
domingo, 15 de julho de 2007
Parabéns aos melhores estudantes da nossa Vila de Caldas de S.Jorge

As 7 Maravilhas das Caldas...

Fim da primeira votação para as 7 Maravilhas, o resultado já pode ser visto...
Nos próximos dias, vamos dar início à escolha, das 7 Maravilhas das Caldas de S. Jorge, de entre 21 candidatos.
Hoje, Manhãs Vivas
Das 10:00 - 12:00,
vem participar,
e
trás um amigo também...
sábado, 14 de julho de 2007
III Olimpíadas Seniores de Santa Maria da Feira!
Personalidade de Relevo

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Da Nossa Vila de Caldas de São Jorge
Filho de António Pereira Coelho e
de Maria da Assunção e Silva residentes na altura no lugar do Lago.
Casou nesta Vila de Caldas de São Jorge com Maria Aurora Ferreira de Oliveira
Enviuvou a 10 de Julho de 1995 por óbito da Sua Esposa.
Casou em segundas núpcias com Arlete Maria Teixeira da Costa
na Igreja Matriz de Santa Maria a Feira no dia 4 de Outubro de 2003.
Após doença prolongada faleceu com 56 anos de idade
no dia 17 de Maio do corrente ano 2007.
Foi acontecimento histórico nesta Vila de Caldas de Caldas de São Jorge
Deixou saudades,
recordações,
lembranças
… um ligar vazio!
Sanjorgense de gema, alma e coração sempre se devotou à sua Terra Natal.
Esteve uma série de mandatos à frente dos destinos da autarquia desta Vila.
Deixando obra feita e digna de se ver!
No dizer de um sanjorgense “… porque não atribuir ao jardim do lado sul das termas “Jardim Fernando Coelho” foi uma obra construída no seu mandato, pois ele foi um homem que muito deu à freguesia de Caldas de S. Jorge, na qual destaco no meu entender a sua maior obra “A luta contra a toxicodependência na nossa Vila” luta essa que só quem esteve do lado dele se apercebeu da complexidade da mesma, na qual até ameaças de morte dos seus familiares recebeu, sem nunca ter demonstrado a sua fraqueza emocional….”
Os bons sanjorgenses sempre se recordarão dos seus amigos!
Grandiosas Festas Da Vila à Porta!!
Animação Termal...
XVI Festival de Folclore
Organização Rancho as Florinhas de Caldas de S. Jorge.
sexta-feira, 13 de julho de 2007
COMENTÁRIO DO DIA:
Unamos esforços.
SITE DA SECÇÃO DE ATLETISMO...
http://www.atletasdascaldas.pt.vu/
Peço imensa desculpa…
É verdade… Acho que me excedi no texto que publiquei há dias, neste fórum de devaneios emocionais.
Acredito mesmo que, a leitura da minha blasfémia, tenha feito levantar e revigorar até um eunuco.
E por isso (deve ter sido apenas por isso) um tal senhor chamado Otebaflana, resolveu dar-me uma lição, através do comentário que produziu neste mesmo espaço. Refere-se a mim e especialmente ao meu contributo acerca da "Capacidade de Sonhar", sem recurso a nomes feios, excepto, quase no fim (a escrita, após a barreira dos 154 caracteres tem destas coisas), onde me "mimou" com a história do "insensato".
É também sabido, que essa coisa de escrever, o que quer que seja, sem recurso ao insulto, por si só, já possui uma boa dose de pedagogia – julgo ter sido o caso do nosso interlocutor. Mais uma vez, bem hajam todos os quantos escrevem (com ou sem erros).
Mas, onde é que eu ia? He...
- Há. A minha blasfémia...
No entanto, e porque, até prova em contrário, devemos sempre ser considerados inocentes (mesmo sendo do Fê-Quê-Pê), decidi, comunicar-vos, em minha legítima defesa (se é que tenho alguma).
