segunda-feira, 28 de junho de 2010

Hoje Assembleia de Freguesia...

Ao que parece, esta noite, temos mais uma assembleia de freguesia. Só de notar estranheza, pela tentativa de ocultação da mesma à população…

Julgo que vai ser questionado a acção relativamente aos cruzeiros, pois a restante ordem de trabalhos é desconhecida da população em geral.

CARTA AO PRESIDENTE DA CÂMARA DA FEIRA

Exmo. Senhor,
Várias pessoas, diria que mesmo muitas, abordaram-me, no post inauguração do Bar ZIP, dizendo-me que eu fora o ausente mais presente no “discurso” que V. Exa. proferiu na circunstância. Dada a diversidade das fontes, fui aceitando que houve chá amargo a mim servido, sem que o meu nome fosse aludido. Perguntei-me porquê a “gentileza do serviço” e porquê a não denúncia com nome vincado. Soltei as dúvidas quando acedi ao vídeo com a intervenção integral. E conclui que me serviu chá cicutado e em chávena rachada.
Porque V. Exa. não disse a verdade, isto é, mentiu, não pude manter-me sem ripostar. Demorei expressamente, porque há coisas que se servem como o gaspacho. Só que eu identifico o destinatário. O Presidente da Câmara da Feira. Vamos então a factos.
Como V. Exa. sabia, e não disse, foi algures em Julho de 2009 que alguém, que não conheço, nem me interessa demasiado – talvez V. Exa. saiba quem e lhe não interesse revelar – escreveu à CCDR-N a formalizar uma denúncia cujos termos não conheço, mas que terá a ver com algo de irregular que o denunciante topou na obra já em curso e a ritmo acelerado. V. Exa. terá tido acesso a todo o processo e conhecerá os termos exactos da denúncia.
A CCDR-N deu do facto conhecimento à Câmara, em 11 de Agosto, ao que julgo. A Câmara respondeu à CCDR-N em termos que não conheço. Em 11 de Novembro a Direcção dos Serviços de Fiscalização da CCDR-N endereçou à Câmara o ofício 769800, onde diz: (cito excertos):
- “… através de uma denúncia escrita foi esta CCDR informada …”
- “… verificou que o projecto interfere com a condicionante REN e com o Domínio Público Hídrico, estando o
projecto em área de salvaguarda restricta…”
- “… verificou-se que a acção (obra em curso) é susceptível de prejudicar o equilíbrio ecológico das áreas inte-
gradas na REN e não é enquadrável nas acções que fazem parte do Anexo II do referido diploma …”
- “ ... carecendo ainda de autorização desta CCDR-N e parecer favorável da ARH-N”
- “ O art. 27º. do Regime da REN, no seu nº. 1 dispõe que “são nulos os actos administrativos praticados em violação do disposto no presente capítulo (…) a entidade administrativa responsável pela emissão do acto administrativo revogado, anulado, ou declarado nulo, bem como os titulares dos respectivos órgãos e os seus funcionários e agentes respondem civilmente pelos prejuízos causados, nos termos da lei.”
- “ Face ao exposto e atenta a desconformidade legal da construção objecto do concurso público aberto por essa Câmara Municipal, solicita-se a V. Exa. que se abstenha de praticar actos que promovam quaisquer intervenções no local mencionado”.
Foi referido ao denunciante que da análise do processo 401856 mencionado não constava qualquer informação relacionada com o início dos trabalhos no referido local, razão pela qual apenas informamos a Câmara Municipal que a realização da obra consubstanciaria uma violação ao regime da REN. O facto de não existirem informações do início dos trabalhos não permitiu iniciar qualquer processo de contra-ordenação.
Na alocução leit motiv desta missiva, além do palavreado de circunstância de elogio ao autor do projecto (elogio que subscrevo) e aos aplicadores de capital, verberou V. Exa. alguns que “sabem escrever e que habitualmente escrevem e que deviam aproveitar a ocasião para fazer algo e não criar mais problemas. E, a acentuar a crítica, choramingou as vezes que tiveram que ir ao Porto para ir solucionando problemas criados.
Abro um parêntese para perguntar a V. Exa., sendo o Tesoureiro-Mor do Município, o que fez V. Exa. por esta freguesia nos últimos 25 anos, para além de tapar uns buracos e dar as esmolas às Associações. A destempo. Fiz muito mais do que V. Exa. porque sempre folgo com algo de novo e V. Exa., tendo e detendo os meios, compra terrenos para enormes parques de lazer e investe em salas e salões mas, ou na sede, ou onde há garantia de muitos votos. Desafio V. Exa. a arrolar a obra municipal feita em Caldas de S. Jorge nos últimos 15 anos . E vem para cá verter lágrimas de réptil, tentando voltar pessoas contra pessoas. Oxalá esta polémica o faça olhar para esta abandonada terra que não foi de todo esquecida porque aqui é a Câmara dona de uma pérola que nasceu cá e de que a freguesia NUNCA beneficiou um chavo. Gostaria de ser, também aqui, desmentido. (fim de parêntese).
Claro que toda a gente que ouviu V. Exa., in loco e todos os que acederam à gravação, ligaram a diatribe à minha pessoa e, alguns, terão imaginado que era eu quem, com instinto malvado e sedento de involução da terra, inventara problemas para atrasar. É que procuraram ligar tudo isto a outras ilegalidades cometidas pela Câmara que V. Exa. comanda, a quando dos processos da esplanada, ilegalidades que eu, de cara aberta e chamando as coisas pelo nome, denunciei. Lembre-se V. Exa. que com a esplanada de Caldas de S. Jorge a Câmara deu corpo e suportou as maiores trafulhices que imaginar-se pode. Se não acompanhou, aceda aos processos e tente ver como umas pessoas foram tratadas como filhas da mãe enquanto outras o foram como filhas da ….. Espero veja os processos e analise as conivências. Andam todos por perto de V. Exa.
