a sua função. O exemplo mais à vista é exactamente o CENTRO ESCOLAR. Cabe à Junta definir local, propô-lo à Câmara e negociar a compra do espaço necessário. E não digam que isso não podia estar já feito. Para alargar uma rua é precisa a intervenção da autarquia, a local e a municipal e mesmo I. Estradas se for esta a tutela.
No concernente a algumas das obras preconizadas, é conhecida a minha posição, quanto é recorrente a insistência. O Arraial é público e não passará pela cabeça de ninguém a sua privatização. Como continuo a achar inconsequente o rebaixamento da rua Padre José Inácio, como impossivel o alargamento da Av. da Igreja, desde a Rua Pe. António Guimarães. Até pelo custo das demolições. Como, que me seja perdoado, não diviso a necessidade de uma nova residência paroquial. Sou levado a crer que a proposta de alargar a avenida tem como fito a obrigatoriedade de demolir a que existe.
Voltarei ao assunto
José Pinto da Silva

13 Novembro, 2010 12:37

ATM disse...

“Contrariamente ao que diz, as autarquias SÃO OBRIGADAS A FAZER muitas coisas e, se não fazem, não cumprem com a sua função.
O exemplo mais à vista é exactamente o CENTRO ESCOLAR.
Cabe à Junta definir local, propô-lo à Câmara e negociar a compra do espaço necessário.
E não digam que isso não podia estar já feito.
Para alargar uma rua é precisa a intervenção da autarquia, a local e a municipal e mesmo I. Estradas se for esta a tutela.
No concernente a algumas das obras preconizadas, é conhecida a minha posição, quanto é recorrente a insistência.
O Arraial é público e não passará pela cabeça de ninguém a sua privatização. Como continuo a achar inconsequente o rebaixamento da rua Padre José Inácio, como impossível o alargamento da Av. da Igreja, desde a Rua Pe. António Guimarães.
Até pelo custo das demolições.
Como, que me seja perdoado, não diviso a necessidade de uma nova residência paroquial.
Sou levado a crer que a proposta de alargar a avenida tem como fito a obrigatoriedade de demolir a que existe.
Voltarei ao assunto

José Pinto da Silva”

Ora cá estão uma série de bacoradas do Senhor Pinto da Silva:

1.Que as Autarquias são obrigadas a fazer obras !!!!
2.Que é obrigada as fazer o CENTRO ESCOLAR. Era excelente! E quem faz os alunos?
3.O espaço já lá está. É só cativá-lo!
4.Será que as Autarquias são “ minus habens” para negociar e dialogar com uma Associação?
5.Quanto às suas posições penso ser sobejamente conhecidas, valiosas e contributivas para o progresso desta Vila Termal. Há posições de pé firme e outras…
6.Claro que para si não é preciso residência paroquial nenhuma, nem igreja, nem padre, nem religião… E ainda não conhece os Estatutos!!!!

13 Novembro, 2010 21:27

Elisio Cardoso Silva disse...

Inevitável ou não, o aparecimento de uma nova Associação para o Desenvolvimento da Vila Termal de Caldas S. Jorge, não me soa mal pelo contrário.

Concordo alguns pontos da missiva lançada pelo ATM, quando diz que desde o ano de 1999 que vivemos uma certa estagnação no que toca ao desenvolvimento, e esse desenvolvimento é função principal de todas as associações da Vila, ou deveria ser. Mas á cabeça desse desenvolvimento terá de estar sempre o poder autárquico, o poder de cativar para a nossa Vila os investidores ou investimentos públicos privados, é isso que acontece em todas as Vilas do Pais, não conheço outra forma, é claro que também compete á autarquia autorizar, fiscalizar e orientar. É para essas funções que são eleitos os autarcas, no qual deve recair o peso e a responsabilidade de cumprir os seus programas eleitorais.

Eu compreendo o Sr. Pinto da Silva, quando coloca reticências em algumas obras que aqui se fala, pela dimensão e concretização, porque no geral todas elas são em espaços públicos, e era impensável não haver uma envolvência da autarquia.

Por outro lado congratulo-me pelas ideias lançadas pelo ATM, porque é sempre bom ter ideias novas e ambiciosas, eu compreendo que sendo o ATM a lançar a ideia para uma nova Associação, só tenha pensado em projectos envolventes á Igreja Matriz. Uma associação com esta definição e com este carácter tem de ter uma visão mais alargada dos projectos para a Freguesia. E podia enumerar várias como o saneamento básico; área envolvente às Termas; uma sede de junta condigna para quem lá trabalha e quem nos visita, etc.etc.