Devo dizer que quando escrevi a tal crónica (ou o texto, ou o relato, ou a graçola, ou o que vocês quiserem) intitulada "Gosto de Sonhar. E depois?", o meu raciocínio foi este: - O que muita gente anda para aí a escrever e a vociferar relativamente aos mais ou menos letrados e sonhadores é uma palermice (talvez passageira?). Quem assim actua, são tipos ou tipas (ou tripas) com muito tempo livre que aproveitam estas coisas para se travarem de razões com a própria vida, e ainda para aborrecer os verdadeiros defensores da irmandade intelectual. Assim que os intelectuais que usam óculos grossos deixassem de escrever e de praticar a "boa língua portuguesa", logo os representantes do povinho se voltariam a dedicar apenas às coisas que lhes dizem respeito, nomeadamente (entre outras), às consultas dos sites de pornográficos – onde, certamente, se divertem mais e melhor.
E por isso, quando escrevi sobre o tema, foi certamente a pensar que ninguém iria ficar tremendamente chateado, morrer ou cair em desgraça. Pensei que ninguém ia "enfiar o carapuço".
O senhor Otebaflana mostrou-me que não. Nem graçolas sobre o curso do "nosso" primeiro, nem escrever sem erros e nem pensar em sonhar. Assumir o respeito pela língua de Camões é inconcebível. O poder de Sonhar é alarve. Para sermos do povo não podemos sonhar e temos de dar erros. Ponto final parágrafo. E quem não perceber isto, é um "betinho mimado".
Quem poderá desafiar os verdadeiros humildes que não tiveram possibilidades para "ir estudar?" (desculpem, mas tenho que limpar uma lágrima)
Não nos podemos esquecer que são eles que permitem que os mais letrados possam ganhar a vida e que por isso não têm tempo para sonhar.
Mas, confesso, aprendi a lição. O "professor da vida" Otebaflana mostrou-me que esta é uma questão essencial para o nosso quotidiano. Mostrou-me que, daqui para a frente, é importante que não se durma. Temos de andar de olhos bem abertos: nada de sonhos… Isso já era.
Sonhar e não dar erros é estar a desferir um duro ataque à comunidade e, começo a suspeitar, a toda a civilização.
Acredite, Otebaflana, que estou arrependido. Deve ser feita justiça. Estou disposto a pagar pelos meus erros.
Estou disposto a Não Sonhar e a dar alguns (talvez muitos) erros ortográficos...
Mas só por uns instantes…
atento73
As intrigas do Zouvineiro...
Pelo que me disseram, em (ab ore ad aurem) que não sei se será verdade, o Partido da Nova Democracia (PND), anda a tentar seduzir um empresário a residir nas Caldas de S. Jorge, no lugar de Arcozelo.
Essa sedução tem como objectivo, poder encabeçar uma lista para as possíveis intercalares, na Junta de Freguesia.
Ao que os “serviços secretos” do Zouvineiro descobriram, a proposta foi peremptoriamente recusada, por falta de consistência política, e por motivos profissionais. Falta saber se não foi também por já andar a ser sondado por outra força política, é caso para dizer (similia similibus).
II
Ao que se consta, a festa de S. Jorge vai mudar de nome!!!
Diz quem sabe, que além das associações do “grupo de Jovens”, do “Corpo Nacional de Escutas” e da “Comissão de Festas”, Também a “Casa do Benfica” vais estar com um “estaminé” na Festa de S. Jorge.
Razão pela qual, julga-se que a festa vai mudar para o nome de; “FESTA DA BIFANA”.
O Zouvineiro, vai abrir um concurso de quem cozinha a melhor bifana, ou o melhor “tirador” de cerveja. Uma coisa é certa a “concorrência” está lançada.
quinta-feira, 12 de julho de 2007
Quem perderá?
Novas eleições não conduziriam ao clone da situação actual, mesmo que previsivelmente se trocasse o Presidente? E mesmo que um novo executivo não trouxesse machado de guerra, haveria vantagens visíveis para quem quer que seja?

Como primeiro raciocínio e sem entrar muito no que possa provocar a queda do executivo, digo que, com intercalares, perderão todos, porque entra em défice o princípio da estabilidade, o princípio da regularidade dos ciclos eleitorais e porque um meio mandato mal permite a adaptação fisiológica à cadeira que couber a cada qual.
