
domingo, 29 de abril de 2007
Humor, Empreitada tipo - Cantoneiros...
MINISTERIO DOS NEGOCIOS DA FAZENDA


Nota histórica da Vila de Caldas de São Jorge

Arquivo da Torre do Tombo, vol. 18 – nº 34 – folhas 24 ss
Notícias do Abade de S. Jorge. Resposta aos interrogatórios
Ao 1º - Esta freguesia de S. Jorge está situada na província da Beira Litoral; pertence ao Bispado do Porto, comarca da Esgueira no secular e no eclesiástico Feira; e do termo da cidade do Porto.
Ao 2º- É terra de donatário, o qual ao presente é o sereníssimo infante D. Pedro.
Ao 3º - Tem cinco lugares nos quais tem 112 vizinhos ou fogos e 406 pessoas com os menores e ausentes dela por pouco tempo.
Ao 4º - Está situada num vale com um monte mais alto da parte do poente pelo qual vai a estrada de Lisboa para a cidade do Porto; por causa do monte não se descobre dela terra alguma para a parte do poente; porém para a parte do nascente e norte se descobre alguma parte das freguesias de Lobão e Sanguedo; e tudo fica em distância de meia légua, pouco mais ou menos.
Ao 5º - Não termo seu antes pertence ao da cidade do Porto e concelho da Vila da Feira.
Ao 6º - A igreja paroquial que é matriz de São Silvestre de Duas Igrejas está a alguma coisa dos lugares e mais próximos de Caldelas. Tem a freguesia 5 lugares a saber: Caldelas, Casalduido, Arcozelo, Azevedo e Sé.
Ao 7º - O orago e padroeiro é S. Jorge. Tem a igreja cinco altares: o altar-mor, no qual está o Santíssimo sacramento e da parte do evangelho estão a imagem de S. Jorge e de S. Lourenço e da epístola de S. José. Os colaterais estão dois da parte do evangelho e dois da parte da epístola no corpo da Igreja; no primeiro na parte do evangelho está uma imagem grande de Nosso Senhor Jesus Cristo Crucificado no 2º na mesma parte a imagem de Santo António. Da parte da epístola no 1º está imagem de Nossa Senhora do Rosário e Nossa Senhora das Graças e a de Santa Ana e no 2º ou último está a imagem de S. Sebastião. Não há neles irmandade alguma.
Veneram-se os santos com as esmolas que os mordomos anualmente tiram pelo tempo de S. Miguel pelas portas dos moradores da mesma freguesia.
Ao 8º - É abadia da regra 8ª da apresentação das religiosas de Santa Clara da cidade do Porto, em que o senhor ordinário tem os meses da sua alternativa; rende 500 mil reis pouco mais ou menos de que paga ao Santo Ofício 50.000 e de pensão ao meu antecessor que reservou quando renunciou 222 mil reis.
Ao 9º - Não tem beneficiados.
Ao 10º - Não há distrito dela convento algum.
Ao 11º - Não tem hospital.
Ao 12º - Não tem nela casa da misericórdia.
Ao 13º - Não há no distrito dela ermida nem capela.
Ao 14º - Não nela romagem alguma.
Ao 15º - Os frutos da terra que os lavradores cultivam e colhem com mais abundância são: milho, centeio e algum vinho verde.
Ao 16º - Não tem Juiz ordinário e está sujeita ao juiz das Feira, ouvidor e mais justiças da dita Vila da Feira.
Ao 17º- Não é couto, cabeça de concelho, nem honra.
Ao 18º - Não notícia que nela houvessem ou dela saíssem homens de virtudes. Letras ou armas; em tudo gente comum.
19º - Não tem feira alguma franca ou cativa.
20º - Não tem correio. Usam os moradores dela de quem vai à vila da Feira que lhe fica distante uma légua e as pessoas que melhor querem segurar os seus negócios usam da cidade do Porto, cabeça do Bispado.
21º - Quatro léguas e da cidade de Lisboa, cabeça do Reino, 48 léguas.
22º - Não tem privilégios nem antiguidades algumas mais do que a tradição de que o rio Uíma que por ela passa no distrito ou sítio do mato da Negrinha, passais desta Igreja houveram umas caldas que se desfizeram por romper uma pedreira no mesmo sítio, no qual ainda há sinais de água tépida que curte linhos verdes em rama em 3 ou 4 dias, sendo necessários oito dias e mais noutros sítios; e no tempo de Verão se conhece um laço por cima da água a modo de enxofre.
23º - Não nesta freguesia não nem perto dela fonte ou lagoa célebre.
24º - Não porto de mar.
25º - Não há murada, nem praça de armas nem tem castelo nem torre.
26º- No tempo do terramoto não sucedeu nesta freguesia coisa de que se possa fazer menção.
27º - Não há coisa que se posa declara neste lugar.
Ao 2º numero do interrogatório:
1º - Não nesta freguesia não há serra mais do que uns montados que só produzem queiró e pedra grosseira.
2º - Corre pelo distrito desta freguesia o rio Uíma que nasce e principia na freguesia de Milheirós de Poiares e passa pelo da de S. Martinho de Escapães e Pigeiros.
3º - Não é caudaloso no seu princípio. Porém corre todo o ano, sem secar em todo o Verão.
4º - Até aos limites desta freguesia não entram nela outros rios.
5º - Não é navegável por pequeno e ter levadas.
6º - Corre do Sul para o Norte e é mais arrebatado nalgumas partes.
7º -Cria bogas e trutas em pouca quantidade.
8 º - Não nele outro género de pescarias.
9º - Pode nele pescar toda a pessoa que quiser.
10º - Cultivam em partes as suas margens mas não onde passa por montes e maninhos pois nestes criam as terras somente tojo, árvores de carvalhal e outras semelhantes.
11º - Não se sabe que as suas águas tenham a presente virtude particular especialmente perto desta freguesia.
12º - Conserva em toda a parte o mesmo nome nem se sabe que em algum tempo tivesse outro.
13º - Morre no Rio Douro no que se vai meter entre os sítios de Carvoeiro e Arnelas.
14º - Tem levadas e açudes bastantes por cuja razão ainda que mais água tivera e levara não podia ser navegável.
15º - Tem no sítio desta freguesia duas pontes estreitas de pau para passar gente e uma de pedra larga que passam carros por ela e se administram pela mesma os sacramentos aos moradores do lugar de Azevedo.
16º- Tem alguns moinhos no distrito desta freguesia e nos sítios inferiores tem abundância deles e alguns pisões não engenhos alguns nem noras.
17º - Não notícia que em tempo algum saísse nele ouro.
18º - Usam os povos livremente das suas águas para regar os frutos nos campos circunvizinhos.
19º - Terá três léguas pouco mais ou menos desde o sítio em que nasce até ao que ele se mete no Rio Douto e todos os lugares por onde passa são de pequena povoação.
20 º - Não quer responder a este interrogatório.
Por ser verdade hoje 16 de Abril de 1758 São Jorge – Abade de São Jorge
ATM
Monumento / Museu à Puericultura Caldense!!!
Há duas semanas, mais ou menos, publicou o glogue uma "piada" a propósito de monumento à Puericultura Caldense. Por sinal que o Executivo Autárquico anterior (2001-2005) chegou a inscrever em Plano de Actividades a implantação de um "monumento"(não chegou a ser especificado que espécie, se escultura ou outro) e o local de implantação seria naquele pequeno espaço recentemente ajardinado junto da ponte da Sé. Mas, para se tentar salvaguardar alguma coisa desta indústria que, em POrtugal, teve berço em Caldas de S. Jorge, e salvaguardar o que for possivel dos modelos, dos métodos de fabrico, da gama em geral no decorrer dos anos, das ferramentas específicas usadas nos anos 30/40/50/60/70/80 e no tempo actual, o Blogue poderia tentar mobilizar toda a gente e sobretudo os actuais industriais (um já o era nos anos 60) e os que entretanto deixaram de o ser, por encerramento das empresas ou outrarazão, no sentido de recolherem, e disponibilizarem, o que porventura ainda retenham:peças antigas fabricadas (conjuntos, cadeiras, andadores, carros de pedais, trotinetes,) algumas ferramentas (aqueles dispositivos manuais de curvar tubo, por ex.) uma que outra máquina antiga (prensas manuais, por ex.), colecções de fotografias que serviam de catálogos, catálogos antigos com toda a gama, enfim, tudo o que haja disponível para, um dia, se poder juntar isso, bem catalogado num arremedo de museu. Ouvi que haveria uma pessoa que terá uma colecção de "slides" com algumas imagens dos finais de 60. Quem sabe as disponibilizaria se a ideia vingasse. Fica a ideia.
José Pinto da Silva
NOTA SOBRE O RIO UÍMA ...

