Ainda sobre o …Tudo leva a crer ser inevitável uma Nova Associação Para o Desenvolvimento da Vila Termal de Caldas de São Jorge!!!
É espantoso que o ATM tenha pulicado um simples post sobre uma Nova Associação e tenha despoletado tanta polémica retrógrada, reaccionária e lhe tenham atiçado todos os mabecos, hienas, rafeiros locais e animais ferozes.
Salvo as honrosas participações dos Senhores Bettencour e Elísio da Silva.
De resto abertos os comentário escancarou-se o jardim zoológico!!
Sinceramente acho descabido
Razões do aparecimento desta Nova Associação:
Considerando:
1. A estagnação desenvolvimental da Vila Termal de Caldas de São Jorge desde que o passou a ser a 13 de Maio de 1999 até ao presente são passados 11 anos!
2. Não têm aparecido obras e iniciativas de vulto a nível da Vila Termal.
3. Salvo o aparecimento de construções de imóveis para habitação de carácter pessoal, social e apartamenta de empresários locais e de fora.
4. As obras realizadas aconteceram a nível da Comunidade Paroquial: Centro Social Paroquial, Restauro da Igreja Matriz,etc.
5. O Restauro do Calvário. Inacabado.É preciso acabá-lo!
6. Mais recentemente o ZIP ZIP Ilha Bar.
7. Ficando-se por outras Iniciativas e Obras em promessa
e ainda no papel e em conjecturas.
Propõe-se a futura Associação levar a efeito a curto e a médio prazo:
1. Criar a envolvência à Igreja Matriz concretizando tráfego pedonal.
2. Ampliar o Cemitério local para Nascente Norte, urbanizando e conferindo jazigos condignos e zelar pelo estacionamento, espaços sociais, estéticos e outras infra-estruturas.
3. Com a consequente aquisição dos prédios que oneram as iniciativas e obras acima referidas
4. O alargamento avantajado da Avenida da Igreja em todo o trajecto que possa ser desde a Sede da Junta à Rua Padre António Guimarães.
5. Uma vez que a ampliação da Avenida da Igreja onera a área das hortas da Residência, propõe-se a construção de uma Nova Residência Moderna e Funcional.
6. Ao Fundo do Passal na área que conduz à Rua Padre António Guimarães propõe-se também a construção de raiz da Sede da Associação podendo ser provida de Bar e Restauração e outros espaços sociais e de convívio.
7. O inevitável refundamento da via fronteira à Igreja Matriz e a aquisição de mais espaço na área vizinha.
8. A aquisição da Área do Dr.Raul para a construção de uma obra Social em benefício da Vila Termal onde não está excluída uma Unidade de Saúde ou uma Unidade para Cuidados Intensivos de Doentes de quem o Hospital se liberta e as famílias se escusam porque não podem ou não querem.
9. Ou ainda um Gimnodesportivo,
Polivalente
ou Piscina coberta.
11 Comentários:
José Pinto da Silva disse...
Sem prejuizo de uma abordagem mais detalhada, dir-se-á que tratando-se no geral de propostas de obras não privadas, poder-se-ia que a "Comissão" mais indicada seria a JUnta de Freguesia. Estranha-se que em toda a panóplia de obras "insinuadas" não conste o CENTRO ESCOLAR, obra inscrita na Carta Educativa Concelhia. Ou será que não interessa?
Sobre outras há-de dizer-se algo.
José Pinto da Silva
12 Novembro, 2010 11:05
ATM disse...
No apontamento para a
“Inevitável Associação Para o Desenvolvimento
da Vila Termal de Caldas de São Jorge”
de facto não consta “ O Centro Escolar”.
Não se pode lembrar tudo
mesmo o que é importantíssimo: A ESCOLA E A EDUCAÇÃO”.
Mas inclui-se generosamente neste
plano de intenções esta Grandiosa Obra
e Muitas Mais!
Não pretende substituir nem pôr de parte
a Excelentíssima Junta de Freguesia!
Mas são de todos conhecidos os obstáculos que Ela,
Junta, tem encontrado no exercício das suas legítimas funções…
Queira o Senhor Pinto da Silva desculpar
que na minha opinião as Autarquias
( Câmaras e Juntas) NÃO SÃO OBRIGADAS A FAZER NADA!!
