domingo, 9 de setembro de 2012

Referendo em Milheirós de Poiares

 
Qual a Freguesia que se segue? Arrifana? Tudo isto seria escusado, se tivéssemos dirigentes camarários capazes de gerir o espaço geográfico de Santa Maria da Feira com equidade, ser mais próximas das populações durante todo um mandato e não apenas em altura de eleições. Não canalizar todo o potencial económico e industrial para um centralismo que está já demonstrado que não une, mas afasta populações.

3 comentários:

Anónimo disse...

Neste caso a única coisa que me fez admirar, foi a decisão do Tribunal Constitucional de autorizar o referendo. É legítimo que o povo diga em urna o que prefere, mas que é uma pura perda de tempo, lá isso é. Primeiro porque a Câmara da Feira já deliberou SER CONTRA a saída de freguesia para outro concelho; depois porque a Câmara e mormente o Presidente tem poder influenciador sobre os eleitos da Assembleia Municipal pelo PSD e, notem, sobre os presidentes de Junta. Depois e até que os votos nesses órgãos fosse favorável à separação, nunca a Assembleia da República deixaria passar. Criaria um precedente que geraria uma convulsão danada no país.

José Pinto da Silva

Anónimo disse...

infelizmente, Sr. José Pinto da Silva...

João Petit

Anónimo disse...

Não diviso o que acha infeliz. Se a decisão do T. Constitucional, se o risco de convulsão no país por via do precedente. A mudança em si não teria grande importância nem faria cair nenhum asteróide. E darei de barato que poderia ser bom ou razoável para Milheirós. Mas era sobretudo bom para o ego de alguns mentores da medida em Milheirós. Se, por uma imprevisível carga de água a coisa pegasse, imagine-se que Cesar pensava o mesmo e Nogueira do Cravo e as outras freguesia encostadas a S. João, como Arrifana? Seria de dar-lhes o mesmo tratamento? E Nogueira da Regedoura ou Moselos para Espinho? Seria um verdadeiro pandemónio. Claro que vai ficar tudo como está.
José Pinto da Silva

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