Podemos hoje dizer que Caldas de S. Jorge possui um projecto a médio e longo prazo?
A esse nível, “coisas” há que já foram feitas. E “coisas” há que estão pensadas…
No entanto, para a definição de uma visão estratégica e de múltiplas oportunidades para a renovação urbana de Caldas de S. Jorge, para o aumento da sua competitividade e para a sua afirmação no panorama regional, nacional e mesmo internacional (sobretudo ibérico) como um espaço de excelência ao nível do turismo e da especificidade da industria da puericultura, muitos caminhos ainda temos de trilhar.
O caminho a percorrer é longo e o horizonte temporal de muitas acções e projectos ainda não está traçado.
Mas existem “sinais” que podem significar indícios. Que foram, despretensiosamente, por aí deixados.
Queiram os agentes saber interpretá-los…
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Indícios…
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2 comentários:
Caro P.N.C.S. por acaso quando fala a nível Ibérico, não está a falar devido as termas terem sido vendidas aos Espanhóis??? Desculpe que me enganei. Queria dizer que podem ser vendidas aos Espanhóis, principalmente agora que está a terminar a concessão à Sociedade de Turismo!!!
Devo dizer que o que me decepcionou no debate, entre os proponentes a presidente da junta, foi mesmo a falta de propostas sobre esta matéria. Achei que de facto ninguém tem um verdadeiro programa sobre o turismo termal e de SPA, que poderá ser a grande aposta da freguesia.
Será absolutamente claro que o Pedro, pela sua formação académica e, mais, pela sua actividade profissional, tem uma ideia formada sobre o que poderá ser Caldas de S. Jorge no aspecto urbanístico e no que lhe virá em consequência: turismo, comércio e mesmo indústria. De qualquer modo e para os leigos que só poderão dizer se gostam ou não de algo que surja, faltará um verdadeiro plano de pormenor, primeiro de toda a zona envolvente das Termas, nomeadamente o que pensam os urbanistas que se haverá de desenvolver nos terrenos da "Pines", dos terrenos a sul (do Zé Maria", dos campos a nascente, e mesmo do alto da Sé. E dos terrenos a sul/poente (a ribeira e por aí acima até ao Lago, sempre na beira do rio. Se houvesse detalhe, quem sabe se os proprietários dos terrenos imaginassem que futuro. Mas é sabido que os primeiros, segundos e terceiros passos terão que ser dados pela Câmara que arrastará, ou não, alguns privados. O tal plano de pormenor poderia, quem sabe, sugerir algo aos actuais donos da Pensão do Parque. Enfim, convenha-se que se está muito dependente de quem, até aqui, nos olhou um tanto com olhos vesgos.
José Pinto da Silva
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