Ficou claro que V. Exa. naquela altura (inauguração) usou de má fé, porque, tendo tido acesso à integralidade do processo, sabe quando e como intervim. Já agora e a propósito das muitas idas ao Porto, será de dizer que quem lá foi, foi em carro pago por todos nós, como motorista e tudo e em tempo de serviço que nós suportamos a preço de funcionário público eleito. Compare V. Exa. com as incontáveis vezes que muitos munícipes, por sua própria conta, se deslocam à Câmara para resolverem problemas, quantas vezes, provocados pela má vontade, ou pela displicência ou mesmo incúria dos Serviços de que V. Exa., em situação final, é responsável. E, no caso em apreço, foram à CCDR-N e à ARH-N várias vezes para dar solução, aos bochechos, de um processo trapalhão, mal estribado e, sobretudo, suportado em dados não verdadeiros. Um qualquer munícipe deste concelho que ousasse cair nas transgressões à lei, como fez a Câmara da Feira, de que V. Exa. é o primeiro responsável, teria a obra embargada pelo Tribunal, por influência e pressão da mesma Câmara que transgrediu feiamente, com risco eminente de demolição do que estivesse erigido. Ou não é assim que essa Câmara trata casos que tais?
Tendo essa Câmara recebido em Novembro o Aviso da CCDR-N, de que transcrevi excertos, marimbou-se para a ordem de que se “abstivesse de praticar actos que promovessem quaisquer intervenções no local mencionado” e a obra continuou a velocidade de cruzeiro, em clara desobediência a uma tutela administrativa. Ou não se terá tratado de uma pura desobediência, por o desobediente ser um elemento da Administração Municipal?
Como V. Exa. sabe, porque acedeu ao processo inteiro, eu nada tive nem achei em todo este caso e, para ser claro, poucos comentários teci onde quer que me achasse. Devotei ao caso um supino alheamento.
Em 20 de Janeiro de 2010, a ARH-N, em resposta a pedido dessa Câmara datado de 11 de Novembro de 2009 no ofício 26346, pedido fundamentado não imagino como, escreveu: (cito): “Em resposta ao pedido de emissão do título de utilização (do recurso hídrico público), cumpre-me informar que se poderá aceitar a construção do equipamento (…) na ilha artificial, no meio do Rio Uima (…) tendo em conta o seguinte: (Ignorei quatro de cinco items – todos passíveis de contestação - e fixei-me só no terceiro que dizia: O ACESSO (ao edifício) FICA ACIMA DA COTA DA MAIOR CHEIA CONHECIDA PARA O LOCAL. (referir que este ofício da ARH-N foi tornado público e foi num blogue que o li como também todos os outros documentos).
Como esta afirmação constitui uma MENTIRA histórica, no dia 1 de Fevereiro de 2010 – aqui a minha entrada no processo e estava a obra quase pronta – escrevi à ARH-N a manifestar a minha estranheza por terem escrito tamanha barbaridade, porquanto eu me lembrava – e lembro – de uma cheia que andou por cima do muro que circunda as Termas – o muro ao tempo de 1954 era mais alto do que o actual – pelo que, tirada a cota a partir desse muro, o edifício agora construído ficaria submerso quase até ao tecto. E naquele tempo as condições de vazamento das águas eram muito mais fáceis, porque não havia a ilha e porque não havia a barragem e porque o rio estava sempre limpo. Contestei, pois, uma argumentação da Instituição Administrativa que tinha poder de tutela sobre a decisão de passar, ou não, o título de utilização dos recursos hídricos. Escrevi e insisti diversas vezes por uma resposta e, dada a não vinda de resposta, questionei o Senhor Provedor de Justiça para que interviesse no sentido de a Administração Pública responder a uma questão de um cidadão. No dia 15 de Fevereiro foi publicado no Terras da Feira um pequeno texto a relatar um pouco deste processo.
Foi esta, só esta e só a partir de 1 de Fevereiro de 2010, que intervim e eu bem sabia que a intervenção não era para impedir a obra, nem era esse o meu intento. Até porque sei com quem lido.
Para completar direi que em 25 de Maio de 2010 recebi uma carta da ARH-N datada de 12 do mesmo mês (demorou 13 dias a chegar do Porto a Caldas de S. Jorge) a responder à minha dúvida e tal resposta fez-me gargalhar porque diz que emitiu o documento com base em esclarecimentos pedidos ao Município de Santa Maria da Feira e ri-me porque a ARH-N colocou uma raposa a cuidar dos frangos. Nesses esclarecimentos a Câmara da Feira MENTIU claramente a quem se quereria esclarecer, mesmo suportando-se em peças desenhadas pela Divisão de Planeamento. O papel não tem capacidade de estrebuchar quando nele se colocam aldrabices. Teriam, para ser sérios, que tirar a cota a partir do muro do Parque porque foi por aí que a água andou em 1954 e, diz a lei 93/90 que é imperativo tomar-se como referência a maior cheia conhecida nos cem anos anteriores. Além de uma suposta pesquisa jornalística (ando eu a tentar fazer essa pesquisa, mas em Outubro de 1954) e de uma informação de uma técnica que, ao que li na Net se baseou na enchente de 2001, que foi uma ligeira enchente. E, aqui a maior vergonha, a Câmara mandou para lá “2 autos de declarações prestadas por naturais e residentes em Caldas de S. Jorge”. Havendo um resquício de honestidade, deveria tornar públicos esses autos de declarações com os nomes dos declarantes. Os declarantes, ou não viveram o acontecimento, ou foram induzidos a mentir por algum preço. É que o rapaz que, em 1954, foi salvo do turbilhão das águas, estando em cima do muro do Parque, esse rapaz, agora avô, é vivo e está disponível para recordar o susto que viveu naquela altura. A Câmara mentiu e, é seguro, fez alguém mentir para levar à Ilha a sua água. Eu cresci naquele moinho que ainda existe e que, nessa cheia, ficou com o telhado coberto até ao cume.
Claro que respondi logo à ARH-N e fiz sentir isso mesmo. Que a Câmara prestou informações falsas para obter o papel a tempo da inauguração, marcada para 20 de Maio. Vou juntar, a esta, a minha carta resposta à ARH-N, com quem voltarei a contactar tão logo consiga mais alguns dados que tentarei obter. Até porque está em prejuízo o cumprimento do que determinam os anexos I, II e III à Lei 93/90. Sugiro que V. Exa. mande ler esta lei e os anexos para tomar noção das barbaridades em que incorreu.
Terá ficado saciado quantum satis por ter despejado uns quantos insultos a mim dirigidos. Poderá V. Exa. crer que os considero tiros de pólvora seca.
Os melhores cumprimentos.