NOTA SOBRE O RIO UÍMA
E único rio que corre em Caldas de S. Jorge e apanha a água das duas vertentes.
Num documento de 1097 dão-lhe o nome de Umia.
Noutro de 1317 o de Uíma.
No Dicionário de 1758 o de Huyma.
Actualmente dá-se o nome de Uíma.
Nasce em Duas Igrejas, toma a forma de rio no Morengal de Pigeiros, atravessa esta mesma freguesia, dá uma volta breve pelas de Milheirós, Arrifana, Escapães, torna a Pigeiros corta em quase todo o comprimento a freguesia de Caldas de S. Jorge, separa esta de Lobão e Fiães e segue depois por Sanguedo, Sandim, Canedo e Crestuma onde despeja as suas águas no rio Douro.
Há quem atribua a origem toponímíca de Crestuma como sendo o castro do Uíma. Castro + Uíma.
Passa a Caldas de S. Jorge com pequena largura e o seu comprimento tem cerca de 20 kms. Nesta freguesia recebe apenas dois pequenos afluentes: o de Vale de Éguas e o da Fonte Fria. Não é navegável. É abundante em trutas, o seu único peixe. Tem vários açudes e levadas nesta freguesia: umas para rega, outras para moinhos e uma para fabricação de papel.
Ainda hoje existe em Caldas de S. Jorge o lugar do Engenho e a família dos papeleiros.
Tem aqui 3 pontes de pedra e 4 de madeira.
No parque das Termas está transformado em lago onde existem barcos de recreio a remos e "gaivotas" para recreio dos veraneantes e aquistas.
Sabia que...antigamente, isto é, antes do Império romano, duranto Império e depois do Império romano e ainda durante muito tempo não havia auto-estradas, estradas nacionais, pontes, caminhos, etc?
As auto-estradas eram os rios, os afluentes dos rios navegáveis, as picadas para burros, mulas e cavalos e até carros de bois.
Pois fique sabendo que Caldas de Sâo Jorge não tinha esses meios de comunicação de luxo acima referidos.
Tinha sim a Estrada (Via) Romana que passa pelas Airas, vindo Lisboa e seguia para o Porto.
Repare bem a Via Romana estava logistica e estrategicamente bem situada.
Vem quase sempre por cima dos morros, montanhas e serras para os viajantes não serem atacados pelos piratas do mar e dos guerrilheiros de terra, do interior! Pudera!
Importante e moderna, sim foi a esrtrada do sal e do peixe que ligava Ovar a Porto Carvoerio no Rio Douro e dali abastecer as povovoações ribeirinhas dessa auto-estrada fluvial.
ATM
sábado, 28 de abril de 2007
Algumas Curiosidades Da Nossa Terra...