Uma ultima palavra para o Sr.Bettencout que muito tem feito para que este espaço de dialogo e troca de ideias possa continuar activo, pena é que tenha caído em desuso pelos mais variados colaboradores e falo também por mim, que não tenho colaborado tanto como era desejado, mas tenho acompanhado sempre que possível os excelentes post´s do Sr.Bettencout.

14 Novembro, 2010 08:25

José Pinto da Silva disse...

O Sr. ATM não mereceria resposta porque respondeu com grosseria a uma opinião deixada de forma correcta e que só teve o problema de não agradar ao "dono" do post.

Primeiro devolvo inteiro à origem o epíteto de "BÁCORO" porque assenta muito melhor na origem. O Centro Escolar está previsto na Carta Educativa do Concelho e, como assim, a Câmara tem o dever de o construir, como tem construído noutras freguesias. Como lhe cabem outras intervenções para o desenvolvimento das terras. A quem cabe o alargamento de ruas e avenidas se e quando necessárias? Qual é a Comissão para promover o tal Centro de Artes na sede do concelho? e qual foi para construir a Biblioteca e todos os investimentos lá no fundo?

Quanto à Residência, mantenho que não me parece ter alguma prioridade em termos de investimento em Caldas de S. Jorge. Mas tratando-se de uma obra particular, nada impede que a tal Comissão que poderá muito bem constituir avance. Eu acho que não é prioritária.

Quanto ao resto, o que dizer? Que é parvo!!!! Tenho muito mais respeito pela Igreja instituição e garanto que não teria "lata" de dizer dentro da igreja edifício o que lá tem sido ouvido.



José Pinto da Silva

14 Novembro, 2010 12:06

Anónimo disse...

JÁ ERA TEMPO DE ABRIR OS COMENTÁRIOS

14 Novembro, 2010 18:35

Anónimo disse...

Abriu a caça aos coelhos, aos patos, rolas, pombos, pintos e ao padre!

14 Novembro, 2010 20:43

Anónimo disse...

Atirem no padre que ele pode bem!
Nós estamos bem como estamos.
Só que queríamos o Senhor Pinto a Presidente da Junta
Que ele fazia as obras todos que o Padre quer e muitas mais.
Até o Dr. Raúle e presidente da câmara vinham-lhe ao beja mão.

domingo, 14 de novembro de 2010

Concerto Inolvidável da Igreja Matriz da Vila Termal de Caldas de São Jorge.


Concerto Inolvidável da Igreja Matriz da Vila Termal de Caldas de São Jorge.
Pelas 18.30 Acontece concerto com a Igreja Cheia, a abarrotar, todos  de ouvidos despertos e olhar maravilhado, em silêncio exemplar de profissionais .
O Quarteto Vocal Gaudium Vocis actuou em pleno com o gáudio e aplauso dos presentes ao mesmo Concerto.
 
Deram vida, voz, animismo Fabiana Magalhães -  Superius, Brígida Silva – Altus, Johan Alsema – Contratenor, José Machado – Tenor e Rui Soares – Bassus.
È Alma da Iniciativa o Professor – Rui Fernando Soares.
Foi Convidado de Honra vindo da Holanda o Professor Director de Coros das Catedrais de Holanda mormente de Harlem , Johan Alsema.
O concerto destinou-se às Comunidades da Vergada, Caldas de São JORGE e Fiães. Iniciativas dos seus respectivos Párocos!
Foi digno de se ver e ouvir!
Só perdeu quem faltou!!!
PARABÉNS!!!
           

...Como criar uma Associação.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

...Dívida Soberana

juros de...