Nota – Esta carta, dois dias depois do envio, (por e-mail
e por fax, para ter assinatura) será tornada pública, ao jeito
de carta aberta, e enviarei cópia à CCDR-N e à ARH-N

Ass: José Pinto da Silva

credo, CRUZES, canhoto…

Por Bettencourt

domingo, 27 de junho de 2010

27 de Junho um Grande Dia para 28 Rostos Felizes! A Festa da Fé

27 de Junho um Grande Dia para 28 Rostos Felizes!
A Profissão de Fé de 28 Jovenzinhos
do 6º Ano da Caminhada Catequética!
Muitas Felicidades
E Fidelidade ao seu Compromisso!
PARABÉNS!

sábado, 26 de junho de 2010

Ó inglória da nossa Terra...

Ó inglória da nossa Terra
Que nos tens lixado muitas de vezes…
Enquanto houver encrencas
Tramados estão os fregueses!!!
Desde quando o propritário tem o título de posse  e como o conseguiu?
Seria interessante investigar!!!
Vasta área deixada a monte e abandonada, com silvas, cobras e rastejantes venenosos, desconhecendo-se que há mais de trinta seja limpo o mato, ameaçando em caso de incêndio habitações de pacatos e sossegados cidadãos vizinhos, ocupado com sucata ferruginosa derramando efluentes para a fonte de serventia geral no Fontenário Local.
Mais ainda se pergunta onde estão as três cruzes do Calvário de 1660 de lá tiradas?
Em 1758 a quem pertencia o Mato da Negrinha, constante de uma pedreira, bem como dos Lameiros da Negrinha onde estão mas actuais Termas e quem tratou do desvio do Rio Uima no actual Parque das Termas?
A quem foi feita a doação de Patrina Eriz no mano 1097?
Quem sabe da extensão dos passais paroquiais de São Jorge no Tempo dos descobrimentos?
Sabia que da recensão escrita mais antiga dos mesmos iam desde Arcozelo às Caldas ( Termas e Arredores)?
Sabia que em 24 de Agosto de 1869 foi publicada a lei da confiscação dos passais?
Sabia que em 1885 foi cumorida a lei da confiscação nos passais de São Jorge?
Sabia que por lei o passal de São Jorge tem 40.000 metros quadrados?
Sabia que o Lameiro da Negrinha - Campo do Lameiro (Lameiro da Negrinha) foi compulsivamente vendido 14 de Outubro de 1885?
Sabia que as Medidas da Junqueira: De Norte a Sul 270 varas (1 vara = 11 dm = 1,10 m; 270xl,10 m = 297 m); comprimento do nascente para poente 300 varas ou seja 330 m; da parte do norte do nascente para poente ao través tem 100 varas = 110 metros e que a sua posse usurpada foi ganha em tribunal pelo Abade Inácio António em Porto 31 de Agosto de 1802?
Há mais perguntas mas por hoje fico-me por aqui.

Aterro Sanitário de Canedo…

Por Bettencourt…

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Tribunal notifica Junta de Freguesia a demolir parte do calvário…

A Junta de Freguesia de Caldas de S. Jorge, ao que o blog sabe, não terá recorrido da sentença do tribunal, no caso “ DR. Raul”.
O que ainda não se sabe se foi por esquecimento, derivado ao muito trabalho dos últimos meses, ou por reconhecimento de razão do ofendido.

O que o Blog sabe é que no dia 11 de Junho, saiu sem a decisão sem recurso. A decisão dá razão ao Dr. Raul, que se sentiu lesado pela autarquia, que supostamente terá invadindo propriedade privada, colocando três cruzes sem o consentimento do proprietário do terreno.

O Blog, teve acesso à notificação, que estabeleceu como prazo para retirar os três cruzeiros, na data limite de 12 de Julho de 2010. Caso esta notificação não seja comprida, poderá a junta incorrer de acusação por desobediência.
Caso a Junta de Freguesia cumpra com a notificação, a população poderá vir a ver, na festa da terra, metade do calvário em cruzes de madeira provisórias…

O Blog aguarda por mais notícias deste caso insólito…

COMISSÃO PARA A DEFESA DO AMBIENTE - CALDAS DE S.JORGE E PIGEIROS

imageA Comissão para a Defesa do Ambiente - Caldas de S. Jorge e Pigeiros é um grupo de
trabalho que tem como objectivo acompanhar toda a temática referente ao aterro sanitário
e lutar contra a possível localização em Caldas de S. Jorge e Pigeiros.
Esta comissão foi criada pela Assembleia de Freguesia de Pigeiros, tendo sido
posteriormente aberta a cidadãos de Caldas de S. Jorge e outras freguesias vizinhas.
Nesta fase, são cerca de dezena e meia de homens e mulheres que, estimando as suas
terras, resolveram fazer-se à estrada.
Este grupo de trabalho está vocacionado apenas para a temática da possível localização do
aterro sanitário em Caldas de S. Jorge e Pigeiros.
A possível localização do aterro sanitário em Caldas de S. Jorge e Pigeiros está a
preocupar e a indignar os habitantes destas freguesias. De facto, não se consegue
entender como foi possível pensar-se neste local como aceitável para este equipamento.
As termas de S. Jorge estão em perigo, sendo o seu futuro negro. Ninguém entende e aceita
usufruir de umas termas com um aterro a "meia dúzia de metros". E outros equipamentos
estão também em perigo, como a zona de lazer da Várzea, os hotéis na zona, entre outros.
A enorme desflorestação proposta (tendo em conta também o PERM), o fim da qualidade das linhas de água existentes, os maus cheiros habituais e indisfarçáveis, a descomunal
circulação de camiões, o abandono do rio Uíma como potencialidade ambiental e turística e
o fim de toda esta zona como área de apoio às termas são também e naturalmente
preocupações de todos os seres pensantes.
Este grupo participou na recolha de assinaturas do abaixo-assinado em Caldas de S. Jorge
e Pigeiros e encetou uma série de reuniões com partes envolvidas neste processo,
destacando-se a que teve com o IDAD, da Universidade de Aveiro, nos finais de Maio, entre
outras iniciativas.
Durante estes dias, esta comissão está a distribuir panfletos para informar a população
da real situação e dos perigos que daí podem resultar.
Comissão vai executar e apoiar outras iniciativas que visem o esclarecimento da população
das duas freguesias bem como de outros interessados nesta questão e a constante pressão
do poder político, e outros, no sentido de se afastar esse equipamento desta zona.
A Comissão Para a Defesa do Ambiente - Caldas de S. Jorge e Pigeiros trabalhará em
conjunto organismos políticos que defendam esta causa, como as Juntas de Freguesia, bem
como com outros organismos, instituições e associações com idênticos propósitos.
O trabalho desta comissão não é contra ninguém, apenas contra o aterro sanitário em
Caldas de S. Jorge e Pigeiros.
A Comissão para a Defesa do Ambiente - Caldas de S. Jorge e Pigeiros
25 de Junho de 2010

image

PORRADA À DISTÂNCIA

Disseram-me diversas pessoas que ouviram, que, na inauguração do Bar ZIP, o Senhor Presidente da Câmara, na alocução que proferiu, resolveu sacar de azorrague virtual e vergastou sem piedade nem dó alguém que não estava presente. Esse alguém teria sido eu próprio. Mais tarde acedi à gravação integral da diatribe e concluí que o saco da porrada era eu mesmo.
É evidência fácil de demonstrar que o Senhor Presidente disse ali uma série de bacoradas, um chorrilho de mentiras, na tentativa vã de empurrar com a barriga toda uma série de irregularidades que a Câmara, de que é o primeiro responsável, cometeu, irregularidades que foi tentando colmatar com uma sequência de mentiras, falsas declarações e que terminou com um documento final enviado à ARH-N que, além das mentiras, mostra à evidência que aliciou alguém de cá de Caldas de S. Jorge para prestar declarações mentirosas. Claro que não será capaz de dizer, nem o teor das declarações, nem o nome dos declarantes.
Vou enviar, dentro de dois ou três dias, ao Senhor Presidente da Câmara Municipal de Santa Maria da Feira uma carta, bastante extensa, (já está escrita e a ter tempo de amadurar) onde procuro acompanhar o processo desde o princípio e deixarei mais do que provado que mentiu e que o que insinuou de mim, tentando denegrir-me perante alguma gente de cá, assenta como uma luva na sua (dele) pessoa.
Essa carta, longa de três páginas, será enviada por e-mail para ser rápida a viagem, por fax para conter a minha assinatura (o e-mail poderia levar a assinatura digitalizada, mas optei pelo fax) e enviarei cópia à CCDR-N e à ARH-N e colocá-la-ei neste mesmo espaço para ficar disponível. Se, mesmo extensa, o jornal concelhio onde tenho feito publicar alguns textos a quiser publicar, para lá enviarei o texto. Tornarei pública também uma carta que recebi da ARH-N e a minha imediata resposta. Estas duas últimas cartas serão também enviadas ao Senhor Presidente da Câmara, para que core de vergonha ao ler as informações que mandou para a ARH-N.
José Pinto da Silva
SITIO DA JUNTA NA net
Há muito que não acedia ao sitio oficial da Junta de Freguesia e, nesta visita, constatei que, afinal, já lá inseriram o nome completos de todos os membros da Assembleia de Freguesia. Cabe ainda um reparo: É que os membros da Mesa também são integrantes da Assembleia e, com a disposição que foi dada, até parece que não. Seria mais correcto colocar todos os nomes seguidos, e nos três primeiros, entre parênteses, incluiria.
------------ (Presidente da Mesa)
………… (1º. Secretário)
………… (2º. Secretário)
…………
………… etc.