O que poderá levar à queda? Como anteriormente nunca se falou em semelhante eventualidade, é instintivo pensar-se que o factor de possível conflito só pode ser o novo presidente da Junta. Com o anterior presidente nunca se vislumbrou qualquer sombra de desentendimento ou mesmo de pontos de vista discordantes. O muito ou o pouco, o bem ou o mal feito sempre foram assumidos pelo trio. Será o actual autoritário? Será intratável? Será desrespeitador do princípio da colegialidade? Se sim, é tão simples como ter de ser ele a mudar de atitudes e de procedimentos. A lei força-o a tal mudança. Ponto final. A mais importante prerrogativa do presidente é o voto de qualidade, quando em processo de votação ocorra a situação de empate.
É sabido que para provocar a queda do executivo é imperioso que, em simultâneo, renunciem todos os integrantes das listas do PS e da "Futuro Já". Eleitos, não eleitos e suplentes. Havendo essa convergência de pontos de vista entre treze mais treze pessoas, não será muito mais fácil que convirjam os dois membros emanados das mesmas listas componentes do executivo?
Uma junta de freguesia é um órgão colegial, pelo que impera nele o princípio da decisão maioritária. Convirá que o trio, em conjunto ou em separado, leia com atenção o artigo 34º. Da Lei 169/99 onde estão bem explícitas as competências da Junta, isto é, da maioria dos três integrantes, maioria que desejavelmente deveria ser unanimidade. As competências do presidente dimanam das da junta, pelo que se entender pôr-se em minoria, perde. E tem que se submeter, ou cai. Em termos básicos, as competências do presidente limitam-se a cumprir e fazer cumprir o que o plenário da junta deliberar. Leia-se em particular a alínea d) do nº. 1 que diz: "Gerir os recursos humanos ao serviço da freguesia". Ver também a alínea g) do nº. 1 do art. 38º. (Competências do Presidente), que diz: "Executar as deliberações da junta e coordenar a respectiva actividade". E, para não haver dúvidas, leia-se o artigo 35º. da Lei 5-A/2002 que fala das competências que a junta pode, se e quando quiser, delegar no presidente. E, delegando, se vir que não estão a ser bem desempenhadas pode retirar a delegação. É conveniente que se leiam as leis, para que não haja atropelos, nem tentativa de uso indevido de poderes.
No caso concreto, em situação de eleição intercalar, quem poderia sair favorecido ou prejudicado? Sairia, desde logo, favorecido quem quer que conseguisse vencer com maioria absoluta. E será previsível, com as forças em presença, a conquista de uma maioria absoluta por qualquer concorrente?
Não ocorrendo essa maioria sairia prejudicado o PS porque, sendo a única força política organizada e institucionalizada com presença no executivo, ser-lhe-ia quase automaticamente atribuída a queda do órgão. O presidente é um independente enfiado em 2005 na lista do PSD por mera táctica de oportunidade, pelo que mesmo sendo ele a verdadeira causa do não funcionamento da junta e do seu colapso – a memória colectiva ainda se lembra do que se passou há anos – a imagem do PSD sai incólume. E para uma hipotética recandidatura seria mais que certo que teria de recorrer à formação de mais uma lista de independentes. Ou o CDS emprestar-lhe-ia a sigla e o emblema?
Os independentes da "Futuro já", mesmo resignando como os do PS, ficariam com a dinâmica que pudesse ter, ao tempo, a Associação de Moradores e que andará muito longe do que os motivou em 2005. Politicamente não existem, nada poderiam perder politicamente.
E novas eleições não conduziriam ao clone da situação actual, mesmo que previsivelmente se trocasse o presidente? E mesmo que um novo executivo não trouxesse machado de guerra, haveria vantagens visíveis para quem quer que seja?
O Executivo não tem alternativa senão entender-se, sendo que o presidente terá de, mesmo às vezes a contragosto, fazer executar as deliberações do colectivo.
Ainda a tempo: Há uma competência que, nunca, em nenhuma circunstância é cometida o presidente da junta, de Caldas de S. Jorge, ou outro. É o de tentar meter bedelho, é o termo, noutros serviços, nomeadamente unidade de saúde e, muito menos tem qualquer legitimidade para lá entrar e tomar atitudes que deixariam corada de vergonha qualquer peixeira de qualquer praça. Episódio a ser desenvolvido.
CRUZADA....
José Pinto da Silva
quarta-feira, 11 de julho de 2007
Página de Internet da Junta de Freguesia...