...por cento

- Por cada 100 euros que Portugal pede emprestados 86 vêm do estrangeiro


A República conseguiu ontem mais 1.242 milhões de euros para financiar o seu endividamento. O preço disparou, mas a procura duplicou a oferta.
Por cada 100 euros que Portugal pediu emprestados ao longo deste ano, 86 vieram do estrangeiro. Os números foram avançados ontem por Alberto Soares, presidente do IGCP, ao Diário Económico, e mostram que os investidores estrangeiros ainda dão crédito à economia nacional. Ainda assim, ontem a procura da banca internacional ficou bem abaixo da média do ano.
"No total das emissões realizadas em 2010, 86% da dívida foi comprada por bancos estrangeiros", adiantou o presidente do Instituto de Gestão do Crédito Público (IGCP). Mas na emissão de ontem - a última do ano - a banca internacional esteve bem mais afastada. De acordo com Alberto Soares, a participação foi de 70%, enquanto os restantes 30% de dívida colocada ficaram em mãos nacionais.
"É muito positivo ter uma procura maior de bancos nacionais", defende o presidente do IGCP. "Se fosse investidor e visse que os bancos domésticos, os que melhor conhecem o país, não investiam, o que pensava?", reforça. Esta é, aliás, uma das razões que explica que a Itália não esteja sob tanta pressão dos mercados como Portugal - é que a maioria dos seus financiadores são italianos. Na última emissão em Itália, 76% da dívida colocada ficou dentro de portas.
A desagregação por nacionalidades não está disponível, pelo que não é possível ver se a vinda do Presidente chinês, Hu Jintao, a Portugal no fim-de-semana passado se concretizou de facto em mais financiamento à República. "A China comprar dívida portuguesa não é novidade nenhuma e deverá continuar a acontecer", garantiu Alberto Soares.
Em termos gerais, os objectivos do Estado português foram alcançados. Num ambiente desfavorável, em que os títulos de dívida pública estão a ser trocados a juros de 7% no mercado de secundário, e em que a questão sobre a necessidade de pedir ajuda ao Fundo de Estabilização Europeu e ao FMI é levantada todos os dias, a República conseguiu colocar a totalidade da dívida pretendida.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

...momento musical

A.F.Aveiro - 2ª Distrital - Série A

Equipa Sénior do Caldas de S. Jorge
Plantel - 2010/2011

Num.        Nome              Posição                 Clube Anterior
1               Tono            Guarda Redes
12             Carlos          Guarda Redes                Lobao
24             Marco          Guarda Redes               A.cavaco
2               Miguel          Defesa
3               Uima            Defesa
5               Ronaldo       Defesa                           Lobao
18             Junior           Defesa                           Lourosa

19             Ruben          Defesa                           Ex Juniores
20         Andre Avelar    Defesa                            Lobao
4               Pinta            Médio                            A.cavaco
6               Bruno          Médio
8               Colombia     Médio                            Lobao
16             Pereira         Médio
17             Bruninho      Médio                            A.cavaco
7               Tiaguinho     Avançado
9               Rama           Avançado                      Lobao
10             Amarelo       Avançado
11             Telmo          Avançado
14             Neves          Avançado                      Argoncilhe
15             Rui               Avançado

treinador - Torcato Moreira
massagista - Helder




- Curiosidades da presente época


 9 Jogos, 2V 4E 3D      (Golos: 11-14)
 Média de golos marcados: 1,22 por Jogo
 Média de Golos Sofridos:  1,56 por Jogo
 6 Jogos sem Perder
 Última Derrota: 2010-09-26   vs  Sanguedo  0-1      (desde então: 2V 4E)
 Última Vitória: 2010-11-07    vs   Mosteirô F.C. 4-2
                         Perdeu apenas 1 dos últimos 7 Jogos
                         Empatou 4 dos últimos 6 Jogos


