3 de Abril pelas 21:00 - El Corte Ingles - V.N. de Gaia
O Rei do Volfrâmio de Miguel Miranda
17 de Abril pelas 18:30 - FNAC- Colombo
Na primeira metade do século XX, o mundo foi flagelado por guerras sucessivas, que causaram milhões de mortos, destruição e sofrimento. Houve também quem prosperasse com o esforço bélico, como os volframistas. Portugal foi um dos principais exportadores de volfrâmio, durante a Guerra Civil de Espanha e a Segunda Guerra Mundial.O enriquecimento súbito dos volframistas e a sua queda na penúria do pós-guerra são motivo para uma tese de doutoramento do investigador João de Deus. Mergulhado numa conturbada vida amorosa, investiga o passado de Petrónio Chibante, o Rei do Volfrâmio, explorador da mina Paraíso, em Vilar das Almas. O passado, convocado de forma estranha pela alma de Serafina Amásio, antes de abandonar o corpo, cruza-se com o presente, revivendo amores e desamores de cada época, no lugar recôndito de Vilar e por esse mundo fora.O Rei do Volfrâmio é a saga de um país e das suas almas, vivendo de um passado faustoso e iluminado, sem canalizar forças para o futuro. É uma reflexão sobre a diáspora e as gerações de novos párias.É também uma ode ao amor, nas suas mais diversas e estranhas formas. É ainda uma elegia aos que das fraquezas fizeram forças, em nome da razão.
Trailer do Livro: http://www.youtube.com/watch?v=zn1CjyeVXEE
sem IVA: 16,50 €
Preço com IVA: 15,71 €
1 comentário:
Pela ligação que teve a Caldas de S. Jorge e mesmo pela quantidade de amigos que por cá deixou, é sempre com muito agrado que acompanho o lançamento de mais uma obra do Miguel Miranda. Não conheço o "miolo" da obra, mas esparo bem que conte algo da saga do volfrâmio na nossa região, movimentos e pessoas de que ainda me recordo. Aqui em S. Jorge houve duas separadoras de volfrâmio, uma onde depois se instalou a "em ruinas" Fabruima e outra onde funcionou depois a Serafim Reis.
Vou lá estar, comprarei o livro e lê-lo-ei de seguida.
Notar que não é qualquer que edita na Dom Quixote. Só num patamar já um tanto elevado.
José Pinto da Silva
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