quarta-feira, 16 de novembro de 2011

...reflexões

No site da Câmara da Feira, é apresentada informação sobre a execução do Plano de Actividades da CMSMF referente aos anos 2005,2006,2007,2008, por razões que desconheço omite-se o ano de 2009 e por fim, 2010.
No que respeita ao Gabinete de Planeamento e Urbanismo, e referente a este ano de 2010, encontramos a descrição das seguintes actividades na freguesia de Caldas de S. Jorge e que transcrevo na íntegra.
Assim, no ponto 14, sob o título Planos, Estudos e Projectos, podemos ler na alínea 2 a seguinte descrição:
Projecto Paisagístico da Zona Envolvente do Ilha Bar - Caldas S. Jorge
Projecto e acompanhamento à construção de um edifício destinado a estabelecimento de restauração e bebidas, substituindo outro que se encontrava sem uso e em elevado estado de degradação. Esta intervenção incluindo igualmente os arranjos exteriores envolventes e respectivas infra-estruturas.
Produziram-se pequenas alterações ao projecto de paisagismo, decorrentes das situações de obra. Alterações que envolveram a revisão de diversas peças desenhadas: plantas, cortes, planos de plantação das árvores, arbustos e herbáceas. Para além disso, novos desenhos foram produzidos conforme surgiram as necessidades de incluir em obra novos elementos, foi o caso do desenho do muro junto à fonte.
E mais adiante, na alínea 9
Projecto do Parque da Zona Envolvente ás Termas das Caldas de S. Jorge
Na sequência da conclusão da obra do Ilha bar, pretendeu-se dar continuidade ao estudo da requalificação da zona fluvial pertencente à área envolvente do complexo das Termas das Caldas de São Jorge. Com este objectivo, desenvolveu-se uma análise dos terrenos adjacentes no sentido de estabelecer um programa para elaborar um Estudo Prévio para um parque fluvial das Caldas de São Jorge. Esta análise concluiu-se com uma planta e um programa preliminar.

Pergunto: A existir, que é feito dessa análise e desse programa preliminar ?
Não será este um assunto que merece ser discutido em Assembleia de freguesia no sentido de fazer convergir eventuais sensibilidades e/ou antagonismos políticos? Ou mesmo poder beneficiar de um ou outro contributo que possa surgir no âmbito dessas discussões?
Por estas e por outras, demonstra-se que a capacidade interventiva de uma Junta, não depende “unicamente” de questões ideológicas. Na realidade depende da acutilância de quem tem a responsabilidade de zelar pelos interesses dessas mesmas freguesias. Tudo o resto, é letra morta.
Digo eu.

Até Já

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