Devem sim orientar,
administrar as vontades,
Intenções,
Projectos,
Iniciativas
e Obras das personalidades Privadas,
Públicas
e das Associações Locais.
Sem estasPersonalidades as Direcções Autárquicas
são Carne para Canhão
e carne “Picada” para salsichas
e enchidos.
12 Novembro, 2010 17:33
bettencourt disse...
Excelente post, caro ATM.
Antes de mais, uma chamada de atenção para a apatia em que nos encontramos e ao mesmo tempo um apelo forte e legítimo para rompermos com este estado de letargia.
Merece a nossa profunda reflexão, bem como a reflexão daqueles que nesta matéria tem responsabilidades políticas.
Se uma nova Associação puder alavancar o desenvolvimento das Caldas, eu gostaria de poder estar na primeira linha.
bettencourt
13 Novembro, 2010 11:30
José Pinto da Silva disse...
Em quase todas as obras insinuadas no "post" é inevitável a intervenção da autarquia porque bule com espaços públicos e, nalguns casos, à autarquia impõe-se o parecer favorável, desfavorável ou condicionado. A Junta poderia muito bem ser a locomotiva e "atrelava" pessoas da dita sociedade civil para dar colaboração e apoio. Sem prejuizo de algum(ns) elemento(s) mais dinámico(s) poder(em) empurrar a locomotiva se ele fosse demasiado lenta. Mexer em ruas, espaços públicos força a intervenção autárquica.
Contrariamente ao que diz, as autarquias SÃO OBRIGADAS A FAZER muitas coisas e, se não fazem, não cumprem com a sua função. O exemplo mais à vista é exactamente o CENTRO ESCOLAR. Cabe à Junta definir local, propô-lo à Câmara e negociar a compra do espaço necessário. E não digam que isso não podia estar já feito. Para alargar uma rua é precisa a intervenção da autarquia, a local e a municipal e mesmo I. Estradas se for esta a tutela.
No concernente a algumas das obras preconizadas, é conhecida a minha posição, quanto é recorrente a insistência. O Arraial é público e não passará pela cabeça de ninguém a sua privatização. Como continuo a achar inconsequente o rebaixamento da rua Padre José Inácio, como impossivel o alargamento da Av. da Igreja, desde a Rua Pe. António Guimarães. Até pelo custo das demolições. Como, que me seja perdoado, não diviso a necessidade de uma nova residência paroquial. Sou levado a crer que a proposta de alargar a avenida tem como fito a obrigatoriedade de demolir a que existe.
Voltarei ao assunto
José Pinto da Silva
13 Novembro, 2010 12:37
ATM disse...
“Contrariamente ao que diz, as autarquias SÃO OBRIGADAS A FAZER muitas coisas e, se não fazem, não cumprem com a sua função.
O exemplo mais à vista é exactamente o CENTRO ESCOLAR.
Cabe à Junta definir local, propô-lo à Câmara e negociar a compra do espaço necessário.
E não digam que isso não podia estar já feito.
Para alargar uma rua é precisa a intervenção da autarquia, a local e a municipal e mesmo I. Estradas se for esta a tutela.
No concernente a algumas das obras preconizadas, é conhecida a minha posição, quanto é recorrente a insistência.
O Arraial é público e não passará pela cabeça de ninguém a sua privatização. Como continuo a achar inconsequente o rebaixamento da rua Padre José Inácio, como impossível o alargamento da Av. da Igreja, desde a Rua Pe. António Guimarães.
Até pelo custo das demolições.
Como, que me seja perdoado, não diviso a necessidade de uma nova residência paroquial.
Sou levado a crer que a proposta de alargar a avenida tem como fito a obrigatoriedade de demolir a que existe.
Voltarei ao assunto
José Pinto da Silva”
Ora cá estão uma série de bacoradas do Senhor Pinto da Silva:
1.Que as Autarquias são obrigadas a fazer obras !!!!
2.Que é obrigada as fazer o CENTRO ESCOLAR. Era excelente! E quem faz os alunos?
3.O espaço já lá está. É só cativá-lo!
4.Será que as Autarquias são “ minus habens” para negociar e dialogar com uma Associação?