Todas as Pessoas podem visitar a página em:
http://www.jf-caldasdesaojorge.pt
Gosto de Sonhar. E depois?
E depois?
Ninguém tem culpa de ter nascido para isto. E logo a mim, que sou um tipo mais ou menos bem comportado, me tinha de calhar tal "fava" do bolo rei da vida. Sim, porque essa história de "desperdiçar" algum tempo desta vida agitadíssima naquela coisa quase intolerável de sonhar e de exercitar o raciocínio está, cada vez mais, com os dias contados.
Antigamente, ainda existiam alguns visionários que se dispunham a disseminar algum do seu conhecimento pelas suas terras de origem e, honra lhes seja feita, conseguiram alguns agradáveis resultados. Eram os Senhores Doutores, Professores, Regedores, Agricultores e outros "ores" quaisquer que, não raras as vezes, "embebedados" de sapiência, arregimentavam as populações, só permitindo, de quando em vez, que os "profanos" (qual maçonaria) dissessem qualquer coisinha. Em todo o caso, já nessa altura, os menos letrados e que só falavam de quando em vez, pensavam (e pensavam bem).
Sinto alguma nostalgia e, porque não, até alguma raiva de não ter vivido esses tempos.
Seriam tempos em que as pessoas eram, efectivamente, respeitadas – Dizem...
Hoje, para (a)variar, não é nada disso.
Um gajo que ouse mandar uns bitaites mais ou menos articulados sobre um qualquer tema que diga respeito à sua terra é logo motivo de reparo. E então, se esses bitaites tiverem alguma consistência e perspectivarem um desígnio, uma filosofia, um modus operandi para a terra, isso é que não pode ser: vêm logo os verdadeiros representantes do povo (dizem eles) alegar que isso são coisas de indivíduos intelectuais, que não põem as "mãos na massa" (acho que é assim que vociferam).
Começo a ficar farto dessas histórias e de "falsas modéstias". Já "enchi o saco". Há pessoas que não merecem.
A partir de agora, vou começar a puxar dos "galões" (de preferência mornos e com pouco café) e armar-me em "cagão" quando me disserem que sou filho de papá, que não sei o que são as agruras da vida, que não dou erros ortográficos, que não sou do povo, que tenho a mania que sou letrado.
É verdade. Sou isso tudo. E quê? Tens alguma coisa a ver com isso? Pedi-te algum? – Direi eu.
Não me importo. Estou a escrever "sem rede". Mas garanto que vai ser assim.
Era só o que faltava eu ter de me acanhar perante alguém que, além de dar erros, não sabe construir frases, não quer sonhar e, cúmulo dos cúmulos, não quer aprender.
Não está (longe disso) em causa o valor humano de cada um – nesse campo, somos todos iguais. Sempre abominei a questão das segregações: pela cor, pelo credo, pela ideologia, pelo grau de riqueza, pelo grau de escolaridade. Repito, somos todos iguais.
Está em causa, sim, quando tentam, à luz de um discurso populista, retrógrado e ressabiado, diminuir a importância do saber e do sonho, enquanto modos de vida.
Faz bem sonhar sim senhor. Faz bem à alma, ao espírito, ao corpo, à terra, aos outros.
E ainda faz melhor quando (o sonho) é feito de uma forma desprendida e na perspectiva de contribuir para um melhor futuro dos vindouros.
Caros leitores. Tinha de vos transmitir isto. Estava cá "entalado" há vários dias.
Se ainda tiverem o virtuosismo da atenção perante este texto, permitam-me um conselho e, porque não, uma "ordem": tenham a ousadia de Sonhar. Sonhem. Sonhem muito. Sonhem como a vossa terra pode ser daqui a uns anos. Sonhem numa terra colorida. Sonhem numa terra onde é bom viver.
Sonhem... Sonhem sempre...
Divirtam-se…
Porque, como já alguém dizia, "…O Sonho comanda a Vida…".
Há. E se possível... Sem erros ortográficos.
atento73
11 de Julho - Dia Mundial da População...
Jovens entre 15 e 24 anos somam um bilhão, o que significa dizer que existem 17 jovens em cada grupo de 100.
Mas o número de pessoas com mais de 60 anos, por sua vez, chega a 646 milhões, numa proporção de uma em cada dez.