PARA VER MELHOR CLIQUE NAS FOTOS...
O Blogspot – versos – Assembleia de Freguesia.
Agora eu pergunto, o que é que de tão grave foi publicado!!! Mais, desde quando é que uma Junta de Freguesia pode mandar na intelectualidade independente!!! Será que já ouviu falar no direito consagrado na Constituição da Republica Portuguesa, que é o direito de liberdade de expressão e de imprensa.
Para terminar devo dizer que nunca ouve um espaço tão livre e tão independente como este Blog, tenho de acrescentar que nunca foi tão do conhecimento geral da população a história da nossa freguesia, graças aos nossos colaboradores. Para terminar, se ouve falha na Assembleia de Freguesia foi não terem aprovado um “Voto de Louvor” aos autores anónimos do Blog bem como a todos colaboradores que tem transposto a realidade da nossa querida Vila, na qual destaco os seguintes:
Exmo. Sr. Padre António Machado.
Exmo. Sr. José M. P. Silva.
Exmo. Sr. Atento 73
Exmo. Sr. Ângelo Cardoso
Exmo. Sr. Pedro N. C. e Silva
Exmo. Sr. Observador
Para terminar devo informar, que iremos tentar cada vez mais ser o melhor possível e colocar este Blog em todos os computadores da nossa amada Vila de Caldas de São Jorge, obrigado por preferirem o caldas-são-jorge@blogspot.com.
Antiguidade de Caldas de São Jorge

Na fachada principal da Igreja Matriz destra Vila
Imagem em pedra: S. Jorge, donzela, cavalo e dragâo.
Quem sabe onde há outra igual?
O documento mais antigo que a ela se refere está inserido no Portugália Monumental Histórica. Tem a data de 1097 e diz: “Christus in Dei nomine ego Patrina Prolix Eriz ideo placuit mihi per bona pacis et voluntas ut faceremus ad vobis Cresconius episcopus sedes Colimbricensi cartula et testamenti de hereditate mea propria qua habuit in Villa Caldellas hic in Sancto Georgio damus ad vobis de iIla ecclesia de medietate II as partes, et habet ijacentia sub tus mons Souto rredondo discurrente rribulus umia território portucalensis prope civitas Santa Maria damus ad vobis illa et ad Sedis Sancta Mara Colimbriense pró remédio anima mea etc. Segue a restante parte do documento. Tem a data de 1097 e identifica bem a paróquia de São Jorge de Caldelas. Já existia, portanto, antes dessa data desse ano.
Tradução livre do documento:” Em nome do Filho de Deus Jesus Cristo eu Patrina Eriz pela minha boa paz e vontade agradou-me fazer a vós Crescónio Bispo de Coimbra ( Caldelas pertencia à diocese de Coimbra) à Igreja de Sâo Jorge o testamento escriturado das minhas propriedades e heranças que tive na Vila de Caldelas, isto em São Jorge, e situa-se a área desde Souto Redondo e deslizando até ao Rio Uima no território portucalense perto da cidade de Santa Maria. Isto para remédio e sossego da minha alma.”
Quem foi S. Jorge?
Pouco nos diz da vida o Breviário, o Santoral e o Martirológio sobre São Jorge e temos de recorrer à história eclesiástica e aos hagiólogos.
Eusébio fala dele mencionando-o como fazendo parte de um grupo que arrancou das paredes o édito do imperador contra os cristãos. Uma inscrição grega de 346 na Síria menciona-o como um mártir. Há vestígios do seu culto no 4º e 5º séculos. Em Roma existe a pequena igreja de S. Jorge que remonta ao 6º século; e dentro dela num precioso relicário está a cabeça do santo. E este culto que tão de pressa se espalhou na Síria, na Palestina, em Constantinopla e na Itália não demorou muito atingir as últimas terras do Ocidente. São Germano, bispo francês trouxe da Palestina um dos seus braços e espalhou o seu culto na França. Daqui passou à Inglaterra que o tomou como seu padroeiro e como patrono também da ordem da jarreteira. Em Portugal também é antigo o seu culto como prova ser escolhido para patrono desta e doutras freguesias. Mas foi com a vinda dos ingleses em auxilio de Portugal que este culto aumentou. Nas guerras contra Castela o pendão de S. Jorge guiou os portugueses aos combates e em agradecimento pela vitória de Aljubarrota D. Nuno mandou construir a capela de S. Jorge no próprio campo de batalha.
O rei D. João I deu ao castelo de Lisboa o nome deste santo. O rei D. José mandou que a sua imagem a cavalo acompanhasse a procissão do Corpo de Deus.
O título de S. Jorge foi dado a várias paróquias de Portugal, a várias ilhas que os antigos descobriram e ocuparam e a uma benfeitoria da Costa de Africa. Muitos reis e príncipes tiveram este nome. Foi ele o patrono de várias ordens militares e religiosas. É ele também o segundo patrono de Portugal.
Em quase toda a parte a sua imagem aparece na figura dum oficial armado de lança e escudo. Em estampas e fachadas de igrejas apresentam-no a cavalo na atitude de derrubar um dragão. O povo toma a sério esta lenda, mas o combate representa simplesmente a luta cristã, sempre ajudada por Deus contra o dragão infernal: "Georgi, nolite timere; ecce ego tecum sum! "
Tal é o culto nosso padroeiro. E que fez ele para o merecer?
Nas hagiologias há muitas lendas e fantasias; e talvez por isso é que a Igreja omitiu no breviário a sua biografia. E de seguro há isto: Nasceu na Capadócia, segundo uns, na Palestina, segundo outros. Na sua mocidade alistou-se no serviço militar e foi subindo em postos até chegar a capitão dos guardas do imperador. Tinha pouco mais de vinte anos e era fervoroso cristão. Pouco depois praticou ele verdadeiros actos de coragem. O imperador mandou reunir o conselho imperial para o consultar a respeito da perseguição aos cristãos. Jorge que pertencia a esse conselho, compareceu; e quando chegou a sua vez de falar fez a mais vigorosa defesa dos cristãos e a mais severa condenação dos ídolos. Esta atitude, é claro, acarretou-lhe a morte e foi martirizado e morto no ano 290 ou 303 no dia 23 de Abril. Tal é o herói que é representado na nossa iqreja como seu titular. A qrafia do seu nome varia alguma a coisa nos documentos do arquivo paroquial. Assim tem aparecido: Jorge, Jorgio, Georqio, Gorge, Jôrge, Georgiy.."

sexta-feira, 27 de abril de 2007
Reclamação do Atento73 - versos - Blogspot.
Por falar em Liberdade: Liberdade é poder ir à sondagem que o blog está a fazer e... veja-se... votar quantas vezes se entender. Cuidado. A nossa liberdade acaba quando começa a dos outros...É uma questão a rever Sr. administrador do blog.É que os resultados, ainda por cima, não têm lógica. Senão vejamos: o trabalho da junta é avaliado maioritariamente como sendo francamente negativo... E os votos dos partidos e grupos que estão na junta são francamente superiores aos indecisos e aos da CDU.Outra: a CDU não tem tido aquele resultado. E era preciso que todos os que actualmente votam CDU participassem todos nestas coisas dos Blog`s. O que não me parece...
A resposta do Blogspot:
Exmo. Sr. Atento 73, diga-se de passagem que estas sondagens valem o que valem. O votar mais que uma vez neste blog faz parte de uma liberdade relativa, o quer nos faz diferenciar de um blog absolutista. O nosso é mais virado à democracia de um estado de direito. No entanto acho que a nossa liberdade não pode ser infinita pois iria chegar ao ponte de ela invadir a esfera de direitos alheia pois a nossa sociedade impõe os seus limites, para que tenhamos parâmetros de comportamento, a fim de vivermos em harmonia sem ferir os direitos dos outros. Liberdade no meu entender é conhecer o seu limite, diga-se que é um paradoxo pois a liberdade limita as minhas acções, porém não me sinto preso, pois ajo com responsabilidade e respeito ao meu próximo motivo esse que aceitei a reclamação e rectifiquei no mesmo momento em que recebi a sua opinião.
O Administrador do Blogspot.
O LIVRO DE IMPRESSÕES DAS CALDAS DE S. JORGE!!!


Visitando estas Caldas de S. Jorge, fiquei com uma óptima impressão da simplicidade e da higiene com que se aproveitam os benefícios destas águas. Não posso dizer coisa alguma sobre o seu valor terapêutico, mas encanta-me a iniciativa da valorização das nossas riquezas e confesso que, pela situação destas termas e pela simplicidade da vida desta região, as procuraria de preferência a outras mais afamadas.Soube que foram redescobertas por um antigo Abade desta freguesia de S. Jorge e neste ponto, como Bispo, enche-me de satisfação vir verificar a grande lei da história: Ao Clero e à Igreja Católica se deve a nossa civilização e cultura. Até por este aspecto eu preferiria estas Termas.Agradeço ao Exmo. Director Clínico a gentileza com que se dignou distinguir-me durante esta visita que jamais esquecerei e deixo, muito penhorado, as mais afectuosas bênçãos e esta iniciativa envolvendo nela todos os que trabalham neste apostolado de saúde e todos os que vierem aqui buscar o restabelecimento das suas forças.Caldas de S. Jorge, 22-VII-935 + A. A., Bispo do Porto Nota: Publicado na Página Regional das Caldas de S. Jorge do Jornal TRADIÇÃO, de 8 de Agosto de 1936. Foi respeitada a ortografia da época.O Bispo do Porto entre 1929 e 1942 foi D. António Augusto de Castro Meireles. (A. A.)Isto constava do tal Livro de Impressões das Caldas de S. Jorge, que era também chamada o Livro de Honra das Caldas. Eu próprio lista a mensagem acima nesse livro, manuscrita pelo punho do Bispo Castro Meireles. E, na década de 60, fui convidado a deixar lá uma nota escrita, o que fiz. Como me não lembro do que lá escrevi, fui à procura do Livro para pôr a memória actualizada e, para grande espanto meu, fui informado de que o Livro desaparecera. Que terá sido roubado. Já escrevi mais do que uma vez à Câmara a pedir investigação, porque aquele documento tem muito da história das Termas. Não tive qualquer resposta. Denunciei, já por duas vezes a vergonha num jornal concelhio. Esforço vão.Pergunto a quem, porventura, o tenha levado, para que serve. Que o fotocopie e o devolva ao seu lugar.Fica mais esta denúncia e a pergunta à Administração das Termas se têm sido feitos esforços para a sua localização. Quase merecia a entrega à P J.
José Pinto da Silva
De onde é esta fotografia?
Da Vila da Feira do século XIX
ATM
quinta-feira, 26 de abril de 2007
Feira Negócios...


Esta iniciativa empresarial é organizada pelo Gabinete de Apoio ao Empresário (GAE) de Santa Maria da Feira, com o apoio da Associação Empresarial do concelho e pretende potenciar as diferentes actividades económicas existentes no concelho, abrindo portas a todo o mercado nacional.O objectivo central deste evento traduz-se no envolvimento com empresários de outros municípios, proporcionando a troca de experiências, conhecimentos e produtos.É de salientar ainda, a realização de sessões temáticas durante as tardes e a animação todas as noites, que fica a cargo de diversos grupos locais.
quarta-feira, 25 de abril de 2007
HISTÓRIA DO NOSSO CEMITÉRIO.
O blogspot recebeu para publicação o seguinte contributo para a história de S. Jorge, que foi enviada pelo Exmo. Sr. Padre António Machado.
25 de Abril Sempre!...
Jantar de Solidariedade da Liga Portuguesa Contra o Cancro.
Sabia que São Jorge teve um Cônsul em Macau?


Homenagem ao 25 de Abril...

blogspot recebeu o seguinte mail para publicação, O mail vem assinado pelo Sr. Pedro Nuno Castro e Silva , diga-se que é a primeira vez que escreve para este blog directamente, o que esperemos que escreva muitas mais vezes. Todo o conteúdo não é da responsabilidade do blog. O mail diz:
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Grândola, Vila Morena
Excerto da música Grândola, Vila Morena
____________________________
Grândola vila morena
Terra da fraternidade
O povo é quem mais ordena
Dentro de ti ó cidade
(...)
Em cada esquina um amigo
Em cada rosto igualdade
Grândola vila morena
Terra da fraternidade
(...)
À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade
Jurei ter por companheira
Grândola a tua vontade
Grândola, vila morena foi composta como homenagem à "Sociedade Musical Fraternidade Operária Grandolense", onde no dia 17 de Maio de 1964, José Afonso fez uma actuação. É nessa actuação que o cantor conhece o guitarrista Carlos Paredes, ficando impressionado com "o que esse bicho faz da guitarra!" (expressão do próprio José Afonso numa carta aos pais).
José Afonso fica também impressionado com a colectividade: um "local obscuro, quase sem estruturas nenhumas, com uma biblioteca com claros objectivos revolucionários, uma disciplina generalizada e aceite entre todos os membros, o que revelava já uma grande consciência e maturidade políticas".
Esta canção tornar-se-á famosa ao ser escolhida como senha para a revolução do 25 de Abril. Houve duas senhas. A primeira, às 23h, foi a música "E depois do adeus", de Paulo de Carvalho. Grândola, que foi a segunda, passou no programa "Limite" da Rádio Renascença às 0.20h do dia 25. Foi o sinal para o arranque das tropas mais afastadas de Lisboa e a confirmação de que a revolução ganhava terreno.

"Vivi o 25 de Abril numa espécie de deslumbramento. Fui para o Carmo, andei por aí... Estava de tal modo entusiasmado com o fenómeno político que nem me apercebi bem, ou não dei importância a isso de Grândola. Só mais tarde, com o 28 de Setembro, o 11 de Março, quando recomeçaram os ataques fascistas e a Grândola era cantada nos momentos de maior perigo ou entusiasmo, me apercebi bem de tudo o que ela significava - e, naturalmente, tive uma certa satisfação".
terça-feira, 24 de abril de 2007
Novo Posto de Turismo.

DIA MUNDIAL ....dia 23/04/2007

- DIA MUNDIAL DO ESCUTISMO
Uma palavra de apreço ao Corpo de Escutas - Caldas de S. Jorge
Pelo trabalho em prol da paróquia e ainda pelas acções de sensibilização ambiental levadas a cabo no mês passado, através da plantação de árvores por vários locais da freguesia.
Ass: atento73
Uma palavra de apreço ao Corpo de Escutas - Caldas de S. Jorge
Pelo trabalho em prol da paróquia e ainda pelas acções de sensibilização ambiental levadas a cabo no mês passado, através da plantação de árvores por vários locais da freguesia.
Ass: atento73
Brochura do Inatel " Termas S. Jorge"


domingo, 22 de abril de 2007
Agenda Cultural para 2007

Este ano, conseguimos apurar, ainda no decorrer da primavera, a lista (ainda provisória) dos artistas ou grupos que irão pisar os palcos da freguesia, oferecendo á população e visitantes da vila, inesquecíveis momentos de prazer.
Como não podia deixar de ser, essas contendas ficarão a cargo dos DOIS grupos folclóricos da freguesia.
Só para terem uma ideia, passo a enunciar alguns dos espectáculos possíveis:
- Festas de S. João e S. António:
Rancho Folclórico as lavradeiras de alpendurada
Grupo de danças e cantares da baixa da banheira
- Tardes culturais das Termas:
Rancho Infantil de Reguengos de Monsaráz
Rancho etnográfico da pontinha
Cantares ao desafio
- Chá das cinco no parque das termas:
Rancho Folclórico de penacova
Rancho Folclórico da Casa do Povo d'além mar
As morgadinhas silvestres - grupo de danças e cantares
- Noites de Verão no parque das termas - festival internacional:
Rancho folclórico do "estrangeiro"
Grupo folclórico de cá
Grupo folclórico de lá
Grupo de folclórico daqui e dali
- Festejos das vindimas:
Desfolhada à moda antiga
Desfolhada moderna
Karaoke (só discos de folclore)
E haverá ainda mais surpresas... Dentro do estilo.
Amigos leitores, esta sim, é uma agenda cultural diversificada. Acho até mesmo estranho que os organizadores ainda não tenham sido convidados a tratar da agenda cultural da Casa da Musica ou do CCB.
Em boa verdade, verifica-se a felicidade e a grande participação da população da freguesia (e dos turistas) nestas iniciativas. Não há um palmo de terra livre nesses dias, tamanha é a quantidade de gente e principalmente de malta nova.
Parabéns pela iniciativa folclórica de trazer mais e mais folclore à nossa terra.
No entanto, deixo uma sugestão: quando puderem, lá para 2018, tentem trazer cá, para actuarem pela primeira vez, os ranchos da freguesia.
Aí sim, a agenda será completa...
(Qualquer semelhança com a ficção... é pura realidade
Descubra a Avenida e as habitacões
Curiosidades Da Nossa Vila

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O Blog, não vai publicar o nome de quem enviou estas curiosidades, logo que haja autorização colocaremos o nome. Desde já anunciamos a todos que visitam a nossa página, que foi feito um pedido ao autor para desenvolver cada um destes temas e se possível outros mais. Iremos aguardar ansiosamente pela resposta de preferência positiva.
sábado, 21 de abril de 2007
Património Religioso.


Construção dum Hotel Casino


O blogspot recebeu o seguinte mail para publicação, diga-se que o mail vem assinado mas querendo manter o anonimato, por isso todo o conteúdo não é da responsabilidade do blog. O mail diz:
Sábado, 18 de Setembro de 1915
Número 51
Órgão do Partido Republicano Português
Director: Dr. Américo Teixeira
Editor: Armando Alves de Amorim
Caldas de S. Jorge
Construção dum Hotel Casino
A Comissão Executiva da Câmara Municipal do Concelho e Vila da Feira:
Faz público em conformidade da deliberação da Câmara Municipal de 31 de Agosto findo, e da deliberação desta Comissão Executiva tomada em sessão ordinária de 14 do corrente mês de Setembro, que pelo prazo de sessenta dias, que termina às quinze horas de 15 de Novembro próximo, se recebem propostas em carta fechada, que serão abertas em sessão do dia seguinte, para a construção de um Hotel-Casino nas Caldas de S. Jorge, sob garantia de juro prestada pela Câmara Municipal nos termos das condições e cláusulas patentes na secretaria municipal, cuja cópia será remetida ou entregue a quem a requisite.
Paços do Concelho da Feira, 15 de Setembro de 1915.
O Presidente da Comissão Executiva
Vitorino Joaquim Correia de Sá
CALDAS DE S. JORGE
Construção dum Hotel Casino
Condições e cláusulas para o concurso e construção dum Hotel-Casino nas Caldas de S. Jorge.
1.ª As propostas serão apresentadas na secretaria municipal fachadas em subscrito com a seguinte legenda:
“Proposta para um Hotel-Casino nas Caldas de S. Jorge”.
2.ª Cada proposta será acompanhada de um ante-projecto e memória descritiva, da qual constem as obras que o proponente tenciona executar, secções em que serão sucessivamente executadas, prazo da respectiva construção, custo provável de cada uma das secções.
3.ª Será também acompanhada duma guia de depósito provisório de 40$00, efectuado na tesouraria municipal.
4.ª O proponente juntará declaração de que dentro de trinta dias a contar da assinatura do contracto se obriga a apresentar o projecto definitivo, em duplicado, do Hotel-Casino, de harmonia com o ante-projecto, memória descritiva e orçamento referidos, compreendendo plantas, alçados, cortes, memória descritiva e orçamento definitivo. A Câmara deliberará sobre este projecto no prazo de dez dias.
5.ª O Hotel-Casino compreenderá, pelo menos, vinte quartos, sala para bilhar e jogos lícitos, na primeira secção a construir: esta primeira secção deverá estar construída na próxima época balnear de 1916.
6.ª O proponente declarará também que se obriga a estabelecer, logo que esteja construída aquela primeira secção, serviço de automóveis e carros de transporte de passageiros e bagagens entre o Hotel-Casino e a estação ou estações das vias férreas mais próximas. Deverá ser sujeita à aprovação da Câmara Municipal a tabela de preços do transporte de passageiros e bagagens em automóveis ou carros referidos, quando sejam requisitados pelos hóspedes do Hotel-Casino.
7.ª Em cada proposta será indicada qual a taxa de garantia de juro não superior a 6% (seis por cento), que o proponente pretende receber da Câmara Municipal, pagável em duas prestações anuais, meses em que deverão ser pagas essa prestações, a soma das quais nunca será superior em cada ano a novecentos escudos. Esta quantia de juro é limitada ao prazo de cinco anos, a contar da abertura da primeira secção do Hotel-Casino a que respeita a base quinta, e aproveita a despesa da construção do edifício excluído o mobiliário, decorações mobiliárias e os meios de transporte mencionados.
8.ª Esta garantia de juro será liquidada em face da escrituração que deverá Ter a empresa individual ou colectiva a quem for adjudicada a construção e exploração do Hotel-Casino, escrituração conforme às disposições aplicáveis no código comercial, e que será examinada mensalmente em S. Jorge por um fiscal, escolhido pela Câmara Municipal, dentre os seus membros ou empregados. Feita e aprovada a liquidação, será paga nos prazos fixados. Cessará a garantia de juro desde que, se verifique que, deduzidas as despesas de conservação e exploração, as receitas liquidas correspondem ao juro de seis por cento do capital empregado na construção do edifício.
§ único. Esta fiscalização directa durará enquanto a Câmara Municipal pagar a garantia de juro estipulada, e compreende além do exame declarado na escrituração, além da aprovação das tabelas de preços de transporte referidas na base Sexta, também as tabelas de preços de hospedagem no Hotel-Casino e de quaisquer diversões oferecidas aos hóspedes, as quais tabelas serão submetidas à aprovação da Câmara em cada época balnear.
9.ª A Câmara Municipal, quando se torne necessário, solicitará expropriação por utilidade pública, dos terrenos que forem precisos para construção do Hotel-Casino, e demais dependências referidas na Lei de 26 de Junho de 1912, artigo 2.º.
10.ª A adjudicação será feita ao proponente que mais garantias dê de bem realizar a obra projectada e estabelecer o serviço de transportes declarado; que reclame menor quantia de juro ou por menos tempo; que se obrigue a construir em menor prazo de tempo as secções do edifício referidas na base Segunda. Aceite a proposta, o adjudicatário elevará no prazo de três dias o depósito provisório de 40$00 ao definitivo de 500$00 (quinhentos escudos). Este depósito poderá ser levantado logo que esteja concluída a primeira secção de obras referida na base 5.ª. Se não fizer aquele depósito definitivo, o adjudicatário perderá o depósito provisório, e ficará sem efeito a adjudicação.
11.ª Na construção do Hotel-Casino serão observadas as prescrições do regulamento de 14 de Fevereiro de 1903 da salubridade das edificações urbanas, e deverá atender-se ao guia prático dos proprietários de hotéis, publicado pela sociedade de propaganda de Portugal.
12.ª Sem acordo prévio da Câmara Municipal, o adjudicatário não poderá trespassar a concessão feita.
13.ª O adjudicatário estabelecerá na freguesia de S. Jorge o seu domicílio, para quanto respeita à execução do contracto.
14.ª Ficará rescindido o contrato, e o adjudicatário perderá o depósito definitivo de 500$00 escudos, se não começar os trabalhos de construção no prazo de vinte dias, a contar da aprovação do projecto referido na base 4.ª; poderá também ser rescindido nos termos gerais de direito.
Aprovadas em conformidade da deliberação da Câmara Municipal de 31 de Agosto de 1915, em sessão da Comissão Executiva de 14 de Setembro do dito ano.
A Comissão Executiva
Vitorino Joaquim Correia de Sá, Presidente
José Moreira da Costa, Secretário
Saúl eduardo Rebelo Valente
Agostinho José Pais Moreira
António da Costa Monteiro
Manuel Alves da Silva
quinta-feira, 19 de abril de 2007
Edifício fabril em ruínas

Foi já motivo de ligeira nota por nós assinada o estado de degradação das instalações da FABRUIMA, edifício há anos adquirido por um cidadão estranho a Caldas de S. Jorge. O que dissemos na altura foi que pedaços do beiral caiam de quando em vez, pondo em risco a integridade física de quem, por azar, passasse por ali no momento errado. Além do mais, é um raio de um cartão de visita para as Termas que repele. Será que a Câmara não terá meios de fazer ou obrigar a esconder aquilo?
Agora a situação é bem mais grave, na medida em que o suporte do telhado ruiu desabando a cobertura no interior. Mesmo assim a situação era tido por "suportável" porque não havia entradas abertas a partir do exterior e … do mal o menos. Até que vândalos absolutamente identificados, numa de divertimento e prazer sádico, arrombaram uma porta exterior e se entretiveram a partir as vidraças das vitrinas que ali havia, fazendo espalhar o montão de vidros pelo passeio adjacente.
Esses energúmenos foram vistos por diversas pessoas adultas e idóneas e por elas identificadas e é-nos garantido que foram internos do Solar do Ribeiro, dependentes da Obra do Frei Gil. Por outro lado, várias pessoas afirmam que os mesmos vandalozinhos, não raras vezes, tomam conta dos aparelhos do parque infantil das Termas, tendo, ao que se diz, posto de banda crianças que por lá andavam.
Aquele estabelecimento, que vive muito de dádivas, e era tido como quase modelo educacional de crianças, não pode gerar coisas assim. E se as autoridades não têm uma mão firme em gente que tal, urgente é que as pessoas da terra se juntem (não serão precisas muitas) e resolvam a coisa à moda de outros tempos. Colar-lhes um pouco a roupa ao pelo.
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BLOGOSFERA
É claro que esta coisa de publicar coisas, interessantes, umas, menos interessantes ou mesmo ridículas, outras, não se circunscreve aos centros onde a intelectualidade se ergue em cada metro quadrado. Surgiu recentemente um blogue sem autor identificado (tentei adivinhar, mas parece que errei) que fala de coisas e temas de Caldas de S. Jorge, levanta problemas, alerta para situações e está razoavelmente bem apresentado, com fotografias bem escolhidas.
Ao autor, ou autores, só nos propomos incentivá-los a que se atirem a escalpelizar tudo, denunciar o que lhe(s) pareça mal e, porque não, elogiar algo que porventura lhes pareça melhor.
Trata-se de "" www.caldas-sao-jorge.blogspot.com "" e não fará mal a ninguém mergulhar nestas águas e navegar por aí. O mar é ainda pequeno, mas lá se irá alargando. Espera-se.
José Silva in terras da feira online.
quarta-feira, 18 de abril de 2007
Património Religioso. / Limpeza do Rio Uíma.

A propósito do desaparecimento de património cultural religioso, e espera-se que não façam desaparecer aquela lápide ainda existente no adro, talvez fosse útil investigar se há alguma imagem nítida de uma importante inscrição que havia no pavimento de entrada para a porta lateral da Igreja. Naquele passeio havia uma inscrição que, crê-se, não aparece em nenhuma biblioteca, como é o caso daquela inscrição em pedra na parede/fachada sul da Igreja. Quem destruiu aquilo, se teve algum sentido de preservação de bens culturais, deve ter guardado qualquer reprodução.
terça-feira, 17 de abril de 2007
Junta de Freguesia investe na informatização.
O “renascimento” do rio Uíma.

Agora o “blogspot” gostava de saber em que fase está os estudos em Caldas de S. Jorge, e se no projecto do rio a nossa freguesia também contempla a ciclo via.
domingo, 15 de abril de 2007
Humor: Empresários de Caldas de S. Jorge financiavam Saddam Hussein .

Foi confirmado que os empresários de Caldas de S. Jorge, financiavam o regime de Saddam Hussein, nomeadamente o blindado em que ele se fazia acompanhar no dia da captura. O famoso blindado era de fabrico inteiramente portuguguês nomeadamente, de uma das maiores empresas da freguesia “Sóbrinca” o que levou ao encerramento compulsivo por ordem do presidente dos Estados Unidos da América. Ainda decorre uma investigação por parte da CIA para ver se existiu apoios de mais alguma entidade.
Humor!!! Primeira sala de chuto do país:

humor: Alista-te.....
sábado, 14 de abril de 2007
Limpeza na zona envolvente das Termas...