- Calendário dos Jogos

   Data             Fase                  Casa             result             Fora 
08/05/2011 - Jogo 34 -    GDSC Alvarenga                  Caldas S. Jorge
01/05/2011 - Jogo 33 -    Caldas S. Jorge                        Romariz
24/04/2011 - Jogo 32 -    FC Macieirense                    Caldas S. Jorge
17/04/2011 - Jogo 31 -    Caldas S. Jorge                 CDC Mac. Cambra
10/04/2011 - Jogo 30 -        Cortegaça                         Caldas S. Jorge
03/04/2011 - Jogo 29 -     Caldas S. Jorge                   ACRD Mosteirô
27/03/2011 - Jogo 28 -    ARC S.Vic.Pereira               Caldas S. Jorge
20/03/2011 - Jogo 27 -     Caldas S. Jorge                        Canedo
13/03/2011 - Jogo 26 -        Rio Meão                          Caldas S. Jorge
06/03/2011 - Jogo 25 -       Mosteirô F.C.                     Caldas S. Jorge
27/02/2011 - Jogo 24 -      Caldas S. Jorge                   CD Soutense
20/02/2011 - Jogo 23 -     CCR S. Martinho                  Caldas S. Jorge 
13/02/2011 - Jogo 22 -     Caldas S. Jorge                        Mansores 
06/02/2011 - Jogo 21 -    Real Nogueirense                    Caldas S. Jorge 
30/01/2011 - Jogo 20 -     Caldas S. Jorge                    Amigos Visconde 
23/01/2011 - Jogo 19 -          Sanguedo                          Caldas S. Jorge 
16/01/2011 - Jogo 18 -     Caldas S. Jorge                      ADC Lobão 
09/01/2011 - Jogo 17 -     Caldas S. Jorge                   GDSC Alvarenga 
02/01/2011 - Jogo 16 -            Romariz                           Caldas S. Jorge 
26/12/2010 - Jogo 15 -     Caldas S. Jorge                     FC Macieirense 
19/12/2010 - Jogo 14 -   CDC Mac. Cambra                  Caldas S. Jorge 
12/12/2010 - Jogo 13 -     Caldas S. Jorge                        Cortegaça 
05/12/2010 - Jogo 12 -     ACRD Mosteirô                     Caldas S. Jorge 
28/11/2010 - Jogo 11 -    Caldas S. Jorge                    ARC S.Vic.Pereira 
21/11/2010 - Jogo 10 -          Canedo                             Caldas S. Jorge 
14/11/2010 - Jogo  9 -      Caldas S. Jorge                         Rio Meão 
07/11/2010 - Jogo  8 -      Caldas S. Jorge        4-2         Mosteirô F.C.
31/10/2010 - Jogo  7 -         CD Soutense           0-0      Caldas S. Jorge 
24/10/2010 - Jogo  6 -      Caldas S. Jorge        0-0      CCR S. Martinho 
17/10/2010 - Jogo  5 -          Mansores               1-2      Caldas S. Jorge 
10/10/2010 - Jogo  4 -     Caldas S. Jorge         0-0      Real Nogueirense 
03/10/2010 - Jogo  3 -     Amigos Visconde         3-3     Caldas S. Jorge 
26/09/2010 - Jogo  2 -     Caldas S. Jorge         0-1         Sanguedo
19/09/2010 - Jogo  1 -      ADC Lobão               3-0      Caldas S. Jorge 

...tesourinhos,

terça-feira, 9 de novembro de 2010

(in)segurança

Assaltos em S. João de ver, Lobão e Caldas de S. Jorge.

Pelas freguesias do concelho, a vaga de assaltos toca a toda a gente. Os ladrões levam plasmas e o dinheiro contido nas máquinas de tabaco.
Um dos assaltos aconteceu no Café Saibreiras, em S. João de Ver. "Quando fui à rua ver o que se passava já os assaltantes encapuzados estavam a entrar para dois caros". "Um carro era vermelho escuro e o outro branco", testemunhou uma vizinha depois de acordar sobressaltada pelo alarme do café. "Podia ter levado um tiro, mas na altura nem me lembrei e comecei a gritar que era um assalto", recorda um morador.
Cerca de uma hora depois, na freguesia vizinha de Caldas de S. Jorge, era assaltado o café S. Jorge. Os ladrões que se faziam transportar num caro escuro pegaram num paralelo e partiram a porta de entrada com ele. Já no interior levaram o plasma que estava afixado à parede.
"Acordei com o estrondo e vim à janela". "Ainda vi um tipo a entrar para um carro escuro e a colocarem-se em fuga" lembrou Joaquim Silva que vive no andar de cima.
"Se isto continuar assim não ganhamos para o prejuízo que estes ladrões nos provocam e mais vale fechar o negócio", garante o proprietário, José Manuel enquanto exigia os paralelos usados para partir o vidro da porta.
A noite de assaltos perseguiu em Lobão. Nesta freguesia assaltaram o Café Vitória. Também aqui partiram a porta de entrada em vidro e levaram o plasma. Não muito longe deste local, pelas 3.30 horas foi a vez da Padaria Jardim 2. "Pegaram num paralelo e partiram a porta". "Levaram o plasma, uma máquina de brindes e colocaram-se em fuga deixando-me um prejuízo aproximado de dois mil euros", confirmou José Bessa, proprietário.
Em S. João de Ver foram, ainda, assaltados o café Cascata Sanjoanense e a Padaria Doce Malapo. Mais furtos aconteceram em cafés de Nogueira da Regedoura (café Magnólia), na Vergada e Gondezende, Esmoriz, para além de assaltos a habitações.

source : Correio da Feira online

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