In http://inconfidencias-psilva.blogspot.com/

QUALIDADE DE VIDA DO RENDIMENTO MINIMO

Qualidade de vida é receber 800 € mensais (ou mais) para não fazer
nada.

Qualidade de vida é levantar á hora que se quer porque os outros
trabalham para ele.

Qualidade de vida, é ter como única preocupação escolher a
pastelaria onde vai tomar o pequeno-almoço e fumar as suas
cigarradas, pagos com os impostos dos outros.

Qualidade de vida é ter uma casa paga pelos impostos dos outros,
cuja manutenção é paga pelos impostos dos outros, é não ter
preocupações com o condomínio, com o IMI, com SPREAD´S, com
taxas de juro, com declaração de IRS.

Qualidade de vida é ter tempo para levar os filhos á escola, é ter
tempo para ir buscar os filhos á escola, é poder (não significa
querer) ter todo o tempo do mundo para acarinhar, apoiar, educar e
estar na companhia dos seus filhos.
Qualidade de vida é não correr o risco de chegar a casa irritado,
porque o dia de trabalho não correu muito bem e por isso não ter a
paciência necessária para apoiar os filhos nos trabalhos da escola.

Qualidade de vida é não ter que pagar 250€ de mensalidade de
infantário, porque mais uma vez é pago pelos impostos dos outros.
Qualidade de vida, é ainda receber gratuitamente e pago com os
impostos dos que trabalham o computador Magalhães que de
seguida vai vender na feira de Custóias, é receber gratuitamente
todo o material didáctico necessário para o ano escolar dos seus
filhos, e ainda achar que é pouco.

Qualidade de vida é ter as ditas instituições de solidariedade social,
que se preocupam em angariar alimentos doados pelos que pagam
impostos, para lhos levar a casa, porque, qualidade de vida é
também nem se quer se dar ao trabalho de os ir buscar.

Qualidade de vida é não ter preocupação nenhuma excepto, saber o
dia em que chega o carteiro com o cheque do rendimento mínimo.

Qualidade de vida é poder sentar no sofá sempre que lhe apetece e
dizer “ TRABALHAI OTÁRIOS QUE EU PRECISO DE SER SUSTENTADO”.
Qualidade de vida é não ter despesas quase nenhumas, e por isso
ter mais dinheiro disponível durante o mês, do que os tais OTÀRIOS
que trabalham para ele.

Qualidade de vida é ainda ter tempo disponível para GAMAR uns
auto-rádios, GAMAR uns carritos e ALIVIAR umas residências desses
OTÀRIOS que estão ocupados a trabalhar OU ASSALTAR uma
ourivesaria.

Qualidade de vida é ter tudo isto, e ainda ter uma CAMBADA DE
HIPÓCRITAS a defende-lo todos os dias nos tribunais, na televisão,
nos jornais.

Isto sim, isto é qualidade de vida.

Ass: UM OTÁRIO

quarta-feira, 23 de junho de 2010

chave de automóvel…

ALERTA!!!

Encontrou-se uma chave de automóvel.

hoje entre a rua do imigrante e a rua do monte em Arcozelo.

a mesma encontra-se para ser devolvida,

em Arcozelo, na loja de Mário G Pinho, Lda

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Passos Coelho, o novo messias…

Portugal está numa situação socioeconomia extremamente difícil, como aliás, é de conhecimento geral, e as razões para a actual situação do país também são conhecidas de todos, cabendo a sua definição numa simples frase: consumimos mais do que produzimos, provocando um défice insustentável.

Este défice estrutural não é um problema novo, mas foi substancialmente agravado nos últimos 20 anos, pela acção dos governos que não tiveram visão ou sabedoria para combater esse problema estrutural do país.

Felizmente, esse panorama de défice estrutural contínuo está prestes a mudar, porque o novo Messias está pronto para entrar em acção e resolver o problema. Só precisamos de novas eleições (ou até nem será necessário este espartilho das eleições), e dar uma maioria de deputados ao PSD e eleger Passos Coelho para Primeiro-Ministro (PM), para que a promessa, secular adiada, de um Portugal no top no mundo se concretize.

O alcance visionário de Passos Coelho, é efectivamente digno e só ao alcance de um Messias e, felizmente para nós portugueses, será o futuro PM e iniciará a sua acção messiânica de colocar Portugal nas calendas do mundo, não servindo de nada às forças de bloqueio tentarem travar a sua gloriosa acção em direcção ao progresso, porque a sua dinâmica é imparável, para bem de todos nós.

A grande proposta visionária e progressista do nosso Grande Messias, Passos Coelho, é acabar com as leis laborais, esse instrumento retrógrado e de bloqueio do desenvolvimento do país, que a malandragem se serve para nada fazer.

Passos Coelho, o Messias, pretende, e bem, dar uma lição a esses malandros e preguiçosos trabalhadores portugueses que se encostam às leis laborais para terem ou ainda manterem férias pagas, horário de trabalho, 2 dias semanais de descanso, subsídio de Natal, pertencerem a essas organizações terroristas a que chamam sindicatos ou, por exemplo, não poderem ser despedidos quando vão à casa de banho. Mais, alguns desses malandros até ganham mais de 500 Euros, 6 ou 7 vezes mais do que os dignos e felizes trabalhadores chineses, que devem ser a sua referência, o que constitui um roubo e uma afronta para as pessoas de bem que lhes dão emprego e que a muito custo têm de manter os seus Jactos privados, os seus carros de luxo, as suas mansões, e as suas mordomias que é por isso que são empregadores.

