quarta-feira, 30 de março de 2011
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
segunda-feira, 29 de junho de 2009
No fim do Convívio do Calvário Solene Colocação da Primeira Pedra Do ZIP-ZIP.BAR Da Empresa ILHA DE NUVENS
Está marcada para Domingo, 5 de Julho, a inauguração das obras de recuperação do Calvário das Caldas de S. Jorge.
Os trabalhos foram iniciados há ceita de um ano, logo após a tomada de posse do executivo saído das eleições intercalares na vila termal. O arranjo custou cerca de 200 mil euros.
A inauguração foi marcada mesmo sem que tivesse sido resolvida a questão da propriedadede uma parce- la de terreno.
A junta de Freguesia diz que o proprietário a cedeu para as obras, mas este nega o facto.
O presidente da Junta de Freguesia diz-se satisfeito por ter concluído a obra ainda antes do fim do mandato, admitindo que chegou a pensar que não se concretizaria. “Tive receio de não conseguir terminar a obra como o prometido, mas, felizmente, não houve necessidade de prolongar os trabalhos por mais tempo” - revela José Martins, acrescentando que os materiais foram oferecidos por uma empresa, enquanto a mão- de-obra, foi paga pela autarquia, com a ajuda da Câmara Municipal.
A obra vai ser inaugurada mesmo sem ter sido ultrapassado o diferendo entre a Junta e um particular relativamente a uma parcela de terreno abrangida por algumas cruzes do Calvário. José Martins insiste que o espaço foi cedido ao anterior executivo, sublinhando que “há uma acta na Junta a dar nota disso”. Mesmo assim, o autarca recorda que estão negociações em curso. O proprietário alega ao “Terras da Feira” não ter oferecido o terreno, acusando a Junta de invasão de propriedade privada, o que o levou a recorrer às vias judiciais.
O programa da inauguração contempla uma missa campa1, seguida de um convívio.
( do Terras da Feira) Notícia mais ou menos.
Trata-se de um Calvário antiquíssimo data de 1660.
Pertença da Fé dos Crentes
Num terreno antigamente pertença da Paróquia
Depois ocupado
Em seguida oferecido
E agora dignamente utilizado no seus fins originais.
Parabéns ao Povo desta Vila Termal de Caldas de são Jorge
À Junta de Freguesia desta Vila,
à Câmara de santa Maria da Feira,
Empresa de Mecenato e Patrocinadora
E ao senhor Presidente da Junta José Martins!
No fim do Convívio do Calvário
Solene Colocação da Primeira Pedra
Do ZIP-ZIP.BAR
Da Empresa ILHA DE NUVENS
Estão a ser retirados os cartazes..... E muito bem!

Estão a ser retirados os cartazes
Que extra-temporariamente,
temerariamente
e prevenidamente tem sido colocados!
E muito bem.
As eleições são só princípios de Outubro e
Estes espantalhos poluem visualmente o ambiente
E ofendem o Pelouro do Planeamento,
Urbanismo
e Ambiente
Da Câmara de Santa Maria da Feira.
Portanto bota abaixo antes
que vão parar ao Rio e ao PERM.
Festa da na Vila Termal de Caldas de São Jorge Santa Maria da Feira 28 de Junho de 2009 --- 10.30 horas
Festa da na Vila Termal de Caldas de São Jorge
Santa Maria da Feira
28 de Junho de 2009 --- 10.3 horas
A pomessa de um compromisso,
De mudança de vida,
De atitude.
De testemunho de Fé,
pondo de parte comportamentos
inadequados,
primários e até primitivos
para progresso,
inovação
e criatividade.
Segredo do sucesso, do desenvolvimento e
de que " tudo vale a pena se a alma não é pequena!" ( Fernando Pessoa)
sexta-feira, 13 de março de 2009
Pra Angola já ! E em força ! (Salazar e Sócrates)
Excelente artigo de Nuno Rogeiro“As pessoas mais velhas da minha geração ainda combateram nas guerras de África. Mas estamos a partir, e já não fica cá ninguém que tenha passado este passado.
