sábado, 30 de março de 2013

E a Cruz de Cristo ?


E a Cruz de Cristo ?
A cruz era inicialmente o instrumento de suplício
e condenação à morte dos romanos.
Como o eram a forca,
o apedrejamento,
a decapitação
e empalamento,etc.
Eram muitíssimas as crucifixões no império romano e especialmente  em Jerusalém onde havia muitos guerrilheiros e revoltosos.
No lugar onde Jesus foi crucificado tiveram lugar muitas crucifixões, cruzes  que depois eram lançadas a baixo ao precipício,
que depois de feitas as execuções
eram lançadas para lixeira.
Teriam sido aos milhares!
Que se se saiba familiares dos crucificados não requisitavam nem guardavam as cruzes.
Teria sido um mau gosto conservar guardar um instrumento de execução de um familiar como seria hoje guardar a faca,
a pistola,
a espingarda,
 a corda
ou forca…
Com a cruz de Cristo aconteceu com ceretza o mesmo.
Mais preocupados com a Ressurreição,
o Anúncio do Evangelho,
o Batismo,
a prática
 e o testemunho de vida a cruz terá passado
completamente desapercebida.
Para além de tudo isto o Cristianismo era clandestino,
perseguido
e martirizados os cristãos.
Ser cristão =ser mártir.
Sinais da presença do cristão seriam nessa época de clandestinidade:
o peixe estilizado,
o pão,
as espigas,
as uvas,
o cálice,
a imagem do jovem pastor com um cordeiro “ às cavalichas”!
Assim até ao ano 316 não vemos
qualquer alusão material ao lenho da cruz.
Com a conversão do imperador Romano Constantino foi dada a liberdade ao Cristianismo.
Lembrar a famosa cruz nas nuvens e
A a voz: In hoc signuo vinces = por este sinal vencerás!!
Tudo o Império tornou-se Cristão da noite para o dia.
Foi a Cristandade !
A cruz de Cristo foi descoberta por Santa Helena,
a mãe de Constantino,
que fez uma peregrinação a Jerusalém em 326,
aos 80 anos, revolveu toda a zona do Calvário
e os lugares por onde Jesus passou
construindo basílicas em todos os locais e sítios !.
Foi a Invenção, o achamento da Santa Cruz com a famosa conversão de Maria Egipcíaca, prostituta famosa do Egito
e que se se converteu perante uma das cruzes,
das muitas expostas,que se se tornou a “vera cruz ”
a verdadeira cruz! !
Parte da cruz permaneceu em Jerusalém,
na Igreja do Santo Sepulcro,
que foi dedicada em 14 de setembro de 335.
Esta data se converteria na festa da Exaltação da Santa Cruz. 
Parece ser  geral o conhecimento de que a relíquia viajou pelo mundo inteiro.
Foram enviados fragmentos às novas igrejas de Constantino
em Constantinopla,
enquanto outros pedaços ficaram
na Igreja da Santa Cruz de Roma,
construída por Santa Helena
em sua própria terra. 
A devoção à cruz se estendeu tão rapidamente que,
antes do final do século IV,
escreveu-se o hino
«Flecte genu lignumque Crucis venerabile adora»
Adora de joelhos a Cruz venerável !!!
 e São João Crisóstomo nos diz
que os fragmentos da cruz
eram venerados no mundo inteiro. 
Contudo, curiosamente,
a Exaltação da Cruz não só celebra
o redescobrimento da verdadeira cruz;
também comemora um evento em um dos momentos mais turbulentos da história cristã. 
Em 615, às vésperas do surgimento do Islã,
o exército persa avançava por todo o Mediterrâneo.
O rei Cosroes da Pérsia, ainda que tenha deixado o sepulcro de Cristo intacto, levou o fragmento da cruz que Santa Helena havia deixado lá. 
Constituindo-se em um deus,
o rei Cosroes construiu um trono
 em uma alta torre
e se sentou nele com a cruz à sua direita,
denominando-se como «o pai». 
O imperador bizantino Heráclio
desafiou Cosroes a um combate para recuperar a cruz.
Vitorioso, Heráclio devolveu o preciso relicário a Jerusalém.
Havia pensado fazer entrar o relicário na cidade pela mesma porta pela qual Cristo entrou antes de sua crucificação,
mas uma demolição bloqueou sua passagem. 

Dado que Cristo havia passado através
dessa porta humildemente sobre um burro antes de ser morto, Heráclio tirou a coroa,
jóias e sapatos,
e vestido apenas com a túnica,
carregou o relicário nos ombros.
Em 14 de setembro de 630,
a cruz foi restituída a Jerusalém
como exemplo de humildade para todo o povo. 

Esta história épica capturou a imaginação de numerosos artistas, especialmente no Renascimento,
quando a arte se dedicou a narrar os grandes eventos históricos. 
Posteriormente a Heráclio a Cruz ,
o Santo Lenho, sofreu outras vicissitudes com os os novos conquistadores moçulmanos
e após Maomé.
Mais tarde vieram as cruzadas nos séculos XI e XII
em que os lugares mudavam continuamente de dono
e sujeitos a pilhagens e sacrilégios !!!
Depois foi o Império Otomano dos Turcos, etc.
Lugares santos que ainda hoje em dia estão na posse de
Árabes, Moçulmanos e Judeus.
A Sala da última Ceia é de um um árabe,
que se cobre pela visita do peregrino e turista!
NUNCA LÁ SE CELEBROU A EUCARISTIA!
A Basílica do Santo Sepulcro ( Calvário, Santo sepulcro)
 É também  dos árabes moçulmanos
que se cobram pelas entradas.
A Basílica da Natividade em Belém
também está em território palestiniano!
OS LUGARES SANTOS
SÃO LUGARES
DE EXPLORAÇÃO DOS ÁRABES,
MOÇUMANOS E JUDEUS!

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