E mais, os trabalhadores chineses têm a noção da responsabilidade e da importância do trabalho, ao contrário dos malandros e preguiçosos trabalhadores portugueses que só pensam em férias e aumentos dos seus altíssimos ordenados. Reparem, os trabalhadores chineses, referência máxima do nosso querido Messias, Passos Coelho, dedicam mais de 12 horas diárias ao trabalho de que tanto gostam, e até dormem em camaratas junto ao local de trabalho, para que não percam tempo com essas chatices da família, tudo isto, por um fabuloso ordenado de quase 100€ mensais. Isto sim, é dedicação e gosto pelo trabalho.

Portanto, o nosso querido Messias, Passos Coelho, logo que chegue ao poder como Primeiro-ministro, salvará o país por via das suas fantásticas e inovadoras ideias, adoptando o fabuloso modelo laboral chinês. Aliás, tal como têm pedido os grandes progressistas deste grande país: os banqueiros, certos patrões e comentadores mainstream.

José Vaz e Silva

http://josevazsilva.fponto.net/

Despedimentos de 200 trabalhadores no Grupo Investvar

O Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda desencadeou vários contactos com o Governo para, atempadamente, se encontrar uma solução para os mais de 600 empregos em causa. Os contactos ocorreram na forma de intervenção em vários debates na Assembleia da República e de perguntas a vários Ministérios. As recentes notícias do despedimento de cerca de 200 trabalhadores deste Grupo são a prova da inacção do Governo.

Os problemas do Grupo Investvar são conhecidos desde o último trimestre de 2008. Depois dessa altura, o Estado assumiu uma posição maioritária da empresa, que manteve até ao passado mês de Dezembro. A resposta do Governo foi a de protelar a implementação de quaisquer soluções. A título de exemplo podemos avaliar a nomeação, por parte do Estado, de um administrador para o Grupo em Março de 2009. Este administrador realizou um plano de viabilização que o Governo demorou mais de 4 meses a avaliar. Se o tempo é valioso para qualquer actividade económica, os atrasos na implementação de medidas que visem dar resposta a uma crise são muito nefastos. Foi isso que aconteceu, com os atrasos do Governo a agudizarem a situação do Grupo e a dificultarem a obtenção de qualquer solução.

Em Dezembro de 2009 o Governo alienou a sua participação no Grupo Investvar, com a argumentação essa operação “garantiria o pagamento dos salários em atraso”. A realidade foi bem diferente, com a acumulação de salários em atraso em algumas das fábricas do Grupo, como é exemplo a Ilpe Ibérica. Por outro lado, a manutenção dos postos de trabalho também está em causa, como ditam as notícias recentes de despedimentos nas fábricas Glovar e Ilpe Ibérica.

O Bloco de Esquerda considera que este é um caso paradigmático em que o Governo não esteve à altura das suas responsabilidades. Quando deveria ter encontrado uma resposta célere e eficaz, o Governo protelou a resposta. Os atrasos na obtenção de soluções para o Grupo Investvar colocaram o Grupo numa posição insustentável.

O concelho de Castelo de Paiva, onde se encontram as fábricas Glovar e Ilpe Ibérica, tem uma taxa de desemprego muito superior à média nacional. Este concelho tem sido particularmente afectado ao longo das últimas décadas, com o encerramento dos seus maiores empregadores. Primeiro, foi o encerramento da Empresa Carborífera do Douro e, posteriormente, o encerramento da C & J Clarks. Estes encerramentos aconteceram sem que o tecido económico tenha absorvido os trabalhadores que ficaram desempregados.

A falta de ofertas de emprego no concelho levou a um aumento exponencial da emigração e a um êxodo dos jovens. Os despedimentos ocorridos nas fábricas Glovar e Ilpe Ibérica agudizam as dificuldades sociais de Castelo de Paiva. Por outro lado, colocam em risco a manutenção destas fábricas. Neste sentido, o Bloco de Esquerda questiona o Governo, através do Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social (MTSS) e do Ministério da Economia, Inovação e Desenvolvimento (MEID), sobre se tem o Governo conhecimento dos despedimentos nas fábricas Glovar e Ilpe Ibérica?

Quais as medidas que o Governo levará a cabo para responder às necessidades sociais do concelho de Castelo de Paiva?

Quais as medidas que o Governo pretende levar a cabo para averiguar das responsabilidades das sucessivas administrações no descalabro financeiro do Grupo Investvar?

Veja aqui as perguntas ao MTSS e ao MEID.

Contacto: Pedro Filipe Soares 938602234

Comissão Coordenadora Distrital do Bloco de Esquerda de Aveiro

OLX acabou de nomear Rodrigo Ribeirão para o cargo de director nacional da OLX Portugal…

A maior comunidade online de classificados gratuitos, acabou de nomear Rodrigo Ribeirão, director de operações da OLX Brasil, para o cargo de director nacional da OLX Portugal. Devido ao OLX.pt ser o site nº 1 de classificados em Portugal (e no mundo), a OLX está a considerar abrir um escritório em Lisboa.

  • olx.pt é o site de classificados mais visitado em Portugal.
  • Com mais de 4,4 milhões de utilizadores de Internet em Portugal desde 2009 "comScore", OLX encontra-se em décimo sexto lugar na lista de sites mais visitados no país, com praticamente 10 milhões de visitas por mês, 63,5 milhões de vistas de páginas e uma média de 6,59 páginas por visita.
  • OLXestá a avaliar a abertura de um escritório em Lisboa, Portugal.
  • A OLX nomeou o brasileiro Rodrigo Ribeirão para o cargo Director Nacional do OLX Portugal
  • OLX BannerMais de 100 milhões de pessoas visitam o OLX por mês, gerando 500 milhões de visitas às páginas do OLX!
  • Quase dois milhões de anúncios novos são colocados no OLX por mês!
  • O OLX já angariou US$ 28,5 milhões em investimentos desde Março de 2006.
  • A popularidade do OLX vem crescendo internacionalmente graças à sua presença em diversos países, como Brasil, Espanha, Índia, Portugal, México, Chile, Argentina e China
  • Com escritórios em todo o mundo, o OLX tem uma equipa de 125 profissionais trabalhando em Nova Iorque, Buenos Aires, Pequim, Moscovo e Brasil
  • O OLX oferece soluções simples para todas as possíveis complicações relacionadas com comprar, vender, trocar, negociar, organizar e conhecer pessoas onde quer que more
  • O OLX é o primeiro serviço de classificados gratuitos online que agrega todas as potencialidades da Web 2.0, à facilidade de uso
  • O OLX está presente em 91 países e disponível em 41 idiomas
  • domingo, 20 de junho de 2010

    “ VIAGEM AO TECTO DO MUNDO – O TIBETE DESCONHECIDO” do Escritor São-Jorgense Joaquim José Magalhães de Castro !!!