A presença sentimental de Portugal em Angola continuará, claro, encerrada nos livros, mas não mais nas memórias de pessoas vivas. Essas pessoas que ainda acordam à noite, pressentindo a manhã sobre a savana, ou o cheiro do capim fresco, entre leões.
Isto tem vantagens.
Pode permitir que, com o fim dos beligerantes, países iguais e irmãos possam crescer sem traumas nem romantismos excessivos.
Portugal não tem de se envergonhar de nada do que fez em África, se bem que nem todos os portugueses possuam motivos de orgulho. E os angolanos quererão certamente também olhar para a frente, e deixar o tempo da obsessão. Obsessão pelas culpas e desculpas, pelos grilhões e pelas a1gemas, pelas ocupações e pelas libertações.
Os dois países estão em paz civis. Não podem ter medo de crítica e de autocrítica, não podem deixar de conviver com a pluralidade de opiniões, ou com os direitos das pessoas reais, as que, na norma1idade, fazem e desfazem governos.
Mas precisam sobretudo de não deixar escapar oportunidades. Para que as próximas gerações de poder — as tais que já não viveram a guerra — desfrutem do sofrimento dos pais.
Os laços entre Portugal e Angola são importantes por causa do que foi. Mas devem reconstruir-se, todos os dias, em bases lúcidas; que não apelem só ao sentimento,
mas ao interesse racional, às capacidades, à potêncía individual e colectiva, ao que cada
um dos parceiros pode fazer pelo outro.
Portugal deve continuar a apresenta Angola à Europa, como modelo de país que saiu da guerra para a paz, da paz para a reconciliação e da reconciliação para a eleição.
Como país que não se fragmentou em feudos de senhores da guerra; que não enveredou pelo genocídio entre tribos; que não se transformou nem em caos nem em tirania sanguinária.
José Eduardo dos Santos em Lisboa é importante, apenas por representar Angola.
A seguir a ele virão outros políticos, que continuarão os laços e as cumplicidades com Portuga1. E é importante que possamos, portugueses em Angola, usar as armas tradicionais dos países “normais”:
Competência, espírito de empreendimento to, persistência, gosto pelo trabalho, inovação e qualidade.
Que não se parta para Angola na mira do lucro fácil, ou do conto do vigário.
Na reconstrução Ioca1, que pode custar cinco vezes o tota1 dos empréstimos da China, existem oportunidades, mas os critérios estão rigorosamente traçados, e precisam de ser estudados.
Não há onde plantar novos Brasis: a terra está descoberta, é independente e estabilizada.
Mas há lá muito que fazer, e um admirável mundo novo fica aos nossos pés.
Por outro lado, as oportunidades empresariais angolanas em Portuga1 são conhecidas.
O novo equilíbrio bilatera1 poderá ser, em não tanto tempo como isso, um milagre para a África, e para Portugal.
E o motivo para que os nossos filhos se orgulhem de nós, os que vivemos e morremos nas guerras, próximas e longínquas.”
Nuno Rogeiro
Da Revista Sábado de 12 a 18 de Março 2009.
Agora cá está um relatório minoritário conciso e inteligente.
Parabéns!
Recordo-me de há tempos ter dito, ainda Angola lutava pela sua identidade única quando se disputava a balcanização pelo MPLA, UNITA E FNLA,
que Portugal tinha meios para a pacificação,
desenvolvimento,
progresso
e paz e fui chamado de neo-colonialista!
Discordei e discordo!
Conheci muito bem Angola
e conheço as suas gentes!
SEMPRE ACREDITEI E ACREDITO!
Mudam-se os tempos,
mudam-se as vontades!
A VERDADE PARA ALGUNS SÓ É VERDADE
QUANDO É SACRISTÃ
DAS SUAS IDEIAS !...
domingo, 22 de fevereiro de 2009
Tiago Santos de Ovar ... Jovem Violinista
Tiago Santos de Ovar das Terras de Santa Maria Feira está eminência de entrar na Orquestra Internacional do youtube em Londres no Carnegie Hall concert
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