5.Quanto às suas posições penso ser sobejamente conhecidas, valiosas e contributivas para o progresso desta Vila Termal. Há posições de pé firme e outras…
6.Claro que para si não é preciso residência paroquial nenhuma, nem igreja, nem padre, nem religião… E ainda não conhece os Estatutos!!!!
13 Novembro, 2010 21:27
Elisio Cardoso Silva disse...
Inevitável ou não, o aparecimento de uma nova Associação para o Desenvolvimento da Vila Termal de Caldas S. Jorge, não me soa mal pelo contrário.
Concordo alguns pontos da missiva lançada pelo ATM, quando diz que desde o ano de 1999 que vivemos uma certa estagnação no que toca ao desenvolvimento, e esse desenvolvimento é função principal de todas as associações da Vila, ou deveria ser. Mas á cabeça desse desenvolvimento terá de estar sempre o poder autárquico, o poder de cativar para a nossa Vila os investidores ou investimentos públicos privados, é isso que acontece em todas as Vilas do Pais, não conheço outra forma, é claro que também compete á autarquia autorizar, fiscalizar e orientar. É para essas funções que são eleitos os autarcas, no qual deve recair o peso e a responsabilidade de cumprir os seus programas eleitorais.
Eu compreendo o Sr. Pinto da Silva, quando coloca reticências em algumas obras que aqui se fala, pela dimensão e concretização, porque no geral todas elas são em espaços públicos, e era impensável não haver uma envolvência da autarquia.
Por outro lado congratulo-me pelas ideias lançadas pelo ATM, porque é sempre bom ter ideias novas e ambiciosas, eu compreendo que sendo o ATM a lançar a ideia para uma nova Associação, só tenha pensado em projectos envolventes á Igreja Matriz. Uma associação com esta definição e com este carácter tem de ter uma visão mais alargada dos projectos para a Freguesia. E podia enumerar várias como o saneamento básico; área envolvente às Termas; uma sede de junta condigna para quem lá trabalha e quem nos visita, etc.etc.
Uma ultima palavra para o Sr.Bettencout que muito tem feito para que este espaço de dialogo e troca de ideias possa continuar activo, pena é que tenha caído em desuso pelos mais variados colaboradores e falo também por mim, que não tenho colaborado tanto como era desejado, mas tenho acompanhado sempre que possível os excelentes post´s do Sr.Bettencout.
14 Novembro, 2010 08:25
José Pinto da Silva disse...
O Sr. ATM não mereceria resposta porque respondeu com grosseria a uma opinião deixada de forma correcta e que só teve o problema de não agradar ao "dono" do post.
Primeiro devolvo inteiro à origem o epíteto de "BÁCORO" porque assenta muito melhor na origem. O Centro Escolar está previsto na Carta Educativa do Concelho e, como assim, a Câmara tem o dever de o construir, como tem construído noutras freguesias. Como lhe cabem outras intervenções para o desenvolvimento das terras. A quem cabe o alargamento de ruas e avenidas se e quando necessárias? Qual é a Comissão para promover o tal Centro de Artes na sede do concelho? e qual foi para construir a Biblioteca e todos os investimentos lá no fundo?
Quanto à Residência, mantenho que não me parece ter alguma prioridade em termos de investimento em Caldas de S. Jorge. Mas tratando-se de uma obra particular, nada impede que a tal Comissão que poderá muito bem constituir avance. Eu acho que não é prioritária.
Quanto ao resto, o que dizer? Que é parvo!!!! Tenho muito mais respeito pela Igreja instituição e garanto que não teria "lata" de dizer dentro da igreja edifício o que lá tem sido ouvido.
José Pinto da Silva
14 Novembro, 2010 12:06
Anónimo disse...
JÁ ERA TEMPO DE ABRIR OS COMENTÁRIOS
14 Novembro, 2010 18:35
Anónimo disse...
Abriu a caça aos coelhos, aos patos, rolas, pombos, pintos e ao padre!
14 Novembro, 2010 20:43
Anónimo disse...
Atirem no padre que ele pode bem!
Nós estamos bem como estamos.
Só que queríamos o Senhor Pinto a Presidente da Junta
Que ele fazia as obras todos que o Padre quer e muitas mais.
Até o Dr. Raúle e presidente da câmara vinham-lhe ao beja mão.