    Apresentação do Livro “ VIAGEM AO TECTO DO MUNDO – O TIBETE DESCONHECIDO” do Escritor São-Jorgense Joaquim José Magalhães de Castro !!!
    Teve lugar na Biblioteca desta Vila Termal
    o livro em epígrafe com a participação
    de uma multidão de Convidados
    que encheram quase completamente a Sala Polivalente!
    Um Sucesso!
    A surpresa, o inédito encheu de curiosidade,
    contentamento e alegria o rosto e o olhar de todos os presentes.
    Contou com a presença de ilustres Convidados locais
    que deram um ar selecto à Iniciativa
    da Professora Filomena por parte da Comunidade Escolar,
    pela Professora Gorete da Direcção Executiva
    do Agrupamento de Escolas de Fiães,
    pelo Paulo do Rosto Solidária, 
    pela Enfermeira Inês entusiasta da mesma iniciativa
    e de modo particular dos Emos José Pinto da Silva,
    Pároco da Vila Termal P. António Teixeira Machado
    e Joaquim José Magalhães de Castro
    Respectivamente nos papéis de prelector e apresentador,
    Admirador e apoiante testemunhal do autor e da sua Obra
    e o Autor e Escritor em epígrafe!
    Iniciada às 11.30 horas
    e terminando a passar das 13.30 horas
    tal o interesse manifestado pelos participantes! 
    O Autor foi incansável a distribuir autógrafos
    nos livros adquiridos tanto
     no livro acima referido
    como no do “Mar das Especiarias,
    ambos já em 2ª Edição
    e à espera da Terceira.
    De referir a presença de tantos meninos
    e meninas da Escola tendo sido criado
    pelo Prelector e Apresentador
     a Instituição de Um Prémio
     para o (a) aluno(a) do 4º Ano da Escola
    de Vila Termal sobre o Livro Hoje Apresentado.
    E ainda a Promessa de mais dois ou três Livros
    na mesma linha e no mesmo âmbito,
    tal o entusiasmo do Público por este Tipo de Literatura,
    reportando-nos para Ulteriores Eventos !

    sábado, 19 de junho de 2010

    Domingo 20 de Junho, Um Dia Inolvidável e inédito: Um Filho da Terra, desta Vila Termal de Caldas de São Jorge...

    Domingo 20 de Junho, Um Dia Inolvidável e inédito: Um Filho da Terra,
    desta Vila Termal de Caldas de São Jorge apresenta mais um seu Livro
    para os filhinhos da Terra, os mais novinhos desta Vila Termal!
    PARABÈNS POR ESTA FULGURANTE INICIATIVA!
    Durante toda a Semana decorreu na Biblioteca
    uma série de iniciativas e acções,
    encontro com escritores, exposições da Escola,
    Culminando com a apresentação
    do livro “ VIAGEM AO TECTO DO MUNDO – O TIBETE DESCONHECIDO”
    do Escritor São-Jorgense Joaquim José Magalhães de Castro
    nascido nesta Vila no dia 10 de Junho de 1962!
    EM DEZ DE JUNHO – DIA DE CAMÕES E DE PORTUGAL!
    TINHA QUE SER EM DIA DE CAMÕES!!
    O Nascimento deste Escritor FREELANCER da Notícia,
    do Jornalismo, da Aventura, das Descobertas ,
    da História Lusíada, do Património Conhecido,
    Desconhecido
    e Solapado
    e da Saudade.
    De Parabéns todos os promotores da Iniciativa:
    A Professora Mafalda pela Biblioreca Escolar,
    Associações.
    E os intervenientes de modo particular o NOSSO ESCRITOR!
    Venha,
    comparece,
    traz um amigo também.
    Das 10.00 às 13.00 horas deste dia
    comparece na Biblioteca
    em frente da Junta de Freguesia desta Vila Termal.
    Toda esta Iniciativa e evento
    terminarão com a Sessão Solene de Encerramento às 11.30horas.
    A que presidirá o Escritor,
    Será prelector
    e apresentador do Autor
    e do Livro “ VIAGEM AO TECTO DO MUNDO – O TIBETE DESCONHECIDO”
    o Exmo José Pinto da Silva,
    contando com a presença do Pároco Local,
    ROSTO SOLIDÁRIO,
    Como representante da Direcção do Agrupamento de Escolas de Fiães,
    a Professora Gorete
    e outros ilustres convidados!
    PARABÉNS!

    José Vaz e Silva VS José Pinto da Silva

    poder_mente_humana[1]

    Pico do petróleo – réplica

    Caro Sr. José Pinto da Silva,

    O seu texto opinativo de réplica ao artigo “O Pico o Petróleo, uma Realidade cada vez mais presente”, publicado neste blog e de minha autoria, é uma grande exercício de fé e de crença nas infinitas capacidades humanas, o que é bom, dizem os positivistas, mas eu tenho dúvidas que assim seja, até porque, a fé pode esconder um défice de informação e aí o optimismo poderá levar-nos à inacção. Como eu penso que é o caso do seu texto, apesar de saber que a fé não se discute, não poderia deixar de fazer algumas observações às suas opiniões sobre a temática energética.

    1 – Convém esclarecer o seguinte: quando refiro escassez do petróleo, refiro-me a uma escala global. Ou seja, aos 85 milhões de barris diários (valor antes da crise económica global) que a humanidade consome, na industria, na agricultura, nos transportes e em tudo o que fazemos, de bom e de mau, nesta sociedade de consumo; e não a uma micro escala doméstica ou regional. Porque, não há dúvida nenhuma que é possível construir veículos que funcionam com as mais diversas fontes energéticas. E mais, é possível substituir o petróleo e todos os subprodutos que ele fornece, por matérias-primas alternativas. O problema está na escala, na quantidade e em toda a estrutura global construída e a funcionar com base no petróleo.

    2- Quando V. Exa. refere que o Pico do Petróleo ou Pico de Hubbert é um conceito ultrapassado pela realidade tecnológica de hoje, devo dizer-lhe que está mal informado. O Pico de Hubbert é um modelo matemático criado pelo geofísico Americano Marion King Hubbert, que nos anos 50, previu, com êxito, o pico de produção do petróleo nos EUA para o inicio dos anos de 1970. Mais tarde, esse conceito foi adoptado por outros geólogos para a produção mundial, entre eles, Colin Campbel, um geofísico independente fundador da ASPO. E, ao contrário do que V. Exa. afirma, este modelo matemático continua actualíssimo e as novas tecnologias ao serviço da extracção petrolífera, como a perfuração horizontal, injecção de gás e água, só adia o inevitável declínio do poço petrolífero quando neste só restam 50% das reservas exploráveis. Também não é verdade que tem havido sempre mais descobertas, o pico das descobertas, ou seja, o momento em que as novas descobertas são iguais ao consumo, aconteceu nos anos de 1960, desde então para cá as novas descobertas de campos petrolíferos foram sempre decrescentes e a situação mantêm-se hoje e praticamente todos os geofísicos afirmam que assim será no futuro.