Esse número ainda é acrescido todo ano em mais de 11 milhões, o que caracteriza um envelhecimento da população mundial.
Conforme estimativas da Organização das Nações Unidas (ONU) para o ano de 2050, a percentagem de jovens com menos de 15 anos de idade deve diminuir de 30 para 20%, enquanto a quantidade de idosos deve crescer 22%, alcançando um total de dois bilhões de pessoas com idade avançada.
Dá que pensar...
atento73
terça-feira, 10 de julho de 2007
A D R I T E M...
Tem como objecto a qualificação, promoção e comercialização de produtos locais; reforço da capacidade de atracção TURISTICA (o destaque é meu) do território, mediante a valorização dos seus valores patrimoniais; qualificação de recursos humanos, jovens mulheres desempregadas e afirmação dos municípios envolvidos como destino privilegiado de lazer, cultura e consumo de produtos tradicionais de qualidade.
O objectivo é que entidades públicas e privadas, nestas freguesias, possam ser beneficiadas de Ajudas Financeiras do Plano de Desenvolvimento no Âmbito do QREN (Quadro de Referência Estratégico Nacional) – é este o “palavrão” que designa os 21 500 milhões de euros que escorrerão para Portugal da U E até 2013.
Não tive grande curiosidade em saber quais as freguesias de Oliveira de Azeméis que ficaram incluídas no projecto. Mesmo assim recebi a informação. As freguesias de Oliveira de Azeméis são: Carregosa, Cesar, Fajões, Macinhata da Seixa, Nogueira do Cravo, Ossela, Palmaz, Pindelo, Travanca e São Roque. Sei que do concelho de S M Feira são: CANEDO, LOUREDO, VALE E ROMARIZ.
Claro que cada freguesia tem as suas especificidades, os seus atractivos e os seus produtos, mas, porque se fala de atracção turística como objecto de promoção, e, no badalar de muitos, Caldas de S. Jorge, com as suas Termas (a tal princesa), com o seu bucólico rio Uima, (Pouco cuidado, mas…) com algum património edificado, etc, etc. é (será?) considerado um polo central de interesse para o turismo concelhio (não é considerado desejável a transferência para cá do Pelouro do Turismo?), não seria de a Câmara integrar Caldas de S. Jorge no lote dos potenciais beneficiários do projecto? A Integração, depende de quê e de quem? A Junta de Freguesia tem conhecimento disto?
Irei tentar colher mais informações sobre como é que isto funcionou e vai funcionar. (pesquisar Adritem no Google)
José Pinto da Silva
As Caldas Vistas No kouzaselouzas...

No nosso pasquim hoje: “o Presidente do executivo (das caldas) avisa que entrará na corrida se forem precipitadas eleições”!
Eu diria mais….. não será ele uma verdadeira precipitação em estado puro?!
Em todo o caso, pedimos à população das Caldas que não arrisquem a colocar um pé fora do passeio….a corrida está no ar!
Ver no:
http://kouzaselouzas.blogspot.com/2007/07/need-for-speed-in-caldas.html
segunda-feira, 9 de julho de 2007
Certificação/equivalência
s é que se empenham verdadeiramente na apreensão de conhecimentos, enquanto outros acabam por pedir a familiares ou amigos que lhes façam os "deveres" que são depois apresentados como da lavra de cada qual.Queria ele, o relatado, concorrer a uma vaga numa empresa de seguros, mas os pré requisitos do concurso exigiam a exibição de certificado do quinto ano oficial. Um requerimento urgente e quase pungente ao Ministério da Educação a pedir a certificação de equivalência, porque havia uma chance que lhe fugiria, apesar de achar que tinha preparação que competia, com vantagem, com a oficial.
Veio o papel – ainda o tem e emoldurado – a certificação da equivalência, mas em caixa destacada dizia que era VÁLIDA SÓ PARA EFEITO DE PROVIMENTO DE CARGO PÚBLICO. Significava isto que poderia assumir o emprego, mas, se quisesse continuar a estudar no ensino oficial, teria que submeter-se ao exame do segundo ano e, sentindo-se preparado, ao do quinto ano e continuaria depois. Este um caso concreto que tem, naturalmente muitos anos e que agora se não poria porque os programas coincidem.