    3- Quando V. Exa. refere que há muito petróleo no subsolo por explorar e refere os exemplos do Brasil e de outros locais, é preciso desmitificar esta questão de uma vez por todos, porque sendo verdade que existe muito petróleo por explorar, não é menos verdade que nunca se consumiu tanto e que as novas descobertas não conseguirão em breve colmatar o declínio dos velhos campos e a produção diária não será suficiente para responder à procura, as novas tecnologias de extracção adiam o problema da redução da oferta, mas criam outro, ao acelerarem o declínio dos poços. No que respeita às reservas do Brasil, elas serão de primordial importância para o próprio Brasil, mas infelizmente, pouco acrescentam às necessidades globais, pois representam cerca de 2% das reservas mundiais. Aliás, o campo de Tupi, o maior do Brasil com mais de 40% das reservas brasileiras, tem cerca de 8 mil milhões de barris exploráveis, este número aparentemente gigantesco representa pouco mais de 3 meses de consumo mundial. As reservas de outros países que referiu, também não nos dão grande consolo: Rússia 7%, Venezuela 7%, Angola 1,5% e Canadá com cerca de 1,5% das reservas mundiais, mais os petróleos não convencionais das areias betuminosas que poderão rondar os 5%, tudo isto, números aproximados mas que não estão longe da realidade, que é dramática e não cor-de-rosa.

    4- Confesso que não percebo porque razão V. Exa. referiu o nome do economista Canadiano Jeff Rubin, para, supostamente, suportar as suas crenças em questões energéticas que refere no texto, porque, para ironia das ironias, eu acabei de ler o seu último livro “Porque É Que o Seu Mundo Vai Ficar Muito Mais Pequeno” e, francamente, Jeff Rubin ainda é mais pessimista do que eu. Portanto, eu não percebo porque razão o refere e deixe-me que lhe diga, é um tiro no pé, pois o Sr. Jeff Rubin prevê o fim da globalização e da sociedade como a conhecemos hoje devido à escassez do petróleo, convenhamos que não é o nome mais adequado para citar a alguém que, como V. Exa. acredita que nunca haverá falta de petróleo porque haverá electricidade barata e abundante que o substituirá sem qualquer problema. Enfim, são crenças...

    5- É sintomático que V. Exa. cite Bjorn Lomborg como suporte às suas crenças em matéria energética, mas olhe que não é lá uma escolha muito credível, pelo contrário, Bjorn Lomborg é conhecido pelo Ambientalista Séptico depois do lançamento seu livro com o mesmo nome, por pôr em causa o pensamento ambientalista dominante. No entanto, para além de ser uma pessoa com piada e que sabe ganhar protagonismo e dinheiro, é pouco mais do que isso, no que respeita ao seu contributo para a ciência, até porque, as suas teses já foram refutadas por vários cientistas que se deram ao trabalho de lhe dar importância. Portanto, as opiniões de Bjorn Lomborg, terão tanto crédito científico como as de qualquer cidadão.

    6- Quanto às energias renováveis, devo esclarecer que sou adepto incondicional das mesmas e que são a nossa reserva de segurança para o futuro, mas, é no mínimo ingénuo pensar-se que as mesmas e num curto lapso de tempo e com o actual paradigma de desenvolvimento, nos libertarão do vicio das energias fosseis e, mais concretamente, do vicio da nossa sociedade hiper-consumista pelo petróleo.

    7- Termino rebatendo veementemente a sua afirmação de que os recursos renováveis não têm limites, podendo ser consumidos contínua e crescentemente. Ora, isto é uma afirmação que roça o absurdo e que ultrapassa os limites da crença benigna, basta ver o que se passa com os recursos pesqueiros e com as florestas tropicais que por excesso de exploração estão em risco e são recursos renováveis, para se perceber que tudo tem limites e nós humanos temos, para nossa própria segurança, de ser humildes e respeitadores para com as dádivas da natureza.

    José Vaz e Silva

    quarta-feira, 16 de junho de 2010

    Urgente criar mais espaços E estacionamento na zona envolvente às Termas E ao ZIP.ZIP. ILHA REST CAFFE.


    Urgente criar mais espaços
    E estacionamento na zona envolvente às Termas
    E ao ZIP.ZIP. ILHA REST CAFFE.
    Criar mais vias amplas envolventes!!!
    Pois o espaço tornou-se exíguo
    e há infra-aproveitamento da Área.
    Pelo que se sugere projectar
    e construir  um viaduto amplo ( com 12 metros de largura)
    a jusante do actual pontão - comporta pedonal
    que apenas dá para passar a pé
    e de bicicleta infiltrada
    no máximo de vacas magras
    e correndo perigo de ir rio abaixo no enxurro.
    Este espaço tem sido aproveitado para estacionamento fixo e abusado
    incluindo um desgraçado de um Renault megane ainda novo que para lá está abandonado há anos e a berrar pelo dono. 
    Até admira como a GNR não o nacionaliza
    e utiliza para fanicar atrás dos ladrões, corrécios e marginais
    em vez dos chaços com que se desloca…fiats croma, skodas 
    Constante desse viaduto uma barragem uma comporta condigna.

    terça-feira, 15 de junho de 2010

    FEIRA DO LIVRO…

    Programa_Feira_do_Livro[1]

    Feira_do_Livro[1]

    51ºAniversário da Associação Rancho Folclórico As Florinhas de Caldas de São Jorge Sábado dia 12 de Junho de 2010


    51ºAniversário da Associação Rancho Folclórico As Florinhas de Caldas de São Jorge
    Sábado dia 12 de Junho de 2010
    Com um bem elaborado programa iniciou-se pelas 19.15 h com a Romagem ao Cemitério homenageando e fazendo preces pelos elementos já falecidos.
    Com deposição de Coroa de Flores
    E prestimosas Palavras alusivas Pelo Presidente Marco António na presença de inúmeros participantes constando com a presença do Senhor Presidente da Junta José Martins e Assessores Rosa e José Rui, Irmã Elvira, Doutora Filomena entre outros!
    Seguindo-se na Igreja Matriz desta Vila Termal de Caldas de São Jorge A Celebração Eucarística onde foram lembrados em momento próprio e animada pelo Coral das Florinhas.


    Terminada a Celebração seguiu-se na Sede do Rancho um opíparo Jantar com uma multidão de convidados que encheu por completo a Sala Polivalente linda e artisticamente enfeitada!
    Dirigiram a palavra pertinente, adequada, concisa e agradável de ouvir por parte do seu Presidente Marco António Santos, do Senhor Presidente da Junta, do Senhor Presidente das Colectividades Joaquim Tavares, pela Câmara a Senhora Vereadora Cristina Tenreiro, Dra Filomena da Unidade de Saúde desta Vila Termal e o Senhor Alberto Inácio entre outros!


    Aguardamos entretanto mais um ano o 52º.
    O Jovem Arquitecto Pedro Silva recém-chegado de Viagem de Estudo ao Estrangeiro e também como convidado de honra veio dar um ar de jovialidade e boa disposição à  Colectividade com a sua presença  juntamente com a Família e promessa de novas obras na Sede da Colectividade!
    Parabéns a todos!

    segunda-feira, 14 de junho de 2010

    O Pico do Petróleo

    Não concordo com o conteúdo do “post” titulado “O Pico o Petróleo, uma Realidade cada vez mais presente” e inserto no blogue Caldas de S. Jorge. Passo a réplica para este meu blogue, porque não seria curial meter todo este texto como comentário, se é que não excederia o máximo de caracteres permitido. Quem tiver interesse acede aqui.

    Com o devido respeito pelo seu “poster”, acho que parte de pressuposto errado, porque absolutamente desactualizado. Para além de um contradição premente.
    A teoria do “Pico do Petróleo” conhecido também pelo nome do autor, ou, Pico de Hubbert (Marion King Hubbert) foi expendida em 1956 e, desde então para cá (54 anos) milhares de pesquisas novas foram feitas em milhares de locais diferentes pelo mundo e foram descobertas novas reservas de milhares de milhões de barris do “sangue da nossa sociedade”, como diz o autor. Basta olhar o Brasil e Angola, para referir só locais onde estão interesses portugueses. E tem a Rússia, o Canadá, a Venezuela, a Indonésia, etc. etc.
    Concordar-se-á que ocorrerão periodicamente “choques petrolíferos”, mas isso terá sempre a ver com movimentações de políticas económicas, de mais intensa ou menos intensa extracção para condicionar e controlar preços. Recorro-me de um conhecido economista, grande especialista da política económica das energias e particularmente do petróleo, o canadiano, Sr. Jeff Rubin que esteve em Portugal há três ou quatro semanas. Ele confirma que a sociedade actual está “viciada” – o termo usado – no petróleo, mas que vai ter que o pagar muito mais caro. Não porque não haja, mas porque os custos de extracção crescerão fortemente, prevendo ele o preço de US$ 150,00/barril dentro de pouco tempo. Claro que isso irá provocar recessão económica e os preços oscilarão de molde a que as economias se adaptem, sendo que baixarão 5 para subir depois 7, baixando mais tarde 4, para subir depois 6 ou 8 até chegar a um preço alto, mas já com as economias acordadas dos choques.
    Pergunta o autor por alternativas ao petróleo como fonte de energia. Eu diria, parafraseando ilustríssimos técnicos, que é a ELECTRICIDADE. Produzida das formas mais diversas, mas sempre de fontes renováveis, já que se deixará de usar o fóssil - petróleo e carvão -(a prazo não longo) para produzir electricidade. Mas a eólica, a hídrica, a das ondas, a solar – a mais importante de todas – e, claro, a nuclear, sabendo-se que as reservas de urânio são consideráveis e sabendo-se que as novas tecnologias além da segurança, quase não produzem cinzas residuais que terão que ser “sepultadas” algures. Portanto a electricidade irá movimentar o chamado mundo desenvolvido, em todo o tipo de movimentos, incluindo todos os meios de transporte, ficando o petróleo (e carvão) a ser utilizado pelos Chineses, Indianos e que tais durante mais uns tempos, até que achem que petróleo é caro e que a electricidade terá tendência a ficar cada vez mais acessível em preço. Será de lembrar que está em Portugal a primeira grande fábrica de produção de acumuladores (baterias) para propulsão de automóveis e que esteve quase a ficar cá também uma nova fábrica de automóveis eléctricos. Temos, de resto, em curso a montagem de uma alargada rede de carregamento de baterias. E isto será espalhado muito rapidamente a todo o mundo ocidental e alguns países do oriente (Japão, Coreia do Sul, etc.)
    É verdade que a produção e distribuição da electricidade é ainda muito cara e tem que ser subsidiada. Mas, sobretudo a solar haverá de ser de tal modo disseminada (produção de painéis fotovoltaicos) que se tornarão baratos e concorrenciais com o petróleo em fase barata. Já temos barcos de grande porte a navegar movidos SÓ a energia solar. E carros. E mesmo aeronaves. Será aí o futuro, dizem muitos entendidos.
    A certo passo escreve o autor: “…em paradigmas de crescimento eterno que não contemplam os LIMITES (destaque é meu) dos recursos renováveis e não renováveis, é como se não houvesse limites”. Ora os renováveis, porque o são, não tem mesmo limites, a menos que a terra impluda. Não estará previsto que o Sol se apague, que o vento deixe de soprar ou que o mar deixe de ter ondas. Teremos in aeternum essas fontes de energia, cabendo-nos tão só recolhê-la.
    E mesmo para as energias fósseis (hidrocarbonetos e carvão), seguindo o que ensina um famoso cientista Dinamarquês, STROMBORG, ficarão milhares de milhões de barris de petróleo no subsolo porque ninguém os haverá de querer enquanto força motriz. Como por cá as cerejas em ano de excesso de produção. Ficam na árvore porque o preço da apanha é demasiado alto. Será extraído algum, o mais fácil de extrair, para usos laterais, como o plástico e muitos sucedâneos. Diz ele, para estabelecer comparação, que se fosse hoje possível e economicamente viável, cobrir dois terços do deserto do Saará com painéis fotovoltaicos, haveria energia para abastecer o mundo. E sabe-se que está formado um enorme consórcio industrial exactamente para produzir os painéis e instalá-los precisamente no Saará para produzir energia para a Europa. Outro consórcio está formado para instalar equipamento idêntico no Dubai. Quer dizer que o desenvolvimento da energia solar é irreversível e vai, a breve trecho, substituir o petróleo. Continuando, claro, a produção eólica e a partir das ondas e está na ordem do dia a discussão séria sobre o nuclear que muita boa gente diz ser uma boa parte da solução. Que percentagem de energia eléctrica é actualmente produzida na Europa via força nuclear? Dizem que haverá de crescer de imediato, inclusive em Portugal.
    Diz Stromborg que o grande problema da humanidade é a água potável. Diz ele que se leve água potável aos cantos do mundo onde ela não há e bem e estará resolvido o mais ingente problema da humanidade. O aquecimento dito global não será problema, como não será o combustível fóssil.
    Por aqui me fico mal grado muito se possa ainda dizer.

    José Pinto da Silva

    Escola de Fiães “expulsa” aluna de 11 anos, natural de Caldas de S. Jorge…

    image Ao que Blog sabe, uma criança de 11 anos foi expulsa da escola por mau comportamento… O que não deixa de ser estranho, é a legalidade de expulsar uma criança da escola, privando-a do ensino, principalmente sendo menor, e estar na fase de escolaridade obrigatória!

    Mais interessante, é atribuir “férias”, quase desincentivando a aprendizagem, e criar um caso de exclusão social, por parte de um organismo público, que tem o dever legal e moral, de criar condições para o fim de exclusões sociais…

    Eu não tenho por hábito alimentar boatos, mas a ser verdade, o que se diz sobre o silêncio “obrigado” do Pai, torna esta situação além de lamentável, repugnante… segundo boatos “ o Pai terá sido ameaçado, caso reclamasse da situação, a segurança social, retirava os filhos da sua custódia, e seriam entregues a uma instituição”…

    O Blog já tentou ouvir as instituições, mas até agora ainda não nos foi facultada qualquer declaração oficial…

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