Como é diferente agora! A propósito da Certificação das competências no âmbito do Programa Novas Oportunidades, programa que é, no essencial, de utilidade, porque leva durante algumas semanas, ou meses, para o interesse por coisas de aprendizagem uma quantidade de pessoas que, normalmente ou estava totalmente alheada dos livros e das leituras ou se limitava a folhear os jornais desportivos e a ler as "gordas" nos informativos gerais.
É inegável que todos, uns mais do que outros, até pela diversidade de habilitação académica e de carreira profissional, apreendem coisas novas, sendo que a incidência bate sobretudo na utilização do computador. Ainda que, os iniciados, não consigam sair da iniciação. Será um despertar de interesse, se tiverem computador em casa.
Mas o que acontece é que, ao fim dessas semanas, ou meses, com um encontro/lição de cerca de uma hora semanal (às vezes um pouco mais) e passado como gato por brasas por muitos dos temas propostos, os "alunos" recebem um certificado – até aqui do nono ano – que não só os habilita a concorrer a provimento de lugares que exijam o nono ano, como lhes permite, se assim o entenderem, prosseguirem os estudos entrando para o décimo e seguintes, ou mesmo tentarem directamente o décimo segundo, após o que se podem candidatar a ingresso no ensino superior. E, se aí, não imagino que condições lhe poderão ser proporcionadas para prosseguir o estudo.
Coloquemo-nos agora na posição dum(a) jovem de 14/15 anos que, na escola, procura obter o 9º. Ano. Corre um ano todo para a escola, às vezes longe que é terrível, carregando uma mochila com peso desaconselhável, com dias de chuva e frio, com cerca de uma dezena de disciplinas para estudar e de que tem de prestar contas e provas e, quantas vezes, depois de tudo isso, eventualmente sem a intensidade de estudo preciso, uma boa percentagem de estudantes chumba e repete. Mesmo chumbando, será que não têm muito melhor bagagem do que os que obtiveram a certificação de competências?
São situações diferentes, dirão. Claro que são, mas os certificados têm os mesmos efeitos. Se os adultos se suportam muito no seu trajecto de vida familiar ou profissional, então que a certificação tenha validade para efeitos de documentar acesso a emprego, ou mesmo para ver alguma melhoria de posição no emprego que já tenha. E aí, o acréscimo de algum conhecimento científico (noção de matemática, iniciação nas tecnologias informáticas, melhorias na capacidade de leitura e interpretação de textos, etc.) ajudaria sobretudo a interiorizar melhor novas técnicas profissionais e a valorizar-se na sua profissão ou, até, avançar para uma nova actividade, se a aprendizagem lhe acendeu alguma luz.
É de todos sabido que, mesmo assim, só alguns é que se empenham verdadeiramente na apreensão de conhecimentos, enquanto outros acabam por pedir a familiares ou amigos que lhes façam os "deveres" que são depois apresentados como da lavra de cada qual.
Claro que as aulas para a certificação têm, pelo menos, utilidade de levarem pessoas a um contacto mais próximo das letras e leituras durante aquele tempo e, muitos, iniciam ou reatam o hábito de alguma leitura. Mas não muito mais que isso.
Diz muita gente e, é-se levado a concordar, que estas certificações melhorarão sobretudo as folhas estatísticas do país. Que melhorarão ainda com as certificações do décimo segundo. E a aculturação geral melhorará na proporção?
Instabilidade na Junta de Freguesia pode conduzir a eleições intercalares
Dossiê da pedreira põe em evidência brechas no seio do executivo, Hermínio Mota anuncia recandidatura no caso de eleições intercalares.As próximas semanas devem ser decisivas quanto à clarificação da situação na Junta, mas já chegou ao ouvido ao presidente Hermínio Mota que estaria a ser equacionado o cenário de eleições.
A coexistência dos três membros da Junta, eleitos por listas diferentes, está a revelar-se mais difícil desde a tomada de posse do novo presidente do executivo, Hermínio Mota (PSD), que imprimiu um estilo diferente na gestão da freguesia. Posições diferentes também sobre o dossiê da pedreira de Arcozelo poderão abrir caminho a um cenário de consequências imprevisíveis. De eleições intercalares, os protagonistas não querem falar, mas o equilíbrio parece cada vez